O debate está a derivar para algo de muito mais importante do que a transmissão de um jogo de futebol.
Ne verdade, na base de tudo isto está uma concepção centralista da "Nação".
Como país, nascemos em Guimarães, mas as primeiras raizes da nacionalidade estão em Braga, na transição romano-gótica. Ou seja, como Nação, nascemos em Braga.
Tivemos Coimbra como primeira capital mas esta derivou, sabe-se lá porquê, para Lisboa. No entanto, a raíz política está no Porto, origem do condado portucalense. Ou seja, como Estado, nascemos no Porto.
Vejam: uma país tão pequeno, com 3 berços!
No meio disto tudo, aparece Lisboa. Porquê? Meras circunstâncias políticas relacionadas com os primeiros reis da dinastia de Avis e respectiva guerra com Castela.
A partir daí Lisboa foi uma criação dos políticos. Como tal teve de haver um esforço muito grande para manter essa hegemonia. Como contrariar isso? Com união. Noutros países mais evoluidos, como França, Inglaterra ou Alemanha, as grandes cidades são centros políticos mas há muito mais descentralização. Isto já para não falar da Espanha, com as regiões administrativas semi-autonomas.
Por outro lado há a questão mental: somos muito paternalistas porque temos uma história feita de grandes nomes e habitua-mo-nos a que os problemas sejam resovidos de cima para baixo.
Em Braga, temos que nos deixar de rivalidades tontas e, junto com Guimarães e com todo o país, lutar por uma verdadeira regionalização. Sem isso, acreditem, o biclubismo não acabará nunca. Porque o biclubismo resulta desse paternalismo bacoco que vem do tempo de Afonso Henriques
Ne verdade, na base de tudo isto está uma concepção centralista da "Nação".
Como país, nascemos em Guimarães, mas as primeiras raizes da nacionalidade estão em Braga, na transição romano-gótica. Ou seja, como Nação, nascemos em Braga.
Tivemos Coimbra como primeira capital mas esta derivou, sabe-se lá porquê, para Lisboa. No entanto, a raíz política está no Porto, origem do condado portucalense. Ou seja, como Estado, nascemos no Porto.
Vejam: uma país tão pequeno, com 3 berços!
No meio disto tudo, aparece Lisboa. Porquê? Meras circunstâncias políticas relacionadas com os primeiros reis da dinastia de Avis e respectiva guerra com Castela.
A partir daí Lisboa foi uma criação dos políticos. Como tal teve de haver um esforço muito grande para manter essa hegemonia. Como contrariar isso? Com união. Noutros países mais evoluidos, como França, Inglaterra ou Alemanha, as grandes cidades são centros políticos mas há muito mais descentralização. Isto já para não falar da Espanha, com as regiões administrativas semi-autonomas.
Por outro lado há a questão mental: somos muito paternalistas porque temos uma história feita de grandes nomes e habitua-mo-nos a que os problemas sejam resovidos de cima para baixo.
Em Braga, temos que nos deixar de rivalidades tontas e, junto com Guimarães e com todo o país, lutar por uma verdadeira regionalização. Sem isso, acreditem, o biclubismo não acabará nunca. Porque o biclubismo resulta desse paternalismo bacoco que vem do tempo de Afonso Henriques
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oiçam a transmissao da Antena Minho é a unica forma de agradecer o apoio e dedicação,vamos subir as audiencias.
