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FUTEBOL FEMININO - Época 2021/22
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FUTEBOL FEMININO - Época 2021/22
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  Re: FUTEBOL FEMININO - Época 2021/22
« Responder #922 em: 07 de Outubro de 2021, 16:59 »
É de esperar o jogo no Domingo ser gratuito para todos?
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  Re: FUTEBOL FEMININO - Época 2021/22
« Responder #923 em: 09 de Outubro de 2021, 14:16 »
INFORMAÇÕES | JOGOS 1º DE MAIO
https://scbraga.pt/informacoes-jogos-1o-de-maio/
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  Re: FUTEBOL FEMININO - Época 2021/22
« Responder #925 em: 10 de Outubro de 2021, 19:01 »
4-0 mas não jogamos grande coisa, não há fio de jogo.
Temos mais 3 jogos desta "pré época" para aprimorar o nosso jogo antes de começar a fase decisiva.
Já nem me lembrava que a Vanessa estava cá.
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  Re: FUTEBOL FEMININO - Época 2021/22
« Responder #926 em: 10 de Outubro de 2021, 19:15 »
Muitas más decisões perto da baliza adversária, talvez por falta de qualidade ou cabeça.
Vanessa esteve lesionada no jogo anterior e neste já sentou, pode ser que regresse para o próximo.
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  Re: FUTEBOL FEMININO - Época 2021/22
« Responder #927 em: 13 de Outubro de 2021, 17:57 »


scbraga.pt

Ana Rute e Inês Maia na Seleção Nacional B

As Gverreiras Ana Rute e Inês Maia foram convocadas para a Seleção Nacional B.

As duas jogadoras do SC Braga são opções da Equipa das Quinas para o estágio de preparação que irá decorrer entre os dias 17 e 25 de outubro. Está planeado um encontro frente à seleção de Espanha e mais um jogo-treino.

Recorde-se que, para além de Inês Maia e Ana Rute, cinco Gverreiras vão estar ao serviço da Seleção Feminina A.

em: https://scbraga.pt/ana-rute-e-ines-maia-na-selecao-nacional-b/
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  Re: FUTEBOL FEMININO - Época 2021/22
« Responder #928 em: 13 de Outubro de 2021, 21:15 »
temos algumas muito boas jogadoras ( jermaine  , diana gomes , mira )  em que se nota melhorias a nivel tecnico/fisico , e outras boas jogadoras ( dolores  ,norton ) que me parecem estagnadas , e outras jogadoras medianas( carolina mendes , ana rute , paige e vitoria almeida ) , tem nos valido a super jermaine .   acho que falta muito treino tecnico /fisico  para se atingir o topo a nivel nacional .
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  Re: FUTEBOL FEMININO - Época 2021/22
« Responder #929 em: 18 de Outubro de 2021, 13:54 »
Um artigo sobre a realidade contratual do futebol feminino em Portugal:
https://www.dn.pt/desporto/dos-zero-aos-8-mil-euros-ha-jogadoras-a-recibo-verde-e-poucas-tem-bons-contratos-14227637.html

Podia-se começar por ter uma 1º divisão com 12 equipas no máximo.
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  Re: FUTEBOL FEMININO - Época 2021/22
« Responder #930 em: 18 de Outubro de 2021, 14:23 »
Um artigo sobre a realidade contratual do futebol feminino em Portugal:
https://www.dn.pt/desporto/dos-zero-aos-8-mil-euros-ha-jogadoras-a-recibo-verde-e-poucas-tem-bons-contratos-14227637.html

Podia-se começar por ter uma 1º divisão com 12 equipas no máximo.
Muito honestamente, e se calhar vão-me chamar de machista, mas para o nível que o futebol feminino apresenta em Portugal o salário mínimo seria o adequado em grande parte dos casos. Há pessoal nas distritais (homens) que nem o ordenado mínimo recebem e se jogassem contra equipas de topo femininas, o mais certo era ganharem... já para não falar que em termos de audiências (publico presente + transmissões, falo só de Portugal neste caso), não fossem alguns jogos que têm transmissão televisiva, e estariam ao nível das distritais ou pior.
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  Re: FUTEBOL FEMININO - Época 2021/22
« Responder #931 em: 18 de Outubro de 2021, 14:54 »
Um artigo sobre a realidade contratual do futebol feminino em Portugal:
https://www.dn.pt/desporto/dos-zero-aos-8-mil-euros-ha-jogadoras-a-recibo-verde-e-poucas-tem-bons-contratos-14227637.html

Podia-se começar por ter uma 1º divisão com 12 equipas no máximo.
Muito honestamente, e se calhar vão-me chamar de machista, mas para o nível que o futebol feminino apresenta em Portugal o salário mínimo seria o adequado em grande parte dos casos. Há pessoal nas distritais (homens) que nem o ordenado mínimo recebem e se jogassem contra equipas de topo femininas, o mais certo era ganharem... já para não falar que em termos de audiências (publico presente + transmissões, falo só de Portugal neste caso), não fossem alguns jogos que têm transmissão televisiva, e estariam ao nível das distritais ou pior.
Existe futebol (que é o masculino) e existe futebol feminino. São duas coisas totalmente diferentes, quer a nível fisiológico quer a nível competitivo. O futebol feminino só há pouco tempo começou a rumar à profissionalização, por isso não é de admirar falta de receitas (a própria champions dá uns trocos) e claro, os ordenados baixos.

E é por isso que os ordenados são obrigatoriamente mais baixos. Porque não geram receitas.
Mas é também a falta de profissionalização que faz com que a qualidade seja baixa. É pescadinha rabo na boca.

A comparação de que uma equipa de futebol feminino perderia contra uma de futebol masculino da distrital faz pouco sentido, porque nunca poderá ocorrer. Era a mesma coisa que dizer que a recordista do mundo da meia maratona, ou vencedora do Roland Garros, não merecem ganhar mais que 5€ porque perderiam contra o 200º do ranking.
Quem não sente não é filho de boa gente.
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  Re: FUTEBOL FEMININO - Época 2021/22
« Responder #932 em: 18 de Outubro de 2021, 15:05 »
Um artigo sobre a realidade contratual do futebol feminino em Portugal:
https://www.dn.pt/desporto/dos-zero-aos-8-mil-euros-ha-jogadoras-a-recibo-verde-e-poucas-tem-bons-contratos-14227637.html

Podia-se começar por ter uma 1º divisão com 12 equipas no máximo.
Muito honestamente, e se calhar vão-me chamar de machista, mas para o nível que o futebol feminino apresenta em Portugal o salário mínimo seria o adequado em grande parte dos casos. Há pessoal nas distritais (homens) que nem o ordenado mínimo recebem e se jogassem contra equipas de topo femininas, o mais certo era ganharem... já para não falar que em termos de audiências (publico presente + transmissões, falo só de Portugal neste caso), não fossem alguns jogos que têm transmissão televisiva, e estariam ao nível das distritais ou pior.
Existe futebol (que é o masculino) e existe futebol feminino. São duas coisas totalmente diferentes, quer a nível fisiológico quer a nível competitivo. O futebol feminino só há pouco tempo começou a rumar à profissionalização, por isso não é de admirar falta de receitas (a própria champions dá uns trocos) e claro, os ordenados baixos.

E é por isso que os ordenados são obrigatoriamente mais baixos. Porque não geram receitas.
Mas é também a falta de profissionalização que faz com que a qualidade seja baixa. É pescadinha rabo na boca.

A comparação de que uma equipa de futebol feminino perderia contra uma de futebol masculino da distrital faz pouco sentido, porque nunca poderá ocorrer. Era a mesma coisa que dizer que a recordista do mundo da meia maratona, ou vencedora do Roland Garros, não merecem ganhar mais que 5€ porque perderiam contra o 200º do ranking.
Estás a comparar o incomparável. Eu estou a comparar futebol com futebol.
Além disso eu fiz referência ao factor preponderante (sublinhado a negrito) e que tu também falas, a falta de receitas. O futebol feminino em Portugal, não fossem as transmissões televisivas de alguns jogos (que se resumem aos jogos de x equipas que têm maior massa adepta), em termos de audiências e interesse estaria ao nível das distritais. E sejamos honestos se o nível é esse então o justo é terem ordenados proporcionais aos que jogadores das equipas masculinas das distritais recebem.
E a profissionalização não deve aparecer só porque sim, deve aparecer se houver motivo para tal. Se a população e o público em geral não tem interesse nesse desporto então a profissionalização não faz sentido nenhum ou é só para forçar a "igualdade de género" sem justificação alguma? Aliás é assim que funciona em todas as modalidades... vejam o caso do andebol, futsal, etc, etc, só um número reduzido de equipas é que são profissionais (e muitas só o são às custas das receitas geradas pelo futebol masculino diga-se, pois fossem proporcionais ao interesse e receitas geradas pelas mesmas e a situação era totalmente diferente).
« Última modificação: 18 de Outubro de 2021, 15:12 por PEDRØ XVI »
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  Re: FUTEBOL FEMININO - Época 2021/22
« Responder #933 em: 18 de Outubro de 2021, 21:47 »
Um artigo sobre a realidade contratual do futebol feminino em Portugal:
https://www.dn.pt/desporto/dos-zero-aos-8-mil-euros-ha-jogadoras-a-recibo-verde-e-poucas-tem-bons-contratos-14227637.html

Podia-se começar por ter uma 1º divisão com 12 equipas no máximo.
Muito honestamente, e se calhar vão-me chamar de machista, mas para o nível que o futebol feminino apresenta em Portugal o salário mínimo seria o adequado em grande parte dos casos. Há pessoal nas distritais (homens) que nem o ordenado mínimo recebem e se jogassem contra equipas de topo femininas, o mais certo era ganharem... já para não falar que em termos de audiências (publico presente + transmissões, falo só de Portugal neste caso), não fossem alguns jogos que têm transmissão televisiva, e estariam ao nível das distritais ou pior.
Existe futebol (que é o masculino) e existe futebol feminino. São duas coisas totalmente diferentes, quer a nível fisiológico quer a nível competitivo. O futebol feminino só há pouco tempo começou a rumar à profissionalização, por isso não é de admirar falta de receitas (a própria champions dá uns trocos) e claro, os ordenados baixos.

E é por isso que os ordenados são obrigatoriamente mais baixos. Porque não geram receitas.
Mas é também a falta de profissionalização que faz com que a qualidade seja baixa. É pescadinha rabo na boca.

A comparação de que uma equipa de futebol feminino perderia contra uma de futebol masculino da distrital faz pouco sentido, porque nunca poderá ocorrer. Era a mesma coisa que dizer que a recordista do mundo da meia maratona, ou vencedora do Roland Garros, não merecem ganhar mais que 5€ porque perderiam contra o 200º do ranking.
Estás a comparar o incomparável. Eu estou a comparar futebol com futebol.
Além disso eu fiz referência ao factor preponderante (sublinhado a negrito) e que tu também falas, a falta de receitas. O futebol feminino em Portugal, não fossem as transmissões televisivas de alguns jogos (que se resumem aos jogos de x equipas que têm maior massa adepta), em termos de audiências e interesse estaria ao nível das distritais. E sejamos honestos se o nível é esse então o justo é terem ordenados proporcionais aos que jogadores das equipas masculinas das distritais recebem.
E a profissionalização não deve aparecer só porque sim, deve aparecer se houver motivo para tal. Se a população e o público em geral não tem interesse nesse desporto então a profissionalização não faz sentido nenhum ou é só para forçar a "igualdade de género" sem justificação alguma? Aliás é assim que funciona em todas as modalidades... vejam o caso do andebol, futsal, etc, etc, só um número reduzido de equipas é que são profissionais (e muitas só o são às custas das receitas geradas pelo futebol masculino diga-se, pois fossem proporcionais ao interesse e receitas geradas pelas mesmas e a situação era totalmente diferente).
Eu não discordo da disparidade nos ordenados. Se o futebol feminino rendesse o que paga o futebol masculino aí sim seria um problema.

Sobre futebol feminino e masculino serem a mesma coisa, não são. Se fossem podiam jogar juntos.
Não são nem nunca serão.
O interesse na profissionalização é o mesmo que em qualquer outra atividade. Sem investimento não há crescimento. Ou podem sempre esperar sentados que cresçam sozinhos.
Essa das modalidades crescerem à custa do futebol tem que se lhe diga. Oliveirense (basket ou hoquei) ou Barcelos vão buscar balurdios ao futebol. Assim como tantas outras equipas no passado. O futebol neste país é um eucalipto mas ainda assim o problema está nas migalhas que escapam?
O melhor é acabar com o COP e canalizar tudo para a pobre FPF.
Quem não sente não é filho de boa gente.
PEDRØ XVI
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  Re: FUTEBOL FEMININO - Época 2021/22
« Responder #934 em: 19 de Outubro de 2021, 00:52 »
Um artigo sobre a realidade contratual do futebol feminino em Portugal:
https://www.dn.pt/desporto/dos-zero-aos-8-mil-euros-ha-jogadoras-a-recibo-verde-e-poucas-tem-bons-contratos-14227637.html

Podia-se começar por ter uma 1º divisão com 12 equipas no máximo.
Muito honestamente, e se calhar vão-me chamar de machista, mas para o nível que o futebol feminino apresenta em Portugal o salário mínimo seria o adequado em grande parte dos casos. Há pessoal nas distritais (homens) que nem o ordenado mínimo recebem e se jogassem contra equipas de topo femininas, o mais certo era ganharem... já para não falar que em termos de audiências (publico presente + transmissões, falo só de Portugal neste caso), não fossem alguns jogos que têm transmissão televisiva, e estariam ao nível das distritais ou pior.
Existe futebol (que é o masculino) e existe futebol feminino. São duas coisas totalmente diferentes, quer a nível fisiológico quer a nível competitivo. O futebol feminino só há pouco tempo começou a rumar à profissionalização, por isso não é de admirar falta de receitas (a própria champions dá uns trocos) e claro, os ordenados baixos.

E é por isso que os ordenados são obrigatoriamente mais baixos. Porque não geram receitas.
Mas é também a falta de profissionalização que faz com que a qualidade seja baixa. É pescadinha rabo na boca.

A comparação de que uma equipa de futebol feminino perderia contra uma de futebol masculino da distrital faz pouco sentido, porque nunca poderá ocorrer. Era a mesma coisa que dizer que a recordista do mundo da meia maratona, ou vencedora do Roland Garros, não merecem ganhar mais que 5€ porque perderiam contra o 200º do ranking.
Estás a comparar o incomparável. Eu estou a comparar futebol com futebol.
Além disso eu fiz referência ao factor preponderante (sublinhado a negrito) e que tu também falas, a falta de receitas. O futebol feminino em Portugal, não fossem as transmissões televisivas de alguns jogos (que se resumem aos jogos de x equipas que têm maior massa adepta), em termos de audiências e interesse estaria ao nível das distritais. E sejamos honestos se o nível é esse então o justo é terem ordenados proporcionais aos que jogadores das equipas masculinas das distritais recebem.
E a profissionalização não deve aparecer só porque sim, deve aparecer se houver motivo para tal. Se a população e o público em geral não tem interesse nesse desporto então a profissionalização não faz sentido nenhum ou é só para forçar a "igualdade de género" sem justificação alguma? Aliás é assim que funciona em todas as modalidades... vejam o caso do andebol, futsal, etc, etc, só um número reduzido de equipas é que são profissionais (e muitas só o são às custas das receitas geradas pelo futebol masculino diga-se, pois fossem proporcionais ao interesse e receitas geradas pelas mesmas e a situação era totalmente diferente).
Eu não discordo da disparidade nos ordenados. Se o futebol feminino rendesse o que paga o futebol masculino aí sim seria um problema.

Sobre futebol feminino e masculino serem a mesma coisa, não são. Se fossem podiam jogar juntos.
Não são nem nunca serão.
O interesse na profissionalização é o mesmo que em qualquer outra atividade. Sem investimento não há crescimento. Ou podem sempre esperar sentados que cresçam sozinhos.
Essa das modalidades crescerem à custa do futebol tem que se lhe diga. Oliveirense (basket ou hoquei) ou Barcelos vão buscar balurdios ao futebol. Assim como tantas outras equipas no passado. O futebol neste país é um eucalipto mas ainda assim o problema está nas migalhas que escapam?
O melhor é acabar com o COP e canalizar tudo para a pobre FPF.
As modalidades crescem à custa do futebol? Onde é que eu disse isso? O que escrevi foi que as modalidades dos estarolas são financiadas pelas suas equipas de futebol e penso não estar a dizer nenhuma barbaridade. Relativamente à Oliveiresense e o Barcelos, um tem investidores e outro apesar de apresentar boas equipas em alguns anos não consegue competir com os estarolas e já não é campeão à largos anos.

Há boas equipas extra-estarolas em qualquer modalidade, no entanto isso não invalida o que eu disse. Nenhuma dessas equipas conseguem competir constantemente com os estarolas. Já os estarolas nas modalidades, se vivessem exclusivamente das receitas geradas por essas mesmas modalidades nunca conseguiriam ter as equipas que têm, não disse nenhuma mentira, é a realidade.
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  Re: FUTEBOL FEMININO - Época 2021/22
« Responder #935 em: 14 de Novembro de 2021, 13:56 »
O Clube de Albergaria garantiu, este domingo, a última vaga para a fase de apuramento de campeão da Liga BPI, ao empatar no terreno do Valadares Gaia (0-0) na última jornada da Série Norte.

O Clube de Albergaria junta-se assim a SC Braga, Famalicão e Lank Vilaverdense no lote de apurados na Zona Norte, completando o lote da Zona Sul formado por Benfica, Sporting, Torreense e Marítimo.

A fase de apuramento de campeão começa no próximo dia 5 de dezembro.

A Bola
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