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Futebol português em debate
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O ILUMINADO
O ILUMINADO Equipa Principal
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #2140 em: 04 de Agosto de 2022, 16:25 »
Esta conversa do tempo útil de jogo é uma treta, pois é facílimo resolver: basta os árbitros aplicarem as regras do jogo! O GR começa a queimar tempo aos 5'? Leva logo amarelo; e se insiste, leva o segundo. Nunca vi nenhum GR ser expulso com 2 amarelos por queimar tempo, mas depois de 2 ou 3 serem expulsos essa treta acaba! O mesmo quando o GR fica 6 segundos com a bola na mão: comecem a marcar os devidos livres indirectos que isso acaba. Até podem fazer como no futsal e no futebol de praia, o árbitro conta os segundos com os dedos. Outra solução fácil são as lesões simuladas: o jogador assistido só pode reentrar com autorização do árbitro, nas estes autorizam logo depois do jogo recomeçar; esperem 2 ou 3 minutos antes de os deixar entrar que isso acaba. Por fim, os lançamentos laterais. As regras já prevêem que, se demorar muito, passa para a equipa adversária; cumpram a regra...

Por acaso, acho que a questão dos guarda-redes é mesmo um abuso, para além de quase nenhum cumprir com os 6 segundos com a bola na mão, acho que os pontapés de baliza é mesmo um absurdo, facilmente conseguem perder 20 a 30 segundos num pontapé de baliza, depois é só ver quantos pontapés de baliza têm por jogo e multiplicarem esse tempo pelos segundos perdidos, dá facilmente 3 a 4 minutos queimados só nisso.. por parte!

Em relação à simulação de lesões, concordo totalmente com isso do jogador ter que ficar 3 minutos de fora esteja pronto ou não, mas hoje em dia já tenho vistos jogos em que o jogador é assistido e nem chega a sair.

Mas o árbitro tem poder para conseguir prevenir isto, mas muitas vezes são coniventes, aliás, muitas vezes eles próprios perdem tempo quando impedem livres a meio campo de se bater rápido para ir falar com o jogador que fez a falta, que se impeça de bater um canto rápido porque há jogadores que se estão a agarrar na área, se há coisa que se perde tempo é quando os árbitros se metem com aquelas conversinhas da treta com os jogadores no campo.. é a própria mentalidade.
PEDRØ XVI
PEDRØ XVI Equipa Principal
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #2141 em: 04 de Agosto de 2022, 17:10 »
Esta conversa do tempo útil de jogo é uma treta, pois é facílimo resolver: basta os árbitros aplicarem as regras do jogo! O GR começa a queimar tempo aos 5'? Leva logo amarelo; e se insiste, leva o segundo. Nunca vi nenhum GR ser expulso com 2 amarelos por queimar tempo, mas depois de 2 ou 3 serem expulsos essa treta acaba! O mesmo quando o GR fica 6 segundos com a bola na mão: comecem a marcar os devidos livres indirectos que isso acaba. Até podem fazer como no futsal e no futebol de praia, o árbitro conta os segundos com os dedos. Outra solução fácil são as lesões simuladas: o jogador assistido só pode reentrar com autorização do árbitro, nas estes autorizam logo depois do jogo recomeçar; esperem 2 ou 3 minutos antes de os deixar entrar que isso acaba. Por fim, os lançamentos laterais. As regras já prevêem que, se demorar muito, passa para a equipa adversária; cumpram a regra...

Por acaso, acho que a questão dos guarda-redes é mesmo um abuso, para além de quase nenhum cumprir com os 6 segundos com a bola na mão, acho que os pontapés de baliza é mesmo um absurdo, facilmente conseguem perder 20 a 30 segundos num pontapé de baliza, depois é só ver quantos pontapés de baliza têm por jogo e multiplicarem esse tempo pelos segundos perdidos, dá facilmente 3 a 4 minutos queimados só nisso.. por parte!

Em relação à simulação de lesões, concordo totalmente com isso do jogador ter que ficar 3 minutos de fora esteja pronto ou não, mas hoje em dia já tenho vistos jogos em que o jogador é assistido e nem chega a sair.

Mas o árbitro tem poder para conseguir prevenir isto, mas muitas vezes são coniventes, aliás, muitas vezes eles próprios perdem tempo quando impedem livres a meio campo de se bater rápido para ir falar com o jogador que fez a falta, que se impeça de bater um canto rápido porque há jogadores que se estão a agarrar na área, se há coisa que se perde tempo é quando os árbitros se metem com aquelas conversinhas da treta com os jogadores no campo.. é a própria mentalidade.
Se o jogador que faz a falta levar amarelo o jogar lesionado não tem que sair. E eu não concordo com essa de ficar x tempo de fora, tanta é bom como mau... um jogador que de facto esteja lesionado ou em dificuldade se tiver que ficar x tempo de fora ainda vai beneficiar mais a equipa infratora.
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Carvalhux
Carvalhux Equipa Principal
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #2142 em: 04 de Agosto de 2022, 17:27 »
Esta conversa do tempo útil de jogo é uma treta, pois é facílimo resolver: basta os árbitros aplicarem as regras do jogo! O GR começa a queimar tempo aos 5'? Leva logo amarelo; e se insiste, leva o segundo. Nunca vi nenhum GR ser expulso com 2 amarelos por queimar tempo, mas depois de 2 ou 3 serem expulsos essa treta acaba! O mesmo quando o GR fica 6 segundos com a bola na mão: comecem a marcar os devidos livres indirectos que isso acaba. Até podem fazer como no futsal e no futebol de praia, o árbitro conta os segundos com os dedos. Outra solução fácil são as lesões simuladas: o jogador assistido só pode reentrar com autorização do árbitro, nas estes autorizam logo depois do jogo recomeçar; esperem 2 ou 3 minutos antes de os deixar entrar que isso acaba. Por fim, os lançamentos laterais. As regras já prevêem que, se demorar muito, passa para a equipa adversária; cumpram a regra...

Por acaso, acho que a questão dos guarda-redes é mesmo um abuso, para além de quase nenhum cumprir com os 6 segundos com a bola na mão, acho que os pontapés de baliza é mesmo um absurdo, facilmente conseguem perder 20 a 30 segundos num pontapé de baliza, depois é só ver quantos pontapés de baliza têm por jogo e multiplicarem esse tempo pelos segundos perdidos, dá facilmente 3 a 4 minutos queimados só nisso.. por parte!

Em relação à simulação de lesões, concordo totalmente com isso do jogador ter que ficar 3 minutos de fora esteja pronto ou não, mas hoje em dia já tenho vistos jogos em que o jogador é assistido e nem chega a sair.

Mas o árbitro tem poder para conseguir prevenir isto, mas muitas vezes são coniventes, aliás, muitas vezes eles próprios perdem tempo quando impedem livres a meio campo de se bater rápido para ir falar com o jogador que fez a falta, que se impeça de bater um canto rápido porque há jogadores que se estão a agarrar na área, se há coisa que se perde tempo é quando os árbitros se metem com aquelas conversinhas da treta com os jogadores no campo.. é a própria mentalidade.
Se o jogador que faz a falta levar amarelo o jogar lesionado não tem que sair. E eu não concordo com essa de ficar x tempo de fora, tanta é bom como mau... um jogador que de facto esteja lesionado ou em dificuldade se tiver que ficar x tempo de fora ainda vai beneficiar mais a equipa infratora.
Com essa regra já imagino o Pepe a virar 3 ou 4 de uma assentada e o porto a jogar em "power play" contra 7 ou 8 porque os jogadores tiveram que ser assistidos.
O que tem de mudar é  a mentalidade.
JR1287 Equipa Principal
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #2143 em: 04 de Agosto de 2022, 18:56 »
Eu não defendo x minutos de fora, mas acho que 2 segundos é de menos... O árbitro tem de saber distinguir quando é a sério e quando é simulação, e decide com base na sua percepção. Agora a situação actual, em que a lei simplesmente não é cumprida porque o jogador entra logo que o jogo é reiniciado, também não pode ser! Ou então mudem a regra.
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Heisenberg
Heisenberg Equipa Principal
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #2144 em: 05 de Agosto de 2022, 21:09 »
Começa em altas a Primeira Liga.

VAR a expulsar o jogador do Arouca, eu diria inexplicavelmente. Nem os comentadores isentos da Btv perceberam.
Lipeste
Lipeste Equipa Principal
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #2145 em: 06 de Agosto de 2022, 11:37 »



rpo.castro
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #2146 em: 06 de Agosto de 2022, 12:38 »
Mudar o campeonato e manter 18 equipas. Pior a emenda que o "cimento".
Quem não sente não é filho de boa gente.
Bracarense
Bracarense Equipa Principal
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #2147 em: 06 de Agosto de 2022, 18:00 »
Não parece assim tão descabido.

Para aumentar o possível bolo da centralização de direitos televisivos é preciso aumentar a atratividade para fora. Isto só se consegue aumentando o nº de jogos entre os melhores, e este modelo assegura-o claramente.
Além disso mantém o nº de equipas na 1ª divisão, sendo talvez a única de forma de os restantes clubes votarem favoravelmente uma proposta de mudança.

Sempre achei que o melhor era diminuir os clubes na 1ª e fazer uma coisa a 3-4 voltada mas esta versão não parece de todo errada.
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Sérgio_Gonçalves
Sérgio_Gonçalves Equipa Principal
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #2148 em: 06 de Agosto de 2022, 19:02 »
Não parece assim tão descabido.

Para aumentar o possível bolo da centralização de direitos televisivos é preciso aumentar a atratividade para fora. Isto só se consegue aumentando o nº de jogos entre os melhores, e este modelo assegura-o claramente.
Além disso mantém o nº de equipas na 1ª divisão, sendo talvez a única de forma de os restantes clubes votarem favoravelmente uma proposta de mudança.

Sempre achei que o melhor era diminuir os clubes na 1ª e fazer uma coisa a 3-4 voltada mas esta versão não parece de todo errada.

Concordo, esta ideia é muito boa. Teria outro factor importante mais tempo de descanso para as competições europeias. Gostei de sermos nós apresentar uma proposta com cabeça tronco e membros, é que se tivéssemos há espera dos três do costume podíamos estar sentados.
Lipeste
Lipeste Equipa Principal
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #2149 em: 09 de Agosto de 2022, 10:36 »
O ILUMINADO
O ILUMINADO Equipa Principal
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #2150 em: 09 de Agosto de 2022, 21:43 »
A taça que o Aves ganhou em 2018 está a ser leiloada pelo Estado.

1360 euros, o valor do momento.
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NightHawk
NightHawk Equipa Principal
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #2151 em: 09 de Agosto de 2022, 23:53 »
Não parece assim tão descabido.

Para aumentar o possível bolo da centralização de direitos televisivos é preciso aumentar a atratividade para fora. Isto só se consegue aumentando o nº de jogos entre os melhores, e este modelo assegura-o claramente.
Além disso mantém o nº de equipas na 1ª divisão, sendo talvez a única de forma de os restantes clubes votarem favoravelmente uma proposta de mudança.

Sempre achei que o melhor era diminuir os clubes na 1ª e fazer uma coisa a 3-4 voltada mas esta versão não parece de todo errada.

Concordo, esta ideia é muito boa. Teria outro factor importante mais tempo de descanso para as competições europeias. Gostei de sermos nós apresentar uma proposta com cabeça tronco e membros, é que se tivéssemos há espera dos três do costume podíamos estar sentados.

Não sou muito apologista a campeonatos de 1 só volta, porque acabam por não ser totalmente justos. Não é o mesmo um clube X jogar em casa contra o clube A e fora com o B e o Y jogar em casa com o B e fora com o A. Se calhar para os 4 primeiros habituais primeiros não terá muita diferença, mas para quem estiver ali a lutar pelo 8º lugar pode ter e muita para quem jogar em casa frente a um adversário direto.

Mas a proposta no geral é muito interessante, a 2ª fase só com os 8 melhores revertendo quem joga em casa e fora é muito interessante porque levará a maior perda de pontos das equipas de topo, deixando a última fase a 4 com caminho aberto a ser decisiva. O senão é que o mini-campeonato dos 10 últimos provavelmente não vai ter qualquer tipo de interesse e não sei até que ponto para essas equipas não será pior do que o modelo atual. Por exemplo um "Tondela da vida" pode acabar a fazer os 3 jogos contra os grandes fora, não ter qualquer receita desses jogos e depois acabar a fazer um campeonato contra os seus adversários diretos. A luta para não descer será renhida desportivamente mas provavelmente sem qualquer tipo de interesse televisivo (e não sei até que ponto não ficarão os estádios ainda mais vazios...)
PAF Equipa Principal
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #2152 em: 10 de Agosto de 2022, 00:38 »
Não parece assim tão descabido.

Para aumentar o possível bolo da centralização de direitos televisivos é preciso aumentar a atratividade para fora. Isto só se consegue aumentando o nº de jogos entre os melhores, e este modelo assegura-o claramente.
Além disso mantém o nº de equipas na 1ª divisão, sendo talvez a única de forma de os restantes clubes votarem favoravelmente uma proposta de mudança.

Sempre achei que o melhor era diminuir os clubes na 1ª e fazer uma coisa a 3-4 voltada mas esta versão não parece de todo errada.

Concordo, esta ideia é muito boa. Teria outro factor importante mais tempo de descanso para as competições europeias. Gostei de sermos nós apresentar uma proposta com cabeça tronco e membros, é que se tivéssemos há espera dos três do costume podíamos estar sentados.

Não sou muito apologista a campeonatos de 1 só volta, porque acabam por não ser totalmente justos. Não é o mesmo um clube X jogar em casa contra o clube A e fora com o B e o Y jogar em casa com o B e fora com o A. Se calhar para os 4 primeiros habituais primeiros não terá muita diferença, mas para quem estiver ali a lutar pelo 8º lugar pode ter e muita para quem jogar em casa frente a um adversário direto.

Mas a proposta no geral é muito interessante, a 2ª fase só com os 8 melhores revertendo quem joga em casa e fora é muito interessante porque levará a maior perda de pontos das equipas de topo, deixando a última fase a 4 com caminho aberto a ser decisiva. O senão é que o mini-campeonato dos 10 últimos provavelmente não vai ter qualquer tipo de interesse e não sei até que ponto para essas equipas não será pior do que o modelo atual. Por exemplo um "Tondela da vida" pode acabar a fazer os 3 jogos contra os grandes fora, não ter qualquer receita desses jogos e depois acabar a fazer um campeonato contra os seus adversários diretos. A luta para não descer será renhida desportivamente mas provavelmente sem qualquer tipo de interesse televisivo (e não sei até que ponto não ficarão os estádios ainda mais vazios...)
Mas o objetivo não é ter mais gente, é apenas receber mais dinheiro, haver mais jogos entre grandes. (não fosse a proposta apresentada pelo Braga.)
No resto uma só volta não faz sentido nenhum, é aberrante numa competição deste género e não tem qualquer tipo de justiça desportiva.
Com certeza não vai dar em nada. Faz lembrar a proposta da super liga europeia. Os clubes (pelo menos alguns) só pensam em dinheiro, não querem saber do jogo para nada e menos querem saber dos adeptos.
Há milhares de coisas que os clubes podem fazer em Portugal para melhorar o jogo, mas só pensam no dinheiro, nem sequer trabalham no básico como a promoção do jogo e a defesa dos adeptos.
Pedro Bala
Pedro Bala Equipa Principal
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #2153 em: 10 de Agosto de 2022, 00:38 »
Isto trata-se de mudar as regras do jogo, que são iguais em qualquer campeonato que se preze, para sermos campeões mais facilmente.
Não obrigado. É de pequeno, é de complexado, dispenso. Se um dia vencermos nos moldes competitivos atuais saberá muito melhor do que se acontecer depois de se mudar o formato.

No entanto concordo que Portugal não tem dimensão para um campeonato a 18 e o número ideal seria 16.

Somos Braga! Equipa Principal
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #2154 em: 10 de Agosto de 2022, 09:20 »
Isto trata-se de mudar as regras do jogo, que são iguais em qualquer campeonato que se preze, para sermos campeões mais facilmente.
Não obrigado. É de pequeno, é de complexado, dispenso. Se um dia vencermos nos moldes competitivos atuais saberá muito melhor do que se acontecer depois de se mudar o formato.

No entanto concordo que Portugal não tem dimensão para um campeonato a 18 e o número ideal seria 16.
Estás no teu direito de dizer que és contra o modelo proposto, mas, dizer que será mais fácil uma equipa pequena ser campeão,  significa que não leste a proposta ou não entendeste o que lá está escrito.

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O verdadeiro adepto vê-se nas derrotas!
RcRb2
RcRb2 Juniores
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #2155 em: 10 de Agosto de 2022, 09:33 »
Isto trata-se de mudar as regras do jogo, que são iguais em qualquer campeonato que se preze, para sermos campeões mais facilmente.
Não obrigado. É de pequeno, é de complexado, dispenso. Se um dia vencermos nos moldes competitivos atuais saberá muito melhor do que se acontecer depois de se mudar o formato.

No entanto concordo que Portugal não tem dimensão para um campeonato a 18 e o número ideal seria 16.
Estás no teu direito de dizer que és contra o modelo proposto, mas, dizer que será mais fácil uma equipa pequena ser campeão,  significa que não leste a proposta ou não entendeste o que lá está escrito.

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Exatamente. Isto é comentário igual ao dos estarolas que comentam nas redes sociais, não lêem a proposta ou não a entendem e vêem logo com acusações infantis.

A segunda fase é jogada com a diferença de pontos igual ao que ficou na fase regular, se a liga entender cortar para metade ou alterar pode faze-lo, porque o Braga apenas deu ideias para o debate, gostem ou não da ideia o nosso campeonato precisa ser alterado, diminuir para 16 mantendo o formato e receitas nada mudará.

O Salvador foi claro, 82% é quanto pesa no orçamento dos clubes portugueses a venda de jogadores, a média europeia é de 14%. Ou seja, estarem dependentes de receitas extraordinárias é o caminho para o desastre. O nosso futebol tem que obter mais receitas e essas vão aumentar existindo mais jogos entre estarolas, tem é que existir centralização de direitos.

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Pedro Bala
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #2156 em: 10 de Agosto de 2022, 11:07 »
Isto trata-se de mudar as regras do jogo, que são iguais em qualquer campeonato que se preze, para sermos campeões mais facilmente.
Não obrigado. É de pequeno, é de complexado, dispenso. Se um dia vencermos nos moldes competitivos atuais saberá muito melhor do que se acontecer depois de se mudar o formato.

No entanto concordo que Portugal não tem dimensão para um campeonato a 18 e o número ideal seria 16.
Estás no teu direito de dizer que és contra o modelo proposto, mas, dizer que será mais fácil uma equipa pequena ser campeão,  significa que não leste a proposta ou não entendeste o que lá está escrito.

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Exatamente. Isto é comentário igual ao dos estarolas que comentam nas redes sociais, não lêem a proposta ou não a entendem e vêem logo com acusações infantis.

A segunda fase é jogada com a diferença de pontos igual ao que ficou na fase regular, se a liga entender cortar para metade ou alterar pode faze-lo, porque o Braga apenas deu ideias para o debate, gostem ou não da ideia o nosso campeonato precisa ser alterado, diminuir para 16 mantendo o formato e receitas nada mudará.

O Salvador foi claro, 82% é quanto pesa no orçamento dos clubes portugueses a venda de jogadores, a média europeia é de 14%. Ou seja, estarem dependentes de receitas extraordinárias é o caminho para o desastre. O nosso futebol tem que obter mais receitas e essas vão aumentar existindo mais jogos entre estarolas, tem é que existir centralização de direitos.

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Obviamente seria mais fácil para o Braga (ou qualquer outro clube que ficasse em 4º lugar) ser campeão neste formato do que no atual.

O campeonato português é periférico e de pouco interesse fora de Portugal/comunidades portuguesas. Não há milagres. Devemos reduzir para 16 e centralizar os direitos, mas para além disso não penso que haja muito a fazer. Terá sempre de ser um futebol de formação e venda, sendo as únicas exceções os 3 grandes que contam com milhões de adeptos e rios de dinheiro das competições europeias.

As ligas top 5 não têm a mesma pressão para vender porque esses campeonatos despertam interesse em todo o mundo e isso reflete-se no dinheiro que lá entra.
PEDRØ XVI
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #2157 em: 10 de Agosto de 2022, 11:11 »
Isto trata-se de mudar as regras do jogo, que são iguais em qualquer campeonato que se preze, para sermos campeões mais facilmente.
Não obrigado. É de pequeno, é de complexado, dispenso. Se um dia vencermos nos moldes competitivos atuais saberá muito melhor do que se acontecer depois de se mudar o formato.

No entanto concordo que Portugal não tem dimensão para um campeonato a 18 e o número ideal seria 16.
Estás no teu direito de dizer que és contra o modelo proposto, mas, dizer que será mais fácil uma equipa pequena ser campeão,  significa que não leste a proposta ou não entendeste o que lá está escrito.

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Exatamente. Isto é comentário igual ao dos estarolas que comentam nas redes sociais, não lêem a proposta ou não a entendem e vêem logo com acusações infantis.

A segunda fase é jogada com a diferença de pontos igual ao que ficou na fase regular, se a liga entender cortar para metade ou alterar pode faze-lo, porque o Braga apenas deu ideias para o debate, gostem ou não da ideia o nosso campeonato precisa ser alterado, diminuir para 16 mantendo o formato e receitas nada mudará.

O Salvador foi claro, 82% é quanto pesa no orçamento dos clubes portugueses a venda de jogadores, a média europeia é de 14%. Ou seja, estarem dependentes de receitas extraordinárias é o caminho para o desastre. O nosso futebol tem que obter mais receitas e essas vão aumentar existindo mais jogos entre estarolas, tem é que existir centralização de direitos.

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Obviamente seria mais fácil para o Braga (ou qualquer outro clube que ficasse em 4º lugar) ser campeão neste formato do que no atual.

O campeonato português é periférico e de pouco interesse fora de Portugal/comunidades portuguesas. Não há milagres. Devemos reduzir para 16 e centralizar os direitos, mas para além disso não penso que haja muito a fazer. Terá sempre de ser um futebol de formação e venda, sendo as únicas exceções os 3 grandes que contam com milhões de adeptos e rios de dinheiro das competições europeias.

As ligas top 5 não têm a mesma pressão para vender porque esses campeonatos despertam interesse em todo o mundo e isso reflete-se no dinheiro que lá entra.
Ri-me.
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #2158 em: 10 de Agosto de 2022, 11:22 »
Isto trata-se de mudar as regras do jogo, que são iguais em qualquer campeonato que se preze, para sermos campeões mais facilmente.
Não obrigado. É de pequeno, é de complexado, dispenso. Se um dia vencermos nos moldes competitivos atuais saberá muito melhor do que se acontecer depois de se mudar o formato.

No entanto concordo que Portugal não tem dimensão para um campeonato a 18 e o número ideal seria 16.
Estás no teu direito de dizer que és contra o modelo proposto, mas, dizer que será mais fácil uma equipa pequena ser campeão,  significa que não leste a proposta ou não entendeste o que lá está escrito.

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Exatamente. Isto é comentário igual ao dos estarolas que comentam nas redes sociais, não lêem a proposta ou não a entendem e vêem logo com acusações infantis.

A segunda fase é jogada com a diferença de pontos igual ao que ficou na fase regular, se a liga entender cortar para metade ou alterar pode faze-lo, porque o Braga apenas deu ideias para o debate, gostem ou não da ideia o nosso campeonato precisa ser alterado, diminuir para 16 mantendo o formato e receitas nada mudará.

O Salvador foi claro, 82% é quanto pesa no orçamento dos clubes portugueses a venda de jogadores, a média europeia é de 14%. Ou seja, estarem dependentes de receitas extraordinárias é o caminho para o desastre. O nosso futebol tem que obter mais receitas e essas vão aumentar existindo mais jogos entre estarolas, tem é que existir centralização de direitos.

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Obviamente seria mais fácil para o Braga (ou qualquer outro clube que ficasse em 4º lugar) ser campeão neste formato do que no atual.

O campeonato português é periférico e de pouco interesse fora de Portugal/comunidades portuguesas. Não há milagres. Devemos reduzir para 16 e centralizar os direitos, mas para além disso não penso que haja muito a fazer. Terá sempre de ser um futebol de formação e venda, sendo as únicas exceções os 3 grandes que contam com milhões de adeptos e rios de dinheiro das competições europeias.

As ligas top 5 não têm a mesma pressão para vender porque esses campeonatos despertam interesse em todo o mundo e isso reflete-se no dinheiro que lá entra.
Mas não é só o top5 que existe na Europa que fazem essa média,  existem mais algumas dezenas de campeonatos que contam para essa média de 14%!
O nosso campeonato vai cair mais lugares nós próximos anos se nada for alterado.
Ligas como a Belga ou Austríaca não demoram a passar.

Na própria Alemanha e Itália já andam também a pensar em alterar os seus campeonatos, o modelo atual já não faz sentido nos dias de hoje, ou porque ganha sempre o mesmo, ou porque os valores são baixos. gostemos ou não o futebol é uma industria de dinheiro e têm que arranjar forma de aumentar o seu valor, quando o campeão italiano recebe menos prêmios que o último classificado da Premier league alguma coisa vai mal.

Se facilita outros clubes em terem mais oportunidades para serem campeões, em que ponto isso é mau?  Não consigo perceber. Aumentará ou não o interesse dos adeptos esporádicos aumentando assim assistências, audiências e por consequência patrocínios e direitos de tv?

1+1=2



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Pedro Bala
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #2159 em: 10 de Agosto de 2022, 11:45 »
RCRB2, vou responder por aqui para não começar a acumular montanhas de texto.

Infelizmente a maioria dos clubes portugueses depende da venda de jogadores para sobreviver, mais do que noutros campeonatos, porque a isso são obrigados, a meu ver, devido a uma série de fatores. Entre eles um dos principais é que para além dos 3 grandes, nós, os espanhóis e o Boavista, nenhum outro clube tem receitas com os seus adeptos (posso estar a ser injusto para uma série de clubes mas penso que não foge muito disto). Portugal é um país onde a esmagadora maioria dos adeptos, e consequentemente, o interesse, se concentra em 3 clubes, o que leva a que praticamente todo o dinheiro seja para eles canalizado. Junta-se a isto o facto de Portugal não ser um país de salários altos, pelo contrário (e ao contrário de países como a Bélgica, Holanda ou Áustria), e é compreensível o porquê de os adeptos serem um fator quase inexistente na vida financeira da maioria dos clubes. Nesses países que referiste e em muitos outros não se verifica uma concentração tão brutal dos adeptos em torno de um pequeníssimo grupo de clubes.

O último classificado inglês recebe mais que o campeão italiano porque o mercado assim o dita. É o que é. Os ingleses centralizaram direitos em 1992 creio, nós estamos em 2022 e falamos na centralização para 2028, é a diferença. Naquela ilha mora o melhor campeonato do mundo, o que mais interesse gera (bem mais que o italiano e qualquer outro na verdade).

Eu não quero com isto dizer que não devemos mudar nada e que está tudo bem, só não vejo com bons olhos o abandono do modelo clássico de campeonato de futebol, que é seguido por todos os campeonatos mais prestigiados da Europa. Se na Bélgica ou na Escócia funciona, bom para eles, mas sinceramente não acho que seja para esses países que devemos olhar e procurar inspiração.

 

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