Lamentavelmente, na minha opinião, a Polícia de Segurança Pública de segurança tem muito pouco, em especial na região norte. Já há vários anos que sinto que as forças de segurança não nos fazem sentir mais seguros, antes pelo contrário.
Desde que fomos barbaramente agredidos, em Aveiro, para a Supertaça contra o Benfica que deixei de ir ver jogos fora. Nesse jogo, fui com a minha filha, de oito anos, e fomos atacados, no final do jogo, por um grupo enorme de criminosos, que nada têm a ver com os verdadeiros adeptos do Benfica. Pedimos ajuda à PSP que pouco ou nada fez…
Inclusivamente em Braga, grupos de vândalos chegam à cidade, em carrinhas, e atacam indiscriminadamente adeptos pacíficos que se dirigem para o estádio.
A PSP sabe disto mas pouco faz.
No sábado, mais um caso. No final do jogo com o Benfica, quando saia com a minha filha pelo setor A3 da nascente, na parte de fora caíram cadeiras, sobre nós, atiradas de mais de 30 metros de altura. Ninguém ficou ferido por milagre. Pedimos ajuda à PSP, que viu, e nada fez!
Pergunto, para que serve a PSP?
A minha filha questionava-me se a polícia não nos protegia.
Hoje em dia, nestes jogos, ou não vamos ao futebol ou temos de ter muito cuidado porque o clima de insegurança é enorme. A PSP, infelizmente, é um retrato da nossa sociedade. Muitos elementos, desta corporação, na minha opinião, denotam falta de civismo, educação, profissionalismo e sentido de humanidade.
Há muito que não gosto de estar por perto da força de intervenção da PSP. Sei que pouco ou nada vão fazer para me proteger e a probabilidade de ser agredido, por um deles, é muito grande.
Não é com agrado que escrevo estas palavras mas é aquilo que efetivamente sinto e, cada vez mais, me faz pensar se vale a pena ir ao futebol.
Em países desenvolvidos também existem criminosos e vândalos que agridem as pessoas, no entanto, as forças policiais agem protegendo quem efetivamente merece ser protegido.
Desde que fomos barbaramente agredidos, em Aveiro, para a Supertaça contra o Benfica que deixei de ir ver jogos fora. Nesse jogo, fui com a minha filha, de oito anos, e fomos atacados, no final do jogo, por um grupo enorme de criminosos, que nada têm a ver com os verdadeiros adeptos do Benfica. Pedimos ajuda à PSP que pouco ou nada fez…
Inclusivamente em Braga, grupos de vândalos chegam à cidade, em carrinhas, e atacam indiscriminadamente adeptos pacíficos que se dirigem para o estádio.
A PSP sabe disto mas pouco faz.
No sábado, mais um caso. No final do jogo com o Benfica, quando saia com a minha filha pelo setor A3 da nascente, na parte de fora caíram cadeiras, sobre nós, atiradas de mais de 30 metros de altura. Ninguém ficou ferido por milagre. Pedimos ajuda à PSP, que viu, e nada fez!
Pergunto, para que serve a PSP?
A minha filha questionava-me se a polícia não nos protegia.
Hoje em dia, nestes jogos, ou não vamos ao futebol ou temos de ter muito cuidado porque o clima de insegurança é enorme. A PSP, infelizmente, é um retrato da nossa sociedade. Muitos elementos, desta corporação, na minha opinião, denotam falta de civismo, educação, profissionalismo e sentido de humanidade.
Há muito que não gosto de estar por perto da força de intervenção da PSP. Sei que pouco ou nada vão fazer para me proteger e a probabilidade de ser agredido, por um deles, é muito grande.
Não é com agrado que escrevo estas palavras mas é aquilo que efetivamente sinto e, cada vez mais, me faz pensar se vale a pena ir ao futebol.
Em países desenvolvidos também existem criminosos e vândalos que agridem as pessoas, no entanto, as forças policiais agem protegendo quem efetivamente merece ser protegido.

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