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Futebol português em debate
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1040 em: 25 de Maio de 2020, 18:27 »
Para tentar esclarecer:

"Um do presidentes mais vocais, no arranque da reunião, foi António Salvador a quem o JN atribuiu um "pedido de demissão" de Pedro Proença. Fonte oficial do Braga diz à Tribuna Expresso que Salvador pediu a demissão, sim, mas dos clubes que pertencem à direção da Liga que é composta, estatutariamente, pelo presidente (Pedro Proença), cinco clubes da I Liga (Benfica, FC Porto, Sporting, sempre residentes; e, nesta época, Tondela e Gil Vicente) e três da II Liga (Mafra, Leixões e Cova da Piedade). De acordo com Salvador, se os clubes nunca souberam da démarche de Proença, "não estão lá a fazer nada; e se souberam e nada fizeram, também não estão". "Nunca foi pedida a demissão de Proença", garante a mesma fonte."

Por outro lado, António Salvador garantiu que iria pedir "responsabilidades cíveis" à Liga e à direção da Liga pela "eventual não conclusão dos campeonatos". "Se foi decidido entre Governo, presidente da Federação, presidente da Liga, DGS e presidentes dos três grandes que havia espaço para concluir o campeonato, se tal não se verificar, isso representa um prejuízo para os clubes".

https://tribunaexpresso.pt/futebol-nacional/2020-05-21-Proenca-faz-a-sua-presidencia-depender-de-uma-alteracao-de-estatutos-em-AG.-Braga-avancara-com-uma-acao-civel-se-o-campeonato-nao-terminar

14 Novembro de 1994 - Sócio nº2854
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  Futebol português em debate
« Responder #1041 em: 27 de Maio de 2020, 10:25 »
“”São estas as novidades: Não temos novidades. O futebol continua a novela mexicana a que temos o desprazer de assistir todos os dias. Recomeçará o Campeonato e quem o quiser ver, que o pague. Nem num momento de pandemia e responsabilidade social os DDT conseguiram chegar a um entendimento.

Posto isto, apelamos a todos os que nos seguem, que usem este texto e manifestem o vosso desagrado – Não custa nada, basta fazer copy paste, enviar (caso sejam subscritores, acrescentem o que colocamos entre parênteses) e encher a caixa de email da Sport TV. Não estamos a dormir – e vamos prová-lo. Mostrem o vosso desagrado, o conteúdo já aqui está.”

"Caros Senhores,

Escrevo enquanto Adepto de futebol (e subscritor dos vossos canais).

Com a pandemia e consequente suspensão das diversas competições desportivas fomos surpreendidos que o vosso canal iria suspender o pagamento da mensalidade, quer para os actuais, quer para novos clientes. Boa medida, não fosse o que abaixo se descreve.

No entanto, uma vez que os canais que se mantiveram activos se transformaram numa subsidiária da RTP Memória, e esta não é paga, parece-nos de inteira justiça que  deixássemos de pagar para visionar conteúdos repetidos.
Como é evidente, e os Adeptos só são parvos do pescoço para baixo, não somos inocentes ao ponto de pensar que a medida foi um sinal de respeito pelos Clientes e pelo nicho dos Adeptos.

Foi uma mera medida comercial para evitar uma queda abrupta de Clientes que tão mal ficaria no relatório e contas a apresentar ou em qualquer outra métrica de avaliação do desempenho da administração. Pelos serviços equivalentes à RTP Memória muitos deixariam de pagar e não haveria certezas se alguma vez voltariam. Por outro lado, sendo gratuito transversalmente os que aderirem provavelmente não desistirão no recomeço dos campeonatos e está encontrada a fórmula para novos Clientes. Bem jogado, ou talvez não.
A Sport TV tem consciência de que os adeptos são simultaneamente Clientes e “produtos”.

Somos Clientes porque pagamos, somos “produto” porque somos vendidos na forma de espaço publicitário sendo o número de potenciais visualizadores a métrica para o cálculo do valor pago pela publicidade: mais visualizadores = mais caro. Em 2017 criaram a campanha “Member Get Member” para combater a perda de Clientes por algum motivo.

Como produto dizemos basta! Não faz sentido que os jogos que faltam do campeonato sejam transmitidos em sinal pago. TODOS os jogos devem ser transmitidos em sinal aberto, assim permitindo a que TODOS tenham acesso aos jogos da sua equipa.

Mais, após apresentação de medidas concretas até por parte do Presidente da Liga Portugal, onde VOCÊS PRÓPRIOS não perderiam, nem assim por um momento se pensou privilegiar o 12º jogador. Num acto que podia ser histórico e a prova que estamos juntos em momentos como este, escolheram mais uma vez sacrificar os do costume, obrigando-os a pagar ainda mais por conteúdos já pagos e dos quais não podemos, de momento usufruir, revertendo a medida benemérita de Março.

Pagar para estar no sofá jogos (treinos) sem ambiente, não muito obrigado.

Os Adeptos já provaram que podem viver sem Futebol, o futebol e os agentes económicos à sua volta que provem que podem viver sem Adeptos.

(Hoje mesmo cancelarei a subscrição da SPORT TV.)

Em frente, Adeptos!””

In APDA
#VãoTerDeContarConnosco
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1042 em: 27 de Maio de 2020, 12:22 »
Sp. Braga recusa integrar a direção da Liga

Saída do Benfica abre a porta aos arsenalistas, mas essa hipótese está descartada à partida


Após a conturbada reunião da passada semana, o Benfica abandonou a direção da Liga Portugal, em total discordância com as posições tomadas por Pedro Proença. O Sp. Braga seria o mais prová...

(...)

em: https://www.record.pt/futebol/futebol-nacional/liga-nos/sp--braga/detalhe/sp-braga-recusa-integrar-a-direcao-da-liga?ref=Sp.%20Braga_DestaquesPrincipais
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1043 em: 02 de Junho de 2020, 08:13 »
Governo desautoriza DGS na questão dos jogos com público

O Governo, por intermédio do secretário de Estado do Desporto, desautorizou a Direção-Geral da Saúde horas após Graça Freitas ter admitido a possibilidade de haver jogos com público ainda esta época.

Numa declaração ao Jornal Económico, João Paulo Rebelo garantiu que tal cenário "está completamente fora de hipótese".

"Sei que logo nas primeiras reuniões entre a Federação Portuguesa de Futebol, Direção-Geral da Saúde e Ministério da Saúde foram estabelecidas uma série de linhas vermelhas para o regresso do futebol, para perceber se valeria a pena iniciar o processo. E nessas linhas vermelhas estava a presença de público nos estádios", sustentou o governante.

Hoje, durante a conferência de imprensa diária sobre a evolução da pandemia, a diretora-geral da Saúde tinha adiantado que o regresso do público aos estádios ainda esta época poderia ser requacionado.

"Vai depender de uma avaliação rigorosa, dos prós e dos contras. Temos de acompanhar muito bem e a cada momento fazer a avaliação do risco", disse Graça Freitas.

A declaração da diretora-geral da Saúde, após questão dos jornalistas, surgiu depois de um "apelo à responsabilidade", com as autoridades de saúde a pedirem para que não haja aglomerações junto dos estádios no momento dos jogos.

em: https://bancada.pt/futebol/portugal/governo-desautoriza-dgs-na-questao-dos-jogos-com-publico
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1044 em: 02 de Junho de 2020, 13:44 »
Cova da Piedade revela decisão do Conselho de Justiça da FPF (Cova da Piedade)

O Cova da Piedade emitiu um comunicado, esta terça-feira, a dar conta da decisão do Conselho de Justiça da FPF em relação à decisão da Liga quanto à subida e descida de divisão na Liga 2. 

Leia o comunicado na íntegra
«O Clube Desportivo Cova da Piedade - Futebol SAD vem pelo presente tornar público que o Conselho de justiça da Federação Portuguesa de Futebol Profissional, na sequência do seu recurso, decidiu suspender a decisão da Direção da Liga tomada no passado dia 5 de maio de 2020, na qual foi deliberado, com fundamento na suspensão (definitiva), a conclusão do Campeonato com a subida e descida de divisão dos clubes envolvidos.

Também indo ao encontro do que vem sendo defendido pelo Clube Desportivo Cova da Piedade - Futebol SAD (e outros clubes), sobre a ilicitude e ilegalidades cometidas, nomeadamente, sobre a falta de competência da Direção para alterar o regulamento de Competições sem a aprovação por unanimidade da Assembleia geral de clubes, veio a Ordem do Doa constante da Assembleia Geral Extraordinária da Liga do próximo dia 8 de junho, fazer constar como ponto da ordem de trabalhos o pedido de ratificação daquela deliberação da Direção, comprovando, uma vez mais, a falta de poderes da Direção e a consequente exigência de unanimidade para uma tal deliberação, segundo do Estatutos da Liga e o seu Regulamento Geral (Art. 37.º alínea f) dos Estatutos da Liga e Art. 4.º n.2 alínea c) do Regulamento Geral).

Em face do teor da Convocatória da Ordem do Dia rececionada, o Clube Desportivo Cova da Piedade - Futebol SAD vai analisar o seu conteúdo e sua adequação às exigências suscitadas perante as ilegalidades cometidas e apresentar novos pontos e/ou propostas que se afigurem coerentes e decisivos para a clarificação das situações criadas ou promovidas pelo Presidente da Direção da Liga, Sr. Pedro Proença, e consequente responsabilização por tais atos.»

em: https://www.abola.pt/nnh/2020-06-02/cova-da-piedade-conselho-de-justica-da-fpf-suspende-fim-antecipado-da-liga-2/847298
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1045 em: 02 de Junho de 2020, 13:51 »
Salvador quer mudar a Liga: Direção sem os três grandes e poderes executivos ao presidente
Pedro Marques Costa

Por entre críticas ao atual modelo governativo da Liga de clubes, António Salvador deixou a forte convicção de que, com "responsabilidade", ainda será possível ter adeptos nas bancadas esta época.

Numa mensagem dirigida aos sócios do Braga, António Salvador voltou a atacar o atual modelo governativo da Liga de clubes, falando mesmo em "sinais inquietantes" que, no entanto, preferiu não detalhar, pelo menos para já.

Esta posição não é nova, uma vez que o presidente do Braga tem feito questão de lançar para a discussão, nas mais diversas ocasiões, a necessidade de serem implementadas alterações profundas na orgânica da Liga e, de um modo mais geral, na estrutura do futebol português.

"Temos vivido tempos conturbados e com sinais inquietantes transmitidos pelo modelo governativo do nosso campeonato, revelando fragilidades que o Braga tem denunciado ao longo dos últimos anos, de forma independente e atendendo unicamente à urgência de fazer evoluir o futebol nacional. Seremos, como sempre fomos, intransigentes na defesa das nossas posições, sem lóbis e sem alinhamentos que não sejam apenas e só a defesa do Braga", escreveu António Salvador.

Em termos concretos, sabe O JOGO, o Braga pretende que o presidente da Liga passe a ter poderes executivos, assim como acabar com uma Direção com presença quase obrigatória de Benfica, FC Porto e Sporting (os três primeiros classificados, em média, das últimas cinco épocas têm assento no órgão atual), sendo que essa premissa se alarga igualmente à Comissão Permanente de Calendários, onde estão invariavelmente representados os três grandes. Na prática, António Salvador defende a criação de um Conselho de Presidentes (todos os presidentes dos clubes profissionais), que seja capaz de definir as linhas orientadoras para a indústria do futebol, mas sempre sem funções executivas.

António Salvador quer um presidente da Liga com poderes executivos e acabar com uma Direção com a presença dos três grandes

Neste caso, seria o presidente da Liga, com poderes reforçados, a gerir a atividade. Esse é, de resto, uma orgânica que o Braga já defende há cerca de três anos e que, curiosamente, tem vários pontos em comum com o modelo governativo que Pedro Proença vai levar a discussão na próxima Assembleia Geral da Liga, agendada para segunda-feira (8 julho).

Futebol tem de transmitir uma imagem de rigor

Estas palavras de António Salvador surgiram no momento em que o futebol se prepara para regressar em Portugal, com os jogos da I Liga, tendo o líder arsenalista reforçado a ideia de que os últimos três meses foram uma "batalha tremenda" e "um imenso desafio coletivo que implicou perdas e cedências". "Por isso, seria muito difícil de compreender que o futebol não conseguisse demonstrar os níveis de organização que têm permitido o regresso de tantos outros setores, pelo que é com grande satisfação que nos apresentamos para o regresso da I Liga", acrescentou, ao mesmo tempo que alerta para a responsabilidade acrescida que todos os agentes desportivos vão ter a partir de agora. "É imperioso que o futebol transmita uma imagem de rigor e de confiança, porque é sabido que esta retoma das competições se fará sob imenso escrutínio das autoridades sanitárias e que só uma resposta competente e cabal pode permitir que voltemos a ter, tão depressa quanto possível, aquele que é um dos elementos essenciais ao jogo, que é o seu público".

em: https://www.ojogo.pt/futebol/1a-liga/braga/noticias/salvador-quer-mudar-a-liga-direcao-sem-os-tres-grandes-e-poderes-executivos-ao-presidente-12266002.html?target=conteudo_fechado
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1046 em: 02 de Junho de 2020, 19:01 »
Cova da Piedade revela decisão do Conselho de Justiça da FPF (Cova da Piedade)

O Cova da Piedade emitiu um comunicado, esta terça-feira, a dar conta da decisão do Conselho de Justiça da FPF em relação à decisão da Liga quanto à subida e descida de divisão na Liga 2.

Leia o comunicado na íntegra
«O Clube Desportivo Cova da Piedade - Futebol SAD vem pelo presente tornar público que o Conselho de justiça da Federação Portuguesa de Futebol Profissional, na sequência do seu recurso, decidiu suspender a decisão da Direção da Liga tomada no passado dia 5 de maio de 2020, na qual foi deliberado, com fundamento na suspensão (definitiva), a conclusão do Campeonato com a subida e descida de divisão dos clubes envolvidos.

Também indo ao encontro do que vem sendo defendido pelo Clube Desportivo Cova da Piedade - Futebol SAD (e outros clubes), sobre a ilicitude e ilegalidades cometidas, nomeadamente, sobre a falta de competência da Direção para alterar o regulamento de Competições sem a aprovação por unanimidade da Assembleia geral de clubes, veio a Ordem do Doa constante da Assembleia Geral Extraordinária da Liga do próximo dia 8 de junho, fazer constar como ponto da ordem de trabalhos o pedido de ratificação daquela deliberação da Direção, comprovando, uma vez mais, a falta de poderes da Direção e a consequente exigência de unanimidade para uma tal deliberação, segundo do Estatutos da Liga e o seu Regulamento Geral (Art. 37.º alínea f) dos Estatutos da Liga e Art. 4.º n.2 alínea c) do Regulamento Geral).

Em face do teor da Convocatória da Ordem do Dia rececionada, o Clube Desportivo Cova da Piedade - Futebol SAD vai analisar o seu conteúdo e sua adequação às exigências suscitadas perante as ilegalidades cometidas e apresentar novos pontos e/ou propostas que se afigurem coerentes e decisivos para a clarificação das situações criadas ou promovidas pelo Presidente da Direção da Liga, Sr. Pedro Proença, e consequente responsabilização por tais atos.»

em: https://www.abola.pt/nnh/2020-06-02/cova-da-piedade-conselho-de-justica-da-fpf-suspende-fim-antecipado-da-liga-2/847298
Não é assim.
O Cova da Piedade meteu recurso e o recurso tem efeito suspensivo da decisão em questão (dar por terminada II Liga).
O CJ vai agora analisar se o recurso do Cova da Piedade tem razão ou não. Não houve nenhuma decisão.
Além disso CJ informou isso mesmo no dia 25 de Maio e só hoje o Cova da Piedade vem  publicar esta nota? Demorou tanto tempo a ser fabricada na china e transportada até cá m
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1047 em: 04 de Junho de 2020, 09:23 »
O conselho de Justiça diz que não tem  competência para julgar a reclamação do Cova da Piedade, se eles não têm quem terá? Tribunais civis?
Em todo o caso já o tinha dito atrás não me parece que seja que justiça for aceite a decisão de descer o Cova da Piedade a faltarem 10 jornadas e quando a 1ªliga recomeçou e pelo que se vê mais dia menos dia já vai ter público. (o mesmo se aplica às subidas à 2ªliga, com sorte ainda temos uma 2ªliga com 24 equipas...)
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1048 em: 04 de Junho de 2020, 10:46 »
É mais uma trapalhada para andar anos em tribunal.
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1049 em: 04 de Junho de 2020, 13:58 »
O conselho de Justiça diz que não tem  competência para julgar a reclamação do Cova da Piedade, se eles não têm quem terá? Tribunais civis?
Em todo o caso já o tinha dito atrás não me parece que seja que justiça for aceite a decisão de descer o Cova da Piedade a faltarem 10 jornadas e quando a 1ªliga recomeçou e pelo que se vê mais dia menos dia já vai ter público. (o mesmo se aplica às subidas à 2ªliga, com sorte ainda temos uma 2ªliga com 24 equipas...)
E se calhar não têm porque esta decisão não está prevista nos regulamentos. Provavelmente só o TAD poderá pronunciar-se sobre isso.
A liga com 22 ou 24 equipas seria até o mal menor: subirem os 4 lideres de série (CP) e não descer ninguém, e subir os 2 primeiros. Julgo que seria a decisão que reuniria maior quórum, e teria de ser tomada em assembleia.
Aliás a maior parte das ligas, mesmo modalidades está a aplicar alargamentos com subidas e ausência de descidas.
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1050 em: 04 de Junho de 2020, 14:51 »
Se não existe nada no regulamento que regule a decisão tomada pela Liga nem o TAD pode decidir, ou melhor até poderá, mas só tem uma hipótese, dar razão ao Cova da Piedade com base no regulamento existente, uma vez que não há outro. E aqui o CD teria uma decisão com base nisso também.
Mas como venho dito as leis são ambíguas e bem longe de ser preto no branco. Só espero é que não dê para mais uns anos de discussões.
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1051 em: 04 de Junho de 2020, 15:08 »
Se não existe nada no regulamento que regule a decisão tomada pela Liga nem o TAD pode decidir, ou melhor até poderá, mas só tem uma hipótese, dar razão ao Cova da Piedade com base no regulamento existente, uma vez que não há outro. E aqui o CD teria uma decisão com base nisso também.
Mas como venho dito as leis são ambíguas e bem longe de ser preto no branco. Só espero é que não dê para mais uns anos de discussões.
Porquê só essa hipótese? Quer manter o Cova da Piedade quer descer, são ambas situações não previstas, porque o regulamento nunca previa o que fazer no caso de não se disputarem as jornadas todas (o mesmo se aplicando às subidas e descidas).

Ao Cova da Piedade dá muito jeito, pois provavelmente estariam extintos mal findasse a época. Assim ainda vão manter-se à espera que chova alguma coisa.
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1052 em: 04 de Junho de 2020, 18:21 »
Se não existe nada no regulamento que regule a decisão tomada pela Liga nem o TAD pode decidir, ou melhor até poderá, mas só tem uma hipótese, dar razão ao Cova da Piedade com base no regulamento existente, uma vez que não há outro. E aqui o CD teria uma decisão com base nisso também.
Mas como venho dito as leis são ambíguas e bem longe de ser preto no branco. Só espero é que não dê para mais uns anos de discussões.
Porquê só essa hipótese? Quer manter o Cova da Piedade quer descer, são ambas situações não previstas, porque o regulamento nunca previa o que fazer no caso de não se disputarem as jornadas todas (o mesmo se aplicando às subidas e descidas).

Ao Cova da Piedade dá muito jeito, pois provavelmente estariam extintos mal findasse a época. Assim ainda vão manter-se à espera que chova alguma coisa.

Manter, porque a prova não acabou, se não acabou não podes decretar descidas, só por isso, isto olhando às regras em vigor. As subidas são mais aceitáveis porque os clubes aceitam, é para seu beneficio.
Obviamente o Cova da Piedade está a aproveitar as lacunas da lei.
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1053 em: 04 de Junho de 2020, 21:07 »
Se e quando a I Liga permitir público nos estádios então a II Liga será retomada...e mesmo sem público desconto que irá retomar na mesma...a próxima reunião da LPFP poderá dar-nos a resposta.
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1054 em: 04 de Junho de 2020, 21:46 »
Se não existe nada no regulamento que regule a decisão tomada pela Liga nem o TAD pode decidir, ou melhor até poderá, mas só tem uma hipótese, dar razão ao Cova da Piedade com base no regulamento existente, uma vez que não há outro. E aqui o CD teria uma decisão com base nisso também.
Mas como venho dito as leis são ambíguas e bem longe de ser preto no branco. Só espero é que não dê para mais uns anos de discussões.
Porquê só essa hipótese? Quer manter o Cova da Piedade quer descer, são ambas situações não previstas, porque o regulamento nunca previa o que fazer no caso de não se disputarem as jornadas todas (o mesmo se aplicando às subidas e descidas).

Ao Cova da Piedade dá muito jeito, pois provavelmente estariam extintos mal findasse a época. Assim ainda vão manter-se à espera que chova alguma coisa.

Manter, porque a prova não acabou, se não acabou não podes decretar descidas, só por isso, isto olhando às regras em vigor. As subidas são mais aceitáveis porque os clubes aceitam, é para seu beneficio.
Obviamente o Cova da Piedade está a aproveitar as lacunas da lei.
A II Liga terminou. A questão é o que fazer, pk já não há forma da competição voltar.
As subidas? O marítimo já disse que não aceita a subida do Nacional (por causa dos apoios do governo regional) e irá contestar tb.
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1055 em: 06 de Junho de 2020, 20:18 »
O jornal ‘Público’ noticiou este sábado a existência de «negócios duvidosos» entre Benfica e Aves, mas fonte oficial da SAD encarnada considera «a notícia irrelevante».

«Os contratos que o Benfica faz são totalmente legais, normais no futebol e noutras sociedades comerciais», acrescentou-nos a referida fonte, sem querer fazer mais qualquer outro comentário.

Na notícia dada pelo jornal Público apontava-se para a existência de «conta corrente oficiosa» entre as duas sociedades, com o Aves a dever dois milhões de euros aos encarnados em direitos económicos de passes de jogadores. Refere-se também que o emblema nortenho terá vendido a totalidade do passe de Hamdou Elhouni ao Esperance Tunis, quando tinha apenas 30% dos direitos económicos do avançado, com os restantes 70% a pertencerem ao Benfica.

A Bola
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1056 em: 06 de Junho de 2020, 20:20 »
SOCAS INVESTMENT REFUTA CRÍTICAS DA SAD: «AS DÍVIDAS PERMANECEM EM INCUMPRIMENTO» SPORTING
A Socas Investment, empresa que no final de 2019 deu entrada com pedido de insolvência da SAD do Sporting, veio a público refutar as críticas dos responsáveis leoninos, presentes no último Relatório e Contas.

A SAD leonina acusou a Socas Investment de «pressão abusava e inaceitável», mas esta empresa salienta agora, através de comunicado, que «a Sporting SAD reconhece ser devedora em valores avultados desta sociedade, quantias que são certas, líquidas e exigíveis, porém, podemos adiantar que, desde 2018, não foram cumpridas, nem com o pagamento de um cêntimo».

«As dívidas permanecem em incumprimento, pelo que toda e qualquer atuação da nossa parte foi efetuada em estrito cumprimento da lei», pode ainda ler-se, vincando-se:

«Não pode a Socas Investment crer que a Sporting SAD esteja em incumprimento das suas obrigações vencidas simplesmente porque não quer pagar, até porque tal serie um indício de má fé, o que colide frontalmente com todos os princípios basilares que regem as relações comerciais.»

«Nota-se, ainda, que não foi apresentado a esta sociedade qualquer plano de pagamento sério, completo e com garantia de pagamento das dívidas vencidas e não pagas pela Sporting SAD, porém, não impende sobre esta sociedade o ónus de aceitar o fraccionamento de dívidas há muito vencidas, até porque, no limite, também esta sociedade tem obrigações.»

A BOLA

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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1057 em: 06 de Junho de 2020, 20:28 »
Quero ver se vão ter coragem para investigar esse caso entre o Benfica e Aves. Já estou sentado, para não me cansar.
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1058 em: 07 de Junho de 2020, 19:32 »
SOCAS INVESTMENT REFUTA CRÍTICAS DA SAD: «AS DÍVIDAS PERMANECEM EM INCUMPRIMENTO» SPORTING
A Socas Investment, empresa que no final de 2019 deu entrada com pedido de insolvência da SAD do Sporting, veio a público refutar as críticas dos responsáveis leoninos, presentes no último Relatório e Contas.

A SAD leonina acusou a Socas Investment de «pressão abusava e inaceitável», mas esta empresa salienta agora, através de comunicado, que «a Sporting SAD reconhece ser devedora em valores avultados desta sociedade, quantias que são certas, líquidas e exigíveis, porém, podemos adiantar que, desde 2018, não foram cumpridas, nem com o pagamento de um cêntimo».

«As dívidas permanecem em incumprimento, pelo que toda e qualquer atuação da nossa parte foi efetuada em estrito cumprimento da lei», pode ainda ler-se, vincando-se:

«Não pode a Socas Investment crer que a Sporting SAD esteja em incumprimento das suas obrigações vencidas simplesmente porque não quer pagar, até porque tal serie um indício de má fé, o que colide frontalmente com todos os princípios basilares que regem as relações comerciais.»

«Nota-se, ainda, que não foi apresentado a esta sociedade qualquer plano de pagamento sério, completo e com garantia de pagamento das dívidas vencidas e não pagas pela Sporting SAD, porém, não impende sobre esta sociedade o ónus de aceitar o fraccionamento de dívidas há muito vencidas, até porque, no limite, também esta sociedade tem obrigações.»

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Sporting lisboeta e má fé na mesma frase é coisa que combina muito bem e de há muitos anos a esta parte. Patos são aqueles que negociam com um clube que é um poço sem fundo há 15 anos e que basicamente vive de aparências e das influências de gente ligada à política e de um punhado de famílias “ricas” tb elas endividadas até ao pescoço.
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1059 em: 08 de Junho de 2020, 09:13 »
O jornal ‘Público’ noticiou este sábado a existência de «negócios duvidosos» entre Benfica e Aves, mas fonte oficial da SAD encarnada considera «a notícia irrelevante».

«Os contratos que o Benfica faz são totalmente legais, normais no futebol e noutras sociedades comerciais», acrescentou-nos a referida fonte, sem querer fazer mais qualquer outro comentário.

Na notícia dada pelo jornal Público apontava-se para a existência de «conta corrente oficiosa» entre as duas sociedades, com o Aves a dever dois milhões de euros aos encarnados em direitos económicos de passes de jogadores. Refere-se também que o emblema nortenho terá vendido a totalidade do passe de Hamdou Elhouni ao Esperance Tunis, quando tinha apenas 30% dos direitos económicos do avançado, com os restantes 70% a pertencerem ao Benfica.

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Quando muito, no final o Aves é penalizado e às galinhas não acontece nada.

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