You are using an outdated browser. For a faster, safer browsing experience, upgrade for free today.
Anuncios M
Mensagens recentes
Páginas: [1] 2 3 4 5 ... 10
1
1 - Futebol / Clube / SAD / Re: Primeira Liga - Nossos adversários
« Última mensagem por Lipeste em 06 de Abril de 2020, 19:32 »
Com as SAD a recorrerem ao lay-off deduzo que as mesmas não acreditam no regresso das Ligas (I e II) nas datas que Pedro Proença adiantou como possibilidade.
2
1 - Futebol / Clube / SAD / Re: Cidade Desportiva do SC Braga
« Última mensagem por Carvalhux em 06 de Abril de 2020, 16:07 »
Alguém sabe quantos lugares vai ter o Mini Estádio da 2 fase da Cidade Desportiva? E o Pavilhão multiosos?
https://ominho.pt/wp-content/uploads/2018/09/Cidade-Desportiva-SC-Braga.png
Aqui fala de 1500 para o estádio e 1000 para o pavilhão.
Mas acho que o projecto já sofreu alterações e em baixo já falta em 2200 para o estádio. Provavelmente essa alteração deve estar relacionada com o Estádio Centenário, digo eu.
https://scbraga.pt/2a-fase-da-cidade-desportiva/
3
1 - Futebol / Clube / SAD / Re: Primeira Liga - Nossos adversários
« Última mensagem por Lipeste em 06 de Abril de 2020, 15:51 »
Belenenses SAD pede lay-off e há outros clubes que podem seguir o exemplo

O presidente do Sindicato dos Jogadores revela que nas últimas semanas vários clubes da 1.ª e 2.ª liga tinham já ameaçado pedir apoio à Segurança Social. Este domingo, a Belenenses SAD informou os jogadores do pedido.

A Belenenses SAD já avançou com um pedido de lay-off. É o primeiro emblema da 1.ª liga a avançar, mas não deve ser o único, explicou à TSF o presidente do Sindicato dos Jogadores. Joaquim Evangelista denuncia que o pedido foi feito de forma unilateral, contra tudo o que tem sido negociado entre representantes dos jogadores e liga, que têm discutido nas últimas semanas.

Joaquim Evangelista explica que a SAD informou os funcionários este domingo ao final da noite. A mensagem enviada revela que o pedido à Segurança Social já seguiu, invocando como fundamento "encerramento da atividade" e não, explica o responsável do sindicato, "quebra de receita", como seria expectável. "Todos sabemos que o futebol está apenas suspenso", lembra o representante dos atletas.

O Sindicato dos Jogadores tem representado os atletas profissionais nas reuniões entre Liga, clubes e Federação Portuguesa de Futebol. Joaquim Evangelista explica que já durante as últimas semanas vários clubes da 1ª e 2ª liga tinham manifestado a intenção de avançar para lay-off, mas o sindicato discorda.

Perante o pedido da Belenenses SAD, resta agora avançar para os tribunais. Benfica, Sporting e FC Porto estão fora desta lista, apurou a TSF.

"A ideia é que seja o Estado, ou seja, os portugueses, a suportar as obrigações dos clubes. Clubes que acabaram de receber a tranche de março das operadoras. Isto é gozar com a cara de milhares de empresas que têm, de facto, dificuldades", considera Joaquim Evangelista.

O dedo estã apontado diretamente à administração da SAD do Belenenses. "Foi o primeiro [clube] a dar o exemplo. È preciso não ter vergonha na cara para, num momento como este, pedirem ao Estado para pagar as suas obrigações".

Sindicato pede que o pedido seja recusado

O Sindicato dos Jogadores já avançou com pedido para impugnar a decisão da Belenenses SAD. Ainda hoje, garante o presidente sindical, segue uma carta para os grupos parlamentares.

"Era o que faltava a Segurança Social aceder. Num momento em que o Presidente da República pede sacrifícios à banca, porque é que o futebol não pede sacrifício as operadoras, que ganharam milhões e vão continuar a ganhar quando regressar à competição?"

O valor das transmissões televisivas correspondente ao mês de março foi pago nos últimos dias pelas operadoras aos clubes. Esta é uma das principais fontes de receita dos emblemas profissionais de futebol em Portugal. "As operadoras (de telecomunicações) geraram milhões de lucros no ano passado. Podiam ajudar agora os clubes mais fragilizados e os jogadores mais vulneráveis."

"Isto também é culpa dos clubes, eles que criticaram o primeiro-ministro por dizer que o futebol não é uma prioridade - e não é, sejamos claros -, e agora não criticam as operadoras que, neste momento, deixaram de apoiar o futebol", contesta Joaquim Evangelista.

"Não é aceitável só pedir. Nós não somos parvos. Os clubes têm de identificar os prejuízos e jogadores estão disponíveis para fazer o seu esforço."

em: https://www.tsf.pt/desporto/belenenses-sad-pede-lay-off-e-ha-outros-clubes-que-podem-seguir-o-exemplo-12036424.html
4
PÁGINAS DA VIDA DE JOÃO NOVAIS

João Novais abriu o livro da sua vida ao scbraga.pt. Desde uma infância com histórias caricatas às memórias no futebol com o seu pai, as páginas que revelou deixam-nos com uma nostalgia inexplicável. Reconhecido pelos seus livres diretos indefensáveis, o camisola 17 da Legião é um talento do futebol nacional, um daqueles que brilha no relvado do Municipal de Braga, aquele estádio de que já temos tantas, mas tantas saudades…

O livro da vida de João Novais 1

Paixão pelo futebol: “Sempre adorei futebol, devido à carreira que o meu pai teve fui um bocado influenciado nesse sentido. Sempre acompanhei a carreira dele e o gosto pelo futebol surgiu naturalmente desde muito cedo. Fui desenvolvendo este gosto ao longo do tempo, agora é a minha profissão e não deixa de ser o meu maior prazer”.

Vidro partido do vizinho: “Dentro de casa jogava com bolas que não davam para partir objetos, lembro-me que até tinha uma bola de algodão. Fora de casa parti alguns vidros das casas dos meus vizinhos. Lembro-me que quando tinha 8 anos parti um vidro de um vizinho e fugi para casa. Não disse nada aos meus pais, desliguei a campainha de minha casa, mas algumas horas depois o vizinho já estava a fazer queixa ao meu pai. Fui apanhado (risos)”.

O livro da vida de João Novais 2

O pior castigo: “Quando na escola não tinha um bom comportamento tinha alguns castigos. Lembro-me que nas aulas de educação física a minha turma era rebelde e num período os rapazes tiveram todos negativa. Quando isso aconteceu, os meus pais proibiram-me de ir aos treinos durante dois meses. Jogava no SC Coimbrões, nunca mais me esqueci disso”.

A troca das bonecas da irmã pela bola de futebol: “Jogava muitas vezes futebol com a minha irmã dentro de casa. Muitas vezes jogava com ela nos corredores e colocava-a em frente à porta a fazer de guarda-redes. Ela mal andava, mas já a sentava no chão a ‘levar’ com as bolas de algodão. Confesso que algumas vezes arrumava as bonecas dela para termos espaço para jogar à bola (risos).

O livro da vida de João Novais 3

Os atrasos às aulas: “Chegava muitas vezes atrasado às aulas para jogar futebol. Chegávamos sempre às aulas a pingar por estarmos a jogar futebol e chegámos mesmo a ser repreendidos pelos professores por causa disso. Chegávamos à sala de aula todos suados, éramos 10 ou 12 rapazes assim, não era fácil estar ali dentro uma hora e meia todos fechados (risos)”.

Um seguidor atento da carreira do pai: “Estive sempre presente nos jogos mais importantes da carreira do meu pai. Fui um fiel seguidor dele durante grande parte da sua carreira. Lembro-me de dois momentos que adorei: a subida do Leixões SC quando estava na 2ª divisão B (atual Campeonato de Portugal) para a II Liga e da transição do meu pai de jogador para treinador. Ele deixou de jogar e assumiu logo a equipa técnica do Leixões SC. Recordo-me de uma época quando ele estava no SC Campomaiorense que dava gosto ir aos jogos, pela cultura da cidade de Campo Maior, pelas pessoas que são muito humildes e muito simpáticas. Tive uma semana nas férias da páscoa em Campo Maior com o meu pai e fiquei maravilhado com o grupo que eles tinham na equipa, as famílias eram amigas umas das outras, era tudo muito genuíno”.

O livro da vida de João Novais 4

Pais como os melhores conselheiros na sua carreira: “Os meus pais são os meus maiores conselheiros e os meus maiores críticos. Foi muito bom eles alertarem-me para tudo. Quando tive de optar entre a vida escolar e o futebol profissional foi muito difícil, lembro-me de fazer os pré-requisitos para a Faculdade de Desporto. Eles estiveram sempre do meu lado em todos os momentos e em todas as minhas decisões”.

O festejo do golo contra o pai: “Foi um momento especial. Fiz três golos no Estádio do Bessa contra o meu pai pelo Leixões SC, ele era treinador do Boavista FC. Ficou 4-4, marquei o quarto golo do Leixões SC no último minuto e, na emoção do momento, tirei a camisola e festejei como se tivesse ganho o campeonato. Ele na altura ficou chateado e disse: ‘tiras a camisola a festejar um golo contra mim!?’. Eu respondi-lhe que apesar de sermos pai e filho, estamos a defender as nossas cores e que temos de ser profissionais. Pronto, confesso que se calhar festejei de mais, mas depois ficou tudo bem entre nós os dois (risos)”.

O livro da vida de João Novais 6

Quem bate melhor livres na família: “Ele ainda tem mais golos do que eu de livre neste momento, mas espero alcançá-lo. Já lhe perguntaram quem bate melhor, ele responde que bate mais em jeito e eu mais em força. Ele era um exímio batedor de bolas paradas e eu tento seguir as pisadas dele. Espero ainda evoluir mais nesse aspeto”.

Do SC Coimbrões ao FC Porto: “Foi fantástico receber aquela notícia. Quando recebi o convite do FC Porto, senti que o sonho que tinha desde pequeno estava a tornar-se possível. Foi algo que me marcou muito, desenvolvi-me muito no FC Porto como jogador e como pessoa. Estudava com os meus colegas de equipa numa escola, isso fez-me crescer muito a nível pessoal”.

O livro da vida de João Novais 7

O primeiro jogo nos seniores do Leixões: “Quando estava no meu último ano de júnior, fiz o último jogo do campeonato da equipa sénior no Restelo, foi a minha estreia. Apesar de termos perdido 1-0, foi dos momentos mais marcantes da minha carreira. Os meus colegas incentivaram-me muito. Lembro-me que o Paulinho e o Pedro Santos, que jogaram no SC Braga, deram-me muitas palavras de motivação para que tudo corresse bem”.

O primeiro contrato e o gosto de ‘mimar’ a sua família: “O meu primeiro contrato era de 60 euros por mês. Eu poupava muito dinheiro, os meus pais aconselharam-me a isso. Na altura do Natal, com esse dinheiro dava prendas aos meus pais e à minha família, adoro oferecer presentes a quem mais gosto”.

O livro da vida de João Novais 8

SC Braga é o maior desafio da carreira até ao momento: “É o maior desafio que tive na carreira. É o patamar mais alto onde cheguei na minha vida desportiva. O SC Braga é um clube grande em Portugal e isso traz muita responsabilidade. O SC Braga já tem grandes objetivos em todas as competições em que participa, isso dá gosto a qualquer jogador”.

Os colegas que detestam perder e os mais divertidos do SC Braga: “O Tiago Sá, o Wilson e o Rui Fonte detestam perder, se perdem uma ‘peladinha’ vão à loucura. Divertidos temos muitos, o Ricardo Horta, o Raúl Silva, o Sequeira, temos um núcleo grande de divertidos, temos um grande grupo”.

O livro da vida de João Novais 9

Nome do pai como alcunha: “Os meus colegas chamam-me Abílio. Eu tive colegas de equipa que jogaram com o meu pai, o Nuno Silva e o Pedras, por exemplo. Havia uma ligação óbvia ao meu pai quando comecei a jogar e isso surgiu naturalmente. O Ricardo Horta e o Sequeira continuam a tratar-me pelo nome do meu pai. Eu levo na brincadeira, não me importo com isso”.

As quatro referências: “Sempre tive um fascínio por quatro jogadores: Beckham, Pirlo, Ronaldinho e Fabregas”.

O livro da vida de João Novais 10

Os atletas mais talentosos com quem jogou: “O Fábio Martins a nível técnico é acima da média, é um dos jogadores mais tecnicistas do nosso campeonato. Depois também joguei com o Pelé, que atua agora no Reading, que também me surpreendia bastante a todos níveis, foi um jogador com quem adorei jogar”.

Melhor golo da carreira: “O melhor golo da carreira foi ao serviço do Leixões SC contra a UD Oliveirense. A bola ficou no ar, dominei de peito e sem deixar cair atirei ao ângulo. Foi parecido com o golo do James Rodriguez que foi considerado o melhor golo do Mundial. Lembro-me que o Chiquinho, que agora joga no SL Benfica, pôs as mãos na cabeça quando fiz aquele golo.”

 



Treinadores que marcaram a sua carreira: “O Horácio Gonçalves e o Pedro Martins marcaram-me muito pelas oportunidades que me deram. O Horácio lançou-me na equipa principal ainda com idade de júnior e o Pedro Martins deu-me a oportunidade de dar o salto para a I Liga. Foram dois treinadores que vão ficar para sempre marcados na minha vida”.

Jogo com maior sabor amargo: “O empate com o FC Zorya em casa para a Liga Europa, custou-me muito. Nós não merecíamos aquele resultado pelo que fizemos na eliminatória. Foi muito duro não ter passado à fase de grupos da Liga Europa na última época”.

O livro da vida de João Novais 11

O pior momento: “Lembro-me que fui chamado à Seleção de Sub-20 para um torneio internacional, podia estrear-me por essa Seleção e, no dia em que me ia concentrar em Lisboa às 22 horas, tive a primeira jornada da II Liga com o Marítimo B. Lesionei-me nesse jogo, fiz um estiramento no joelho que me obrigou a ficar de fora dessa convocatória. Foi o pior momento da minha carreira”.

Melhor momento da carreira: “O melhor foi a conquista da Taça da Liga pelo SC Braga, é um momento inesquecível”.

O livro da vida de João Novais 12

O que mudou com o nascimento da filha: “Mudou tudo. A responsabilidade, o teu dia a dia, a tua liberdade, muda tudo. A partir do momento que tens uma filha tudo muda, a prioridade passa a ser ela”.

Um estágio pleno de emoções: “Foram dias maravilhosos. Eu fiz anos no estágio, no dia seguinte a minha filha nasce, fui a correr para o Porto vê-la nascer, quando regresso jogo com o Portimonense e faço o golo da vitória. Foram dias muito emotivos que nunca mais me vou esquecer”.

O livro da vida de João Novais 13

A tarefa de casa que menos gosta: “Não gosto de aspirar e de limpar o chão. O resto das tarefas acho que cumpro bem e até tenho essa iniciativa de ajudar”.

Os pratos preferidos: “Gosto muito de picanha e do arroz de marisco da minha mãe, só do da minha mãe”.

Local de férias predileto: “Adoro passar férias no Algarve. Gosto muito de estar perto da praia. Os clubes onde joguei na formação são relativamente perto do mar. Os meus avós eram pescadores e ganhei sempre muita afeição pela praia e pelo mar”.

O livro da vida de João Novais 14

As metas traçadas para o futuro: “Espero conquistar títulos e ajudar o SC Braga neste momento. Gostava de chegar à Seleção Nacional, é o sonho de qualquer atleta. Tenho a ambição de deixar a minha marca no futebol”.

Desejos para a sua carreira: “Gostava de deixar a minha marca como um jogador que ganhou muitos títulos, que deu sempre o máximo por onde passou e claro que tenho o sonho de ser reconhecido a nível internacional. Adorava que se lembrassem de mim como um grande jogador que teve uma grande carreira”.

em: www.scbraga.pt
5
Matheus já iniciou entrega de bens a famílias carenciadas

Guarda-redes do Sp. Braga já colocou mãos à obra em prol da sua campanha de solidariedade

Matheus iniciou esta nova semana colocando mãos à obra - devidamente equipado com luvas e uma máscara - em prol da sua campanha de solidariedade anunciada durante o fim-de-semana. Após a recolha de uma boa quantidade de bens essenciais (desde comida a produtos de higiene), o guarda-redes do Sp. Braga já iniciou a distribuição por famílias carenciadas.

"Começaram as entregas das cestas com os bens essenciais. Obrigado a cada um de vocês que estão a ajudar-nos a ajudar estas famílias", escreveu Matheus na sua página do Facebook, deixando ainda um apelo: "Ajude-me a ajudar."

Relacionado:

Matheus promove leilão para ajudar famílias portuguesas carenciadas

Recorde-se que, além da campanha de recolha e entrega de alimentos e outros produtos essenciais, o guarda-redes do Sp. Braga também está a promover um leilão de artigos desportivos, entre eles camisolas de competição, cujo valor será doado na totalidade a famílias carenciadas.

Por André Gonçalves

em: https://www.record.pt/futebol/futebol-nacional/liga-nos/sp--braga/detalhe/matheus-ja-iniciou-entrega-de-bens-a-familias-carenciadas?ref=Sp.%20Braga_DestaquesPrincipais
6
1 - Futebol / Clube / SAD / Re: Primeira Liga - Nossos adversários
« Última mensagem por Lipeste em 06 de Abril de 2020, 15:23 »
Clubes avançam para ‘lay-off’ de jogadores e sindicato vai queixar-se ao parlamento

Clubes da Liga, que não os grandes, e da II Liga iniciaram nas últimas horas envio de documentos a alguns seus futebolistas profissionais informando-os da colocação no sistema de lay-off, inclusivamente em tom de ameaça e de concretização unilateral da decisão, integrando a opção na medida excecional permitida pelo Governo durante a pandemia de Covid-19 e que alivia as contas das entidades patronais em prejuízo das contas do Estado.

O Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol, presidido por Joaquim Evangelista, discorda da medida e das justificações que estão a ser enviadas aos jogadores, uma vez que estas explicam a opção de lay-off com base em quebra de atividade e não com base em quebra de receitas, algo que, entende este organismo, os clubes na verdade não  conseguem provar, uma vez que receberam já o pagamento de março das operadores televisivas – por norma o principal sustento da atividade.

«Esta é uma forma de aproveitamento habilidoso, por parte de alguns clubes, de uma situação excecional de emergência que irá sobrecarregar, afinal, todos os portugueses. Não concordamos e vamos fazer uma denúncia aos grupos parlamentares. Não compreendemos esta opção, pois decorrem negociações entre o Sindicato e a Liga e é estranho que haja clubes que, desrespeitando isto, tomem esta medida unilateral», explicou a A BOLA Joaquim Evangelista.

Esta tarde, o SJPF irá fazer um comunicado alertando para esta situação.
 
em: https://www.abola.pt/nnh/2020-04-06/futebol-clubes-avancam-para-lay-off-de-jogadores-e-sindicato-vai-queixar-se-ao/838183
7
1 - Futebol / Clube / SAD / Re: Mercado de Verão 2020/2021
« Última mensagem por (S)oon(C)hampions(B)raga em 06 de Abril de 2020, 14:49 »
Neste momento acho que o Braga devia começar a pensar seriamente na próxima época.
Saídas:
Trincão (confirmado)
Palhinha (inevitável e infelizmente não ficará)
Wilson (fim de contrato e para mim já devia ter saído no início da época)
Wallace (indiferente)

Estas são as certas...
Outras possíveis:
Bruno Viana (tem de ser)
Ricardo Horta (infelizmente muito difícil ficar)
Tiago Sá (não serve)
Paulinho (possivelmente)
João Novais (se surgir boa proposta)


Plantel:

*Guardas* : Matheus ; Cláudio Ramos (graça) , Eduardo
*Laterais* : Esgaio , Figueiras , Sequeira
*Centrais* : Tormena , Raúl Silva ,Bruno Wilson, Rolando e Carmo
*Médios Defensivos* : CONTRATAÇÃO , Samuel Costa
*Médios Centro* : Fransérgio , André Horta
*Médios Ofensivos* : CONTRATAÇÃO , Novais
*Extremos* : Galeno , Fábio Martins + 2 CONTRATAÇÕES
*Pontas de lança* : Abel Ruiz , Fonte , (CONTRATAÇÃO ou Paulinho)



Acho que era preciso de um médio defensivo para substituir Palhinha, a minha escolha seria Gustavo Assunção do Famalicão se for possível.
Um central e um lateral esquerdo eram necessários.
Um médio ofensivo ,Pedro Gonçalves,seria um regresso a casa já que é um jogador do Mendes podia facilitar o negócio...quem sabe. (Kraev se não for possível o Pedro)
2 extremos, a não ser que o Horta queira ficar...
Gil Dias seria uma boa opção..não sei quem iria buscar mais,mas provavelmente um jogador do estrangeiro.
E por fim um PL caso Paulinho saia. Reforço do estrangeiro.

Custódio seria o treinador...apesar de não me convencer...

de extremos falta-te ai o Luther Singh e o Xadas....

ponta de lança falta-te ai a oportunidade mais que merecida que o Gonçalo Gregório da esquipa B merece na AA
8
PORTUGAL LIDER DO RANKING MUNDIAL DE FUTEBOL DE PRAIA
 
A seleção portuguesa é líder do Ranking Mundial de Futebol de Praia. Na lista divulgada esta quarta-feira pela Beach Soccer Worldwide, a Equipa das Quinas ultrapassou o Brasil na tabela com 4566 pontos, mais 21 que a seleção canarinha.

As conquistas do Campeonato do Mundo do Paraguai, da Liga Europeia, da medalha de Ouro nos Jogos Europeus de Minsk, do Mundialito 2019 e do Torneio da China foram essenciais para a seleção lusa ultrapassar o Brasil no Ranking Mundial.

A Seleção Nacional de Futebol de Praia contou com vários jogadores do SC Braga em todos os triunfos que lhe permitiu ascender ao topo do Ranking Mundial.

Top 10 do ranking da BSWW em março:

1. Portugal, 4566.
2. Brasil, 4545.
3. Itália, 3946.
4. Rússia, 3923.
5. Irão, 2309
6. Espanha, 2252.
7. Japão, 2105.
8. Suíça, 1994.
9. Senegal, 1762.
10 Paraguai, 1677.

em: www.scbraga.pt

O SC Braga continua a liderar o ranking de clubes. Somo os melhores do MUNDO.
9
1 - Futebol / Clube / SAD / Re: POR ONDE ANDAM ANTIGOS JOGADORES DO BRAGA
« Última mensagem por Lipeste em 06 de Abril de 2020, 12:02 »
DUAS DE LETRA EM MODO LENDÁRIO

Duas de Letra… com duas Lendas.

Longe de Braga mas nunca longe dos corações da Legião. Marafona e Vukcevic farão sempre parte da família e, como tal, estão sempre disponíveis para o ‘seu’ SC Braga.
O ‘Herói do Jamor’ e o ‘Vuk’ protagonizaram uma conversa super divertida, responderam às questões dos adeptos… e deixaram-nos com saudades de os termos connosco.


Vukcevic – Vuk, quando voltas?
“Em primeiro lugar um grande abraço. Sinceramente não sei. Ainda tenho muito tempo para jogar, mas um dia gostaria de jogar novamente com a camisola do SC Braga. Não sei quando, nem se vai ser possível. Mas acredito que um dia vou voltar”.
 

Marafona – Qual o sentimento de defender o pénalti do Maxi na final da Taça?
“Foi um sentimento de enorme alegria. Quando o defendi senti que já estava. Tínhamos ganho a Taça de Portugal. Foi uma alegria imensa”.
 

Vukcevic – Vuk, o que sentiste quando marcaste ao Vitória no jogo dos 5-0?
“Este jogo vai ficar na história. Marcámos cinco golos num dérbi e ganhamos 5-0. Um dos meus melhores momentos no SC Braga. Não costumo marcar golos, mas este foi um dos mais importantes”.
 

Marafona – Qual foi o pénalti mais difícil que defendeste? E porquê?
“Difícil penso que são todos. Obviamente que os da final, pelo simbolismo que tiveram, foram os mais difíceis e os mais saborosos. O Vuk gostou (risos)”.


Vukcevic – Quem é a tua inspiração?
“Não tenho nenhuma figura. Gosto de lutar e é essa minha inspiração. Acordar todos os dias e ir para a luta”.
 

Marafona – Tens saudades do teu colega de quarto? (Pergunta feita pelo Palhinha)
“Claro que tenho saudades, principalmente às quatro da manhã quando ressonavas e me acordavas. Fazias com que filmasse. Um dia destes mando o vídeo e apareces na gala”.
 

Vukcevic – Achas que já falas melhor Português do que o Marafona?
“Não sei se falo melhor português, mas inglês e turco tenho a certeza. Não sei se ele sabe sequer uma palavra (risos)”.
 

Marafona – Do que mais gostas na posição de guarda-redes?
“O que mais gosto é poder sentir que tenho dez jogadores à minha frente que confiam em mim. É algo motivante. É muito bom sentir isso. Nós que somos a última barreira”.
 

Vukcevic – Como foi jogar ao meu lado? (Pergunta feita pelo Jefferson)
“Grande Jefferson. Gostei muito de jogar contigo, mas sobretudo de partilhar o balneário contigo. Jogar… Mais ou menos, mas falar contigo era fantástico (risos)”.


Marafona – Quem é o teu melhor patrocinador de chuteiras? (Pergunta feita pelo Paulinho)
“És tu, mas estás a falhar. Ainda estou à espera, não me venhas dizer que ficou preso na alfândega. Já estou a precisar de dois pares. Um de borracha e um misto. Muito obrigado meu amigo”.
 

Vukcevic – Quais são as tuas melhores recordações de Braga
“Quando ganhámos a Taça de Portugal. Depois ganhar 5-0 ao Vitória SC no dérbi. A vitória sobre o Fenerbahce por 4-1 também foi fantástico. São jogos que ficarão sempre na memória”.


Marafona – Como sabes para onde vão as bolas nos penáltis?
“Eu não sei (risos). Agora temos vídeos e material de observação que nos ajuda bastante. Depois é a escolha e o feeling”.
 

Vukcevic – Como foi ser capitão do Mágico?
“Quando cheguei a Braga não pensava que isso fosse possível. Cinco anos depois, foi um orgulho para mim, um montenegrino, ser capitão numa equipa grande de Portugal. Acho que foi merecido”.
 

Marafona – O que você planta hoje, você vai colher amanhã? (Pergunta feita pelo Raul Silva)
(com sotaque brasileiro) “Já disse para você que o que eu colhi hoje já plantei (risos). Não esqueça essa frase não”.
 

Vukcevic – Como está a ser viver esta situação em Espanha?
“Está difícil. Estamos em casa há mais ou menos 25 dias. Não saímos. Compras online apenas. Mas isto vai passar e vamos aprender muito com tudo. Aprender a desfrutar da vida todos os dias”.
 

Marafona – Quantos minutos estiveste com o Vital a estudar os jogadores do FC Porto?
“Todos os jogos o mister Vital fornece uma pen com o tal estudo pormenorizado que falei. É algo que se faz normalmente e na final não foi diferente. O que ele me transmitiu foi uma enorme confiança”.


Vukcevic – Do que tens mais saudades do clube?
“Marafona (risos). Muitas coisas. Sobretudo o apoio que tinha de todos. É disso que sinto mais falta”.
 

Marafona – Quem foi o melhor parceiro de treino que já tiveste? (Pergunta feita pelo Tiago Sá)
“Tu foste um dos grandes parceiros que já tive. Não vou enumerar as razões porque posso complicar a tua vida. Podes saber que foste um dos grandes sem dúvida”.
 

Vukcevic – Como é que é jogar contra o Messi?
“É uma grande experiência jogar contra o melhor jogador da história do futebol” (segue-se milésima discussão entre quem é o melhor)


Marafona – O que é que andas a fazer nesta quarentena?
“A minha quarentena não começou há muito, porque fizemos mais um jogo e treinámos mais duas semanas. Só estou esta semana em casa. Procuro treinar, ver filmes e estar com a família acima de tudo”.
 

Vukcevic – Com quem gostarias de voltar a jogar do plantel atual?
“Tenho dois jogadores. Com o Paulinho, porque gosto muito dele, e André Horta. O André tem qualidade para chegar ao topo. Não sei porque tem jogado menos, porque tem muita qualidade”.


Marafona – Marafa, porque é que você não escuta bem? (Pergunta feita pelo Jefferson)
“Foi um prazer partilhar o balneário contigo. O esquerdo é pior, mas hoje estou-te a ouvir bem, pus os dois auriculares (risos).
 

Vukcevic – Quem era o jogador mais brincalhão do teu tempo?
“André Pinto. Nunca vi uma pessoa que goste tanto de falar como ele. Jefferson também. E ainda o Djavan. Nunca vi uma figura como ele”.


Marafona – Qual é a diferença do futebol português para o turco?
“O futebol português é mais organizado e taticamente é mais difícil. Aqui joga-se um futebol mais aberto. Talvez as equipas sejam mais equilibradas. O último pode ganhar na casa do primeiro. O futebol português é superior”.
 

Vukcevic – Quais são as maiores diferenças entre a cultura portuguesa e a do Montenegro?
“Somos mais nervosos, sem dúvida. Gostamos mais de desfrutar da vida”.
 

Marafona – O que dirias àqueles que agora estão a dar os primeiros passos como guarda-redes?
“Que se divirtam e que joguem com paixão. Para nunca desistirem e lutarem pelos sonhos. Quando parece que nada vai correr bem é quando a vida nos surpreende”.


Vukcevic – Concordas que te tornaste num jogador mais calmo ao longo dos anos. Porquê?
“Estou mais controlado. Mas nunca vou ser mais calmo. Nunca. Não quero mudar (risos)”.
 

Marafona – Quem é o melhor guarda-redes do Mundo?
“Tenho dois ídolos. O Toldo e o Buffon. Da atualidade andará entre Oblak, Ederson e De Gea”.
 

Marafona/Vukevic – Qual foi o melhor treinador que tiveram em Braga?
M – “Paulo Fonseca. Acho que é comum. Ensinou-nos muito e marcou-nos bastante, pela conquista que tivemos juntos”.
V – “Paulo Fonseca. Ele tem algo especial. É um grande treinador e uma grande pessoa”.
 

Marafona – Quem era o jogador mais preguiçoso do plantel?
“Era eu, a seguir ao Vuk. Essa não é a palavra mais indicada. Há jogadores que demoram mais a entrar no treino e no jogo. Mas incluo-me nesse lote”.
 

Marafona/Vukcevic – Acompanham e sentem o SC Braga onde estão?
M – “Tento acompanhar quase sempre. Devido aos horários não consigo acompanhar todos. Mas vejo quase todos”.
V – “Também tento. Mas quem me conhece sabe que não gosto de ver futebol na televisão. Vi alguns, nomeadamente na vitória contra o FC Porto no Dragão e contra o SL Benfica”.


Marafona – Foste tu que ensinaste o Matheus a defender penáltis?
“Não. Nem ninguém. Nós como guarda-redes podemos olhar para os melhores e tentar aprender. É isso que faço, assim como o Matheus, o Tiago Sá e todos os outros”.
 

Marafona/Vukcevic – Onde se vêm no futuro? Gostavam de voltar a Portugal?
M – “Tenho mais um ano de contrato. Penso que vou cumprir e ainda não pensei muito sobre isso. Mas é uma das hipóteses no futuro”.
V – “Tenho mais dois anos. Ainda é cedo para falar sobre isto. Mas não descarto um regresso”.
 

Marafona – Tens saudades da comida portuguesa?
“Muitas. Principalmente carne de porco, que aqui não existe. Só como frango, porque as restantes carne são horríveis”.
 

Marafona/Vukcevic – O SC Braga está a crescer?
M – “O SC Braga está a crescer muito. Basta olhar para o clube e para toda a organização. Assim como os resultados desportivos”.
V – “O clube tem crescido muito. Já não há apenas o top 3, mas sim um top 4 em Portugal”.
 

Marafona – Se não fosses guarda-redes, em que posição jogarias?
“Era número 10. Acho que tenho alguma qualidade de passe e alguma inteligência para ler o jogo”.


Vukcevic – Qual foi o melhor jogo europeu que tiveste no Braga?
“O jogo com o Fenerbahce”.

 
Marafona/Vukcevic – Como capitão, o Alan era exigente?
M – “O Alan era muito experiente e exigente como capitão. Sempre que havia problemas dizia presente e aquilo que pensava em prol do clube”.
V – “Um grande jogador e uma grande pessoa. Um dos melhores da história”.

 
Vukcevic – É mais difícil aprender Português ou marcar um golo ao Marafona?
“É a segunda hipótese. Nunca fiz um golo no treino ao Marafona”.

 
Marafona – Qual a tua estratégia para defender penáltis?
“Já disse anteriormente. Passa por observar os marcadores e seguir o tal feeling. É algo que nasce connosco”.


Vukcevic – Quem é o jogador que, se pudesses, levavas para todo o lado?
“O Rafa. Atualmente o Paulinho”.
 

Marafona – Quem é o melhor guarda-redes do SC Braga atualmente?
“O SC Braga tem três bons guarda-redes. É impossível dizer um, porque são os três muito bons. O clube está muito bem servido”.
 

Vukcevic – Quais as maiores diferenças entre os campeonatos português e espanhol?
“São muito diferentes. Aqui é tudo mais rápido e mais intenso. Principalmente contra grandes equipas, onde 80 por cento do jogo estamos sem bola”.
 

Marafona/Vukcevic – Qual de vocês é o mais competitivo?
M – “Em treino não somos os dois muito competitivos. Em jogo somos dois grandes competidores, que queremos muito ganhar”.
V – “Não gostamos muito de treinar, mas nos jogos…”


Marafona/Vukcevic – Quem foi o melhor jogador com que jogaram em Braga? E o mais virtuoso?
M – “Talvez o Rafa. Era um jogador de referência, diferenciado. O mais virtuoso talvez o Josué. Tecnicamente muito bom”.

em: www.scbraga.pt
10
1 - Futebol / Clube / SAD / Re: Primeira Liga - Nossos adversários
« Última mensagem por Lipeste em 06 de Abril de 2020, 11:56 »
Número de portugueses em lay-off já supera o do desemprego

em: https://sicnoticias.pt/especiais/coronavirus/2020-04-04-Numero-de-portugueses-em-lay-off-ja-supera-o-do-desemprego

__________________


Já  circula  informação no sentido do Lay-off chegar aos clubes/SAD (jogadores e funcionários)...as SAD são empresas e os jogadores são trabalhadores com salários do outro mundo portanto terão sempre mais facilidade de viver com a medida do que todos os outros...preocupam-me mais as dificuldades que os funcionários dos clubes e restantes trabalhadores enfrentam perante tal medida do que aquelas que os jogadores de elite não irão enfrentar.
Páginas: [1] 2 3 4 5 ... 10
Anuncios M
Anuncios M