O protesto de AS e o G15

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Offline Magicobraga

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Re: O protesto de AS e o G15
« Responder #80 em: 03 de Dezembro de 2017, 11:19 »
Mas alguém acredita naquilo?

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Offline anti-lampioes

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Re: O protesto de AS e o G15
« Responder #81 em: 03 de Dezembro de 2017, 14:13 »
parece que so existem 3clubes mesmo so com 3clubes nao sabem contar eu conto 14

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Offline rpo.castro

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Re: O protesto de AS e o G15
« Responder #82 em: 03 de Dezembro de 2017, 15:12 »
Realmente
Quem não sente não é filho de boa gente.

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Offline Luís Duarte

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Re: O protesto de AS e o G15
« Responder #83 em: 03 de Dezembro de 2017, 15:16 »

A explicação está no canto da imagem...
07/09/2007 - 07/09/2017
10 anos de SuperBraga

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Offline GUERREIROS

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Re: O protesto de AS e o G15
« Responder #84 em: 03 de Dezembro de 2017, 22:39 »
Aqueles que andam a faltar a reuniões já sofrem golos que não são validados, para azar do Setúbal, estas vergonhas têm que ser partilhadas...

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Offline enormeBRAGA

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Re: O protesto de AS e o G15
« Responder #85 em: 03 de Dezembro de 2017, 22:40 »
Para não falar do penalti...

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Offline Luso

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Re: O protesto de AS e o G15
« Responder #86 em: 03 de Dezembro de 2017, 22:48 »
Não é por nada mas o outro Vitória também anda a faltar às reuniões. ;D

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Offline enormeBRAGA

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Re: O protesto de AS e o G15
« Responder #87 em: 03 de Dezembro de 2017, 22:50 »
Sim, mas à partida por razões diferentes

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Offline SEMPRESCB

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Re: O protesto de AS e o G15
« Responder #88 em: 04 de Dezembro de 2017, 11:22 »
Mas estão à espera do quê ? Milagres? Esses palhacinhos (que se dizem grandes) vão ver se mamam mais um bocadinho com isto, por duas razões não os têm no sitio para se juntar ao G15 e querem levar com o refugo dos porquinhos em janeiro a ver se melhoram um bocadinho o futebol (que não) jogam e por outro lado pode ser que com isto levem mais umas ajudinhas do sistema, pelo menos contra os G15. São uma vergonha como gente e envergonham o clube que representam.

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Offline joelvm

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Re: O protesto de AS e o G15
« Responder #89 em: 04 de Dezembro de 2017, 20:32 »
Ao que parece o presidente dos vitos não tem comparecido porque ainda a preparar uma candidatura à liga

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Offline Old School

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Re: O protesto de AS e o G15
« Responder #90 em: 04 de Dezembro de 2017, 20:50 »
Esse já é um assunto antigo, não sei se será isso, até porque, não sei se estou enganado, mas em teoria o G15 tem mais votos que os que não fazem parte em caso de eleições na Liga logo seria do seu interesse estar da lado do G15, mas como disse não tenho a certeza se assim é.

A imagem que passam é de vendidos e de equipa "b" dos grandes. Pode não dar em nada mas a coragem de enfrentar o sistema e o poder instalado ninguém nos vai tirar a nós e aos clubes que se juntaram ao movimento.

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Offline rpo.castro

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Re: O protesto de AS e o G15
« Responder #91 em: 05 de Dezembro de 2017, 20:30 »
Cada clube da I liga tem 2 votos, da Segunda 1 voto. Já é tempo de eleições?

Os duas caras como nome indica estão a ver se passam entre os pingos da chuva. Não antagonizam os eucaliptos e poderão ser reforçados (já estou a ver JCT ir pra lá na próxima época). Se o G15 der alguma coisa, aparecem logo para a fotografia e ainda foram eles que defenderam isso logo de início.
Quem não sente não é filho de boa gente.

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Offline enormeBRAGA

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Re: O protesto de AS e o G15
« Responder #92 em: 06 de Dezembro de 2017, 23:01 »
É preciso que ele queira

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Offline BRAGA.COM

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Re: O protesto de AS e o G15
« Responder #93 em: 08 de Dezembro de 2017, 00:15 »
Hahaha, o anão Saraiva a ameaçar os clubes que formem o G15 que deixarão de emprestar jogadores.
O burro não lei que a proposta dos "pequenos" é mesmo essa
NASCI BRAGUISTA, MORREREI BRAGUISTA

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Offline Mais Norte

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Re: O protesto de AS e o G15
« Responder #94 em: 08 de Dezembro de 2017, 12:22 »
Da Tribuna "Expresso" online.

António Salvador: “Sem sanções mais pesadas, o crime compensa e permite todos os desvarios no futebol”

Presidente do SC Braga é um dos mobilizadores do G15, o grupo que reúne os clubes da I Liga, com exceção do Benfica, FC Porto e Sporting. Com o cenário de escusa dos árbitros em aberto, em sinal de represália ao clima de intimidação, António Salvador defende ser uma injustiça que pague o justo pelo pecador, rejeitando o estigma que paira sobre todos os clubes. “Qualquer decisão de boicote deve visar diretamente os responsáveis pela suspeição”, diz à Tribuna Expresso, convicto de que o futebol português precisa de uma reforma profunda, a começar pela "tirania financeira" da política de empréstimos dos grandes

Isabel Paulo

08.12.2017 às 10h00


O G15 é o sinal de uma revolta em marcha dos 'pequenos' clubes contra os 'grandes'?

Não vemos a questão dessa forma. A composição deste grupo, em função do muito que une estes clubes, permite que nesta fase inicial o debate seja fluido e produtivo, porque é muito fácil desenvolver propostas concretas e comuns a todos estes emblemas. Todos sentimos na pele os mesmos problemas e assimetrias. Queremos envolver todos os clubes do nosso futebol profissional, mas entendemos que nesta fase era fundamental que um grupo alargado pudesse refletir sobre o que é importante mudar no nosso futebol. Entendemos que há três clubes que estão menos interessados do que os outros nesta mudança de paradigma, porque há raízes muito fundas no nosso futebol que perpetuam a influência exercida por esses clubes [grandes] e que asfixia todos os outros.

Na origem do movimento está o caso dos e-mails e a estratégia belicista de comunicação de Benfica, FC Porto e Sporting?

De todo. Vejo com preocupação aquilo que tem acontecido a esse nível e julgo que também os meus colegas do G15 sentem o mesmo, mas a nossa motivação é a defesa das nossas propostas e não surge como reação a qualquer clube ou grupo de clubes. Queremos reformar o futebol em Portugal e isso passa por coisas muito mais profundas do que pontuais estratégias de comunicação.

O programa 'Chama Imensa', da BTV, foi a gota de água?

Não há relação absolutamente nenhuma entre uma coisa e outra.

O G15 fez um pacto de não-agressão e convidou os grandes a fazerem o mesmo. Acredita que vão aderir às tréguas?

Sinceramente, não, mas não me cabe comentar estratégias alheias. Este grupo de clubes entende que é possível estar no futebol com elevação e que a defesa dos interesses de cada clube pode ser feita sem prejuízo do respeito institucional entre competidores. O futebol é um meio que está exposto ao erro e à crítica, pelo mediatismo que tem. Eu e o SC Braga não deixaremos de criticar quando tivermos de o fazer, mas não entraremos na acusação rasteira nem no ataque gratuito. Todos os clubes, os seus profissionais e adeptos merecem, da nossa parte, o mais profundo respeito.

Perante o pedido de dispensa dos árbitros, que ainda está em aberto, veio defender que a escusa aos jogos devia ser restrita aos três grandes. São os únicos culpados do clima de suspeição em torno da arbitragem?

A generalização cria um estigma. E o estigma que paira sobre todos os clubes do futebol em Portugal é de uma profunda injustiça, porque faz pagar o justo pelo pecador. É inadmissível que clubes como aqueles que constituem o nosso grupo sejam acusados e penalizados por obstar ao trabalho dos árbitros. Isso não corresponde à realidade e por isso apelei à coragem de todos os setores do futebol português. Se há responsáveis claros e evidentes pelo clima que neste momento rodeia a arbitragem, eles devem ser denunciados e qualquer decisão de boicote deve visar diretamente esses responsáveis, ilibando aqueles que não alimentam suspeições e que não ameaçam a integridade física nem moral - e reforço a questão moral - de todo um sector.

Que organismo/entidade fora das estruturas da FPF/Liga propõe para a gestão/nomeações da arbitragem?

Sei que essa é uma mudança profunda. Sei que deve ser muito bem estudada e aplicada à nossa realidade. Mas também sei que é um modelo que tem provas dadas, nomeadamente no futebol inglês. Acredito que um sector da arbitragem autónomo, responsável pela sua autogestão e livre de interferências estaria fortalecido para cumprir o seu papel mais capazmente. É um debate que não pode ser travado de ânimo leve, mas eu e o SC Braga estamos dispostos a travá-lo.

Quem são os dirigentes que deviam ser irradiados do futebol?

Não me compete tal avaliação, não contribuirei para esse ruído. É preciso que as entidades máximas do nosso futebol, e não excluo o Governo desta missão, possam exercer o seu poder em prol do superior interesse das competições e da sua viabilidade desportiva e financeira. Porque aquilo que tem acontecido é um crime reiterado contra esta atividade que tanto faz pelo nosso país.

A solução para travar a guerrilha aberta no futebol português passa por sanções mais pesadas? A proposta do G15 vai nesse sentido?

Não só, mas também. Hoje, o crime compensa. Há uma indesmentível sensação de impunidade que permite todos os desvarios.

Fernando Gomes e Pedro Proença já deviam ter assumido posições mais duras?

Fernando Gomes e Pedro Proença estão certos nas posições que defendem. Não duvido de que estão preocupados com este estado de coisas e que percebem os atropelos que têm sido cometidos. Mas este, como tenho dito, é um tempo que exige coragem. Quero acreditar que os responsáveis máximos das instituições que gerem o nosso futebol serão agentes decisivos para a salvaguarda da verdade desportiva e da sustentabilidade das competições. Este é um momento terrível, mas porque não o vemos também como uma oportunidade? Se o futebol português precisa de uma reforma profunda e urgente, do que estamos à espera?

O fim dos empréstimos de jogadores entre clubes da mesma divisão é outra das proposta do G15. Caso seja aprovada, as pequenas e médias equipas não ficarão menos competitivas?

Não. É preciso virar a questão do avesso. Se o mercado interno de empréstimos estiver fechado, um clube que tenha 50 ou 60 jogadores nos seus quadros vai ter um problema grave, porque num plantel só cabem 26/27. Permitindo empréstimos, um clube com capacidade financeira pode ter esses 50 ou 60 jogadores sob contrato, ficar com os 26/27 melhores e distribuir os restantes, exercendo influência “política” e retirando vantagem desportiva, seja porque esses bons jogadores não podem defrontar a sua equipa de origem, seja porque a época lhes corre bem e eles regressam valorizados, mais experientes e rodados. É também uma forma de tirania financeira, porque quem tem capacidade de investimento pode aliviar muitos orçamentos com uma compra aqui e outra ali. O fim dos empréstimos seria excelente, porque obrigaria a que os bons jogadores estivessem distribuídos por vários clubes e não concentrados nos quadros sobrelotados de apenas três.

Pinto da Costa diz que acha engraçado ser contra os empréstimos quando pediu muito o João Carlos Teixeira, que espera seja devolvido em janeiro. Que razões vai invocar para mantê-lo no Sporting de Braga?

Já respondi a essa pergunta. Se não fossem permitidos empréstimos, o Teixeira tinha vindo, em agosto, a título definitivo. Tão simples quanto isto. Como se permitem empréstimos, o SC Braga joga com as regras existentes e que são válidas para todos.

Quem são os outros jogadores que tem por empréstimo?

É público. Temos o Jefferson, o André Horta e o Bruno Viana.

Defende que apenas ex-árbitros de elite exerçam funções de videoárbitro. É uma proposta exequível?

Claro que é. Tivemos nos últimos anos a melhor geração e a mais preparada geração de árbitros da história do futebol português. Esses árbitros estão a terminar as suas carreiras, é descabido que continuem a dar o seu contributo ao sector? Mas eu quero deixar claro que defendo, acima de tudo, a separação entre o árbitro que ajuíza no campo e o especialista que o apoia como VAR, porque entendo que o videoárbitro deve ter preparação específica para a função que desempenha e não deve estar sujeito à confusão de papéis que hoje existe, em que num dia se está no campo e no outro está-se a ajudar, ou não, um colega. Este é que me parece o ponto essencial, separar claro o núcleo de árbitros do núcleo de videoárbitros.

Não é uma ideia romântica pensar que o sistema pode mudar à revelia dos grandes?

Eu acredito que o tempo nos permitirá perceber que todos os clubes, sem exceção, têm a ganhar com um futebol mais equitativo, mais competitivo, que distribua melhor os recursos e as receitas disponíveis. O futebol português como está vai continuar a perder competitividade. Os campeonatos estão mais desequilibrados, logo menos atrativos para o mercado externo, e isso também potencia que as equipas portuguesas percam competitividade na Europa, porque cá dentro estão habituadas a um nível médio-baixo.

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Offline Lipeste

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Re: O protesto de AS e o G15
« Responder #95 em: 08 de Dezembro de 2017, 12:56 »
Para aprovar propostas na Liga o G11 (veremos se chegará a G15/14/13/12 e/ou quantos clubes da II Liga conseguirá convencer a juntar-se às suas causas e até incluir e apoiar proposta desse mesmo grupo de trabalho que esses clubes também constituíram; não quero acreditar que a esmagadora maioria dos 16 clubes da II Liga se possa juntar ao G3 + quatro vassalos) necessita de convencer "apenas"  cinco clubes da II Liga (para maioria simples) para aprovar todas as propostas que venha a apresentar, isto partindo do principio que o G3 e os seus quatro vassalos a elas se oporão (G11=22 votos; G3 + quatro vassalos=14 votos,...como cada um dos clubes da II Liga (16) vale 1 voto bastam cinco para G11 alcançar maiorias).

Se este grupo, G11 (G14 era o ideal para não se depender de nenhum outro clube para alcançar maiorias simples), não se desagregar tem todas as condições para ajudar a mudar por dentro o futebol português, pelo menos no que aos regulamentos diga respeito.
« Última modificação: 08 de Dezembro de 2017, 13:00 por Lipeste »

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Offline Pé Ligeiro

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Re: O protesto de AS e o G15
« Responder #96 em: 08 de Dezembro de 2017, 13:21 »
É importante que os clubes da II Liga sejam envolvidos tão cedo quanto possível, pois é preciso dar dimensão, mostrar que há força capaz de fazer introduzir regras mais justas no futebol nacional.
Pinto da Costa em entrevista ao jornal O Jogo, fala nos 11 e diz que querem mais dinheiro. É uma forma propositadamente redutora, de alguém que, há dos outros 2, não querem que lhes mexam no "pote de mel".
Na mesma entrevista, diz que acabava já com o video-árbrito. Não há dúvidas que este novo sistema precisa de ser melhorado e ampliado o seu âmbito de atuação, pois não faz qualquer sentido, não se poder pronunciar sobre um lance na área, se o árbitro de campo apitou antes. Acredito que provavelmente a maior preocupação de Pinto da Costa não seja tanto a atuação do video-árbitro, mas o facto de ficar mais a nu os favorecimentos de que os 3 grandes têm a cada jornada que passa.

O envolvimento de clubes da II Liga, para além de dar maior dimensão, provavelmente ajudaria algum dos 4 que não se juntaram ao grupo a fazê-lo, o que constituiria um ganho para esta causa.
BRAGA SEMPRE MAIS!

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Offline rpo.castro

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Re: O protesto de AS e o G15
« Responder #97 em: 08 de Dezembro de 2017, 15:00 »
Esta jornalista do expresso estaca sempre ao ataque.

Os clubes da II Liga devem reunir eles próprios e depois nomear representantes. Uma reunião com 30 e tal pessoas não é reunião coisa nenhuma, é uma festa.

Já o PdC está preocupado com o aumento dos custos. É mais fruta distribuída.
Conforme está o VAR é mais prejudicial que benéfico já que em caso de dúvida é utilizado só se puder beneficiar os metralhas (para anular golos) pk se for contra já não o utilizam.
Quem não sente não é filho de boa gente.

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Offline repost

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Re: O protesto de AS e o G15
« Responder #98 em: 08 de Dezembro de 2017, 15:07 »

Concordo com tudo, menos com a parte do video-árbitro se pronunciar se o árbitro já tiver apitado. Acho que o problema não é o video-árbitro não poder interferir mas sim a estupidez dos árbitros apitarem em lances duvidosos antes do lance se resolver. Eles têm indicações para deixar seguir até o lance se concluir ou acabar o perigo, por exemplo no lance do Fransérgio em Alvalade se o árbitro tivesse seguido as indicações tinha deixado o Fransérgio chutar à baliza e depois de a bola entrar/ser defendida anulava o lance, desta maneira o video-árbitro já poderia ter interferido.

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Offline Lipeste

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Re: O protesto de AS e o G15
« Responder #99 em: 08 de Dezembro de 2017, 19:07 »
Os lagartos já pressionam o G15 na tentativa de fragmentar os clubes que o compõem dizendo que ponderam não lhes emprestar jogadores...será que todos estão ou continuarão a estar de acordo com a proposta que apresentaram correndo o risco de ficarrem em desvantagem em relação aos vassalos que não a venham a subscrever e se a mesma acabar por não ser aprovada em sede da LPFP?

 

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