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Futebol português em debate
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1060 em: 09 de Junho de 2020, 11:19 »
A justificação que o "orelhas" apresentou foi dizer que Porto e Sporting também o fazem...
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1061 em: 09 de Junho de 2020, 11:23 »
Pedro Proença continua na Liga... para já

Na Assembleia Geral da Liga, os clubes aprovaram as subidas e as descidas da II Liga, o aumento de substituições e suplentes na I Liga e, por fim, a proposta de um novo modelo de governação para o organismo, o que mantém Pedro Proença na liderança, pelo menos até às eleições


A continuidade de Pedro Proença na liderança da Liga era incerta até esta tarde, quando os 34 clubes da I e II Ligas profissionais se reuniram em Assembleia Geral Extraordinária e, entre a aprovação de várias medidas, aceitaram a apresentação e estudo de um novo modelo de governação para o organismo.

Ou seja, Pedro Proença mantém-se como presidente, para já, mas, para continuar depois da futura aprovação do novo modelo de gestão terá de ir a eleições e ser reconduzido no cargo - tendo já Luís Filipe Vieira, presidente do Benfica, dito que há "dois candidatos" interessados em liderar a Liga.

"O Presidente da Liga, Pedro Proença, apresentou às 34 Sociedades Desportivas presentes, na sua maioria representadas pelos respetivos Presidentes, o novo Modelo de Governação que este defende para a Liga Portugal e que foi já apresentado aos clubes há mais de dois anos", comunicou a Liga, esta noite, após a AG. "O novo Modelo de Governação prevê que a Direção, representada por clubes, deixe de existir e passe a haver um novo modelo com um Presidente e Direção Executiva, com poderes reforçados, e também pelo Conselho de Presidentes, que terá, quando necessário, uma Comissão de Supervisão", lê-se também.

Recorde-se que a direção de Pedro Proença já tinha registado as baixas de Benfica e Cova da Piedade, antes de Proença apresentar um modelo de governação com uma direção executiva, sem clubes representados – permanecem no elenco FC Porto, Sporting, Tondela, Gil Vicente, Mafra e Leixões.

"Com a apresentação do Modelo de Governação, será, agora, criado um Grupo de Trabalho que será constituído por clubes da Liga NOS e da LigaPro, e que vai trabalhar na alteração estatutária, a ser apresentada", comunicou também a Liga.

Além da apresentação do novo modelo de governação da Liga, que ainda terá de ser aprovado, foram validadas as subidas e as descidas da II Liga - Farense e Nacional vão mesmo subir à I Liga e Cova da Piedade e Casa Pia vão mesmo descer da II Liga - e aumentadas as substituições e os suplentes, já a partir da 26ª jornada da Liga - poderá agora haver na I Liga cinco substituições, com três paragens, e nove suplentes no banco.

O plano de apoio aos clubes do segundo escalão, através de um fundo de tesouraria da LPFP no valor de 1,52 milhões de euros (ME), complementar ao de um milhão criado pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF), foi igualmente aprovado.

Os dois fundos ascendem a 2,52 ME, o que pode representar individualmente para cada clube cerca de 170 mil euros, 108.500 euros através do mecanismo criado pela LPFP e 62.500 euros pelo da FPF

em: https://tribunaexpresso.pt/futebol-nacional/2020-06-08-Pedro-Proenca-continua-na-Liga.-para-ja
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1062 em: 09 de Junho de 2020, 11:26 »
Várias decisões aprovadas em Assembleia Geral Extraordinária

 

Ratificadas decisões da Direção, Plano de Retoma e votada a regra das cinco substituições. Novo Modelo de Governação apresentado


A Liga Portugal reuniu em Assembleia Geral Extraordinária, ao abrigo do disposto na alínea a), do n.º 2, do artigo 38.º, no n.º 1, do artigo 40.º, no n.º 1, do artigo 41.º e nos nºs 1 e 2, do artigo 42.º dos Estatutos da Liga Portuguesa de Futebol Profissional (Estatutos).

As Sociedades Desportivas do Futebol Profissional fizeram-se todas representar e votaram a favor todas as deliberações da Direção da Liga ao executar a decisão do Governo de retoma apenas da Liga NOS e, que em consequência, suspendeu definitivamente a LigaPro, na época desportiva 2019-20, com a consequente estabilização da classificação final por referência à classificação que se verificava na data de 12 de março de 2020 e ratificando todas as medidas estruturais para a sobrevivência económica dos clubes do futebol profissional tomadas neste período Covid-19 pela Direção da Liga Portugal.

Entre as decisões ratificadas constava o Fundo de Suporte Económico Covid-19, bem como o diferimento do pagamento de multas do Regulamento Disciplinar até à data de 30 de junho.

Foi ainda ratificado por larga maioria a atribuição do Fundo de compensação atribuído à Liga Pro, no valor de 1,52 milhão de euros, todos reconhecendo que tal ocorreu num contexto muito difícil e com a anuência de todos os membros da Direção.
A ratificação das decisões da Direção foi votada favoravelmente por larga maioria.
Foi também discutido e aprovada a alteração da Lei 3 das Leis de Jogo, permitindo a utilização de cinco substituições e nove suplentes, com efeitos imediatos a partir da Jornada 26, bem como autorização quando, em caso de viagens aéreas deixe de existir obrigatoriedade de viajar na véspera, sempre que o motivo não seja imputável aos clubes.

A Assembleia Geral votou também todas as alterações regulamentares previstas no Plano da Retoma da Liga NOS, e que foram implementadas temporariamente até final da presente temporada, foram também aprovadas por larga maioria.

Nota para uma proposta enviada, e aprovada, pelo Boavista FC à Assembleia Geral para prorrogar o prazo de pagamento do relvado colocado em 2015-16, que foi financiado pela Liga e cujo prazo de liquidação terminava no final da presente temporada.

Para finalizar, e como estava previsto, o Presidente da Liga, Pedro Proença, apresentou às 34 Sociedades Desportivas presentes, na sua maioria representadas pelos respetivos Presidentes, o novo Modelo de Governação que este defende para a Liga Portugal e que foi já apresentado aos clubes há mais de dois anos.
O novo Modelo de Governação prevê que a Direção, representada por clubes, deixe de existir e passe a haver um novo modelo com um Presidente e Direção Executiva, com poderes reforçados, e também pelo Conselho de Presidentes, que terá, quando necessário, uma Comissão de Supervisão.

Com a apresentação do Modelo de Governação, será, agora, criado um Grupo de Trabalho que será constituído por clubes da Liga NOS e da LigaPro, e que vai trabalhar na alteração estatutária, a ser apresentada.

em: https://www.ligaportugal.pt/pt/epocas/20192020/noticias/institucional/varias-decisoes-aprovadas-em-assembleia-geral-extraordinaria/
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1063 em: 09 de Junho de 2020, 12:52 »
Estará resolvida a salsada da Liga, no que diz respeito a esta época? Esperemos que sim.
Quem não sente não é filho de boa gente.
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1064 em: 09 de Junho de 2020, 14:02 »
A justificação que o "orelhas" apresentou foi dizer que Porto e Sporting também o fazem...
É sempre um bom argumento quando há falta deles.
É isso e dizer que cumprem a lei quando tudo o que mexem é duvidoso, é um clássico.
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1065 em: 17 de Junho de 2020, 09:39 »
Clubes do Campeonato de Portugal manifestam-se pela reposição da justiça desportiva

Representantes de seis clubes do Campeonato de Portugal estiveram, na terça-feira, na Cidade do Futebol, em Oeiras, para entregar à Federação Portuguesa de Futebol (FPF) uma carta em que pedem uma reunião com o presidente federativo.

À margem de uma manifestação que reuniu cerca de 200 adeptos, jogadores e membros das equipas técnicas de Fafe, Lusitânia de Lourosa, Praiense, Benfica e Castelo Branco, Olhanense e Real SC, os presidentes destes emblemas entregaram na Cidade do Futebol um pedido formal de reunião com Fernando Gomes para demonstrarem o seu desagrado pela decisão de terminar prematuramente o Campeonato de Portugal, promovendo Vizela e Arouca à II Liga.

A comitiva encabeçada pelo presidente da SAD do Olhanense, Luís Torres, foi recebida pelo vice-presidente da FPF, José Couceiro, que se comprometeu a fazer chegar a carta a Fernando Gomes.

O dirigente do Olhanense ouviu as explicações dadas pelo vice da FPF, mas resume que se tratou de "uma mão cheia de nada".

"Apenas nos disseram que as decisões estão tomadas e que agora há que esperar pela decisão do Conselho de Justiça. Explicámos que sabemos que não podem fazer nada, nem é essa nossa intenção de momento, mas que queremos apenas ouvir do Dr. Fernando Gomes qual a explicação para acabar com o Campeonato de Portugal e agora estarem a ser promovidas competições como a Liga dos Campeões. Queremos mostrar que nos sentimos altamente prejudicados e lesados", disse à agência Lusa o presidente do emblema algarvio.

Já sobre a decisão do Conselho de Justiça, que deverá ser conhecida em breve, o dirigente deposita poucas esperanças no órgão da FPF, "que não vai contrariar a decisão do seu presidente", e explica que se segue um recurso para o Tribunal Arbitral do Desporto (TAD).

"Vamos recorrer ao TAD para repor a justiça no futebol português, principalmente para estes seis clubes. Nada justifica que não se tenham realizado os 'play-offs'", sublinha Luís Torres.

O presidente dos olhanenses acredita que apesar de o histórico demonstrar o contrário, nesta situação, o TAD pode mesmo decidir a favor destes seis emblemas.

"Nos últimos anos o TAD não tem dado acolhimento a estes pedidos, mas este ano são muitas equipas a pedirem a mesma coisa, inclusive clubes da II Liga. Sinceramente, acho que poderá haver aqui uma janela para clarificar primeiro esta decisão e só depois serem iniciadas as competições no próximo ano", vaticina Luís Torres.

Ainda sobre a decisão da FPF, que decretou a subida de Vizela e Arouca à II Liga, Luís Torres não tem dúvidas de que foi "precipitada".

"Os clubes do Campeonato de Portugal estão claramente unidos nesta situação e só queremos uma decisão que reflita a justiça desportiva. O que se passou só revela impreparação e acreditamos que com mais tempo e melhor ponderação, ouvindo os lesados, se podiam evitar problemas futuros", conclui.

A FPF decidiu, em maio, concluir de forma antecipada o Campeonato de Portugal, indicando para a promoção à II Liga Vizela e Arouca, os dois clubes com mais pontos à data da suspensão da prova, em março.

em: https://www.futebol365.pt/artigo/234426-clubes-do-campeonato-de-portugal-manifestam-se-pela-reposicao-da-justica-desportiva/
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1066 em: 29 de Junho de 2020, 20:19 »
Distribuição do dinheiro na Bundesliga:
https://www.bundesliga.com/en/news/Bundesliga/agmd12-dfl-media-income-distribution-424720.jsp

Para os ranking 5 anos, em cada ano campeão recebe 36 pontos, o 2º 35 e assim sucessivamente até ao último da 2.Bundesliga
Quem não sente não é filho de boa gente.
Chiquitilha Juvenis
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1067 em: 01 de Julho de 2020, 15:21 »
   Viva Braguistas,
   «Isto soa tudo um bocadinho romântico, porque chegámos a um ponto em que acreditamos, coletivamente, benfiquistas, portistas, sportinguistas, todos, que para se ter sucesso no futebol é preciso ser sujo, é preciso pagar luvas, fazer negociatas, berrar, criar cabalas, ligar a árbitros, meter dinheiro nos clubes mais pequenos, comprar votos na Assembleia da Liga. Quem acreditar no contrário, “não vive neste mundo”. É isto que é “ser homem da bola”.

E é assim, através da normalização da corrupção, que estes bandidos tomam conta do futebol, em Portugal e no estrangeiro (veja-se a FIFA, uma das organizações mais corruptas do mundo), alimentando-se da nossa paixão, tornando os clubes em empresas altamente lucrativas para uns quantos, marcando jogos para as nove da noite de segundas-feiras, fazendo o pino para agradar a uns agentes, moscambilhando resultados de sorteios, matando o futebol.

   Peço desculpa por trazer aqui o extracto de um artigo de um benf...mour...Fonix!!! Custa a escrever a designação...um Lampião!!!
   Este é daqueles, raros, muito, muito, muito raros. Alias deve ser o único que não tem palas, que coloca um pouco o ponto nos I`S. Ainda existem mas temos de procura, não com lupa mas com microscópio.
   Eis a razão de nunca, mas mesmo nunca, ter-mos hipótese de chegar-mos um dia a campeões. Nós ou outro qualquer.
   O futebol é negocio! podíamos ter Messi e Cristiano na equipe, treinador o Klop ou o Guardiola. O resultado final é sempre o mesmo. Esqueçam! Devemos é apostar em colocar gente no conselho de arbitragem e ter juízes  no tribunal e funcionários no mesmo e políticos da cidade, para ter-mos hipótese de ganhar algo.
   E quando até temos um presidente de camara que rejubila com as nossas derrotas...esta tudo dito.
   Venha outro para o lugar do Salvador e que tenha..."Conectes" para...pedir ou corromper, quem tem o poder.
   
  Viva o Braga!!!
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1068 em: 09 de Julho de 2020, 13:58 »
Fernando Gomes sem concorrência será confirmado no terceiro mandato na FPF

Eleito pela primeira vez em 2011, então frente a Carlos Marta, Fernando Gomes vai atingir o limite de três mandatos previsto pela lei, devendo, tal como em 2016, receber a aprovação da larga maioria dos delegados.

Dirigente desportivo há quase 30 anos, Fernando Gomes foi responsável pelo basquetebol, modalidade que praticou, do FC Porto, no qual chegou à administração da SAD, tendo dirigido a Liga de basquetebol nos anos 1990 e a de futebol antes de chegar à FPF.

Para o novo mandato, até 2024, o atual líder federativo mantém Humberto Coelho, João Vieira Pinto, Pedro Pauleta, José Couceiro, Pedro Dias, Mónica Jorge e Rui Manhoso na direção.

O antigo avançado Hélder Postiga e José Alberto da Costa Ferreira, atual presidente da associação de Viseu, são as caras novas do executivo, que terá Júlio Vieira, atual diretor cooptado e antigo presidente da associação de Leiria, como primeiro suplente, à frente de Joaquim Evangelista, presidente do Sindicato de Jogadores Profissionais de Futebol (SJPF), e do treinador Jesualdo Ferreira.

Relativamente ao executivo atual registam-se as saídas de Carlos Coutada, Elísio Carneiro, que transita para o Conselho Fiscal, e Júlio Vieira, assim como de Hermínio Loureiro, que tinha suspendido o mandato de vice-presidente em janeiro, na sequência da acusação do Ministério Público na operação ‘Ajuste Secreto’, e que foi ‘substituído’ por Couceiro.

Cláudia Santos é a cabeça de lista para o Conselho de Disciplina (CD), para suceder a José Manuel Meirim, Luis Verde de Sousa vai liderar o Conselho de Justiça (CJ), enquanto os líderes dos restantes órgãos se mantêm, casos de José Fontelas Gomes, no Conselho de Arbitragem (CA), de Ernesto Ferreira da Silva, no Conselho Fiscal (CF), e de José Luís Arnaut, na Mesa da Assembleia-Geral (MAG).

A escolha de Cláudia Santos, ex-presidente da Comissão de Instrutores da Liga de clubes, foi polémica, com o FC Porto a ter chegado a pedir que o nome da deputada do PS fosse retirado da lista, devido à incompatibilidade do cargo na Assembleia da República com o do CD.

O caso chegou a ser também falado no Parlamento, com alguns partidos a mostrarem-se contra uma possível incompatibilidade dos dois cargos, mas a comissão de transparência acabou por dar ‘luz verde’.

Para o novo mandato, Fernando Gomes, que tem ganhado também peso na UEFA, quer ver Portugal a ganhar um novo título internacional no futebol masculino, apontando ainda como objetivos “garantir a estabilidade estrutural” da FPF, após a covid-19.

Entre os compromissos para 2020/21, Gomes pretende desenhar programas de apoio aos clubes das competições federativas, mediante a disponibilidade do organismo, e reestruturar os quadros competitivos, mostrando a ambição de chegar aos 300 mil federados.

O ato eleitoral vai decorrer na sede da FPF, na Cidade do Futebol, em Oeiras, entre as 15:00 e as 17:00, seguindo-se a posse dos novos órgãos sociais, às 18:00.

em: https://www.abola.pt/economia/2020-07-09/fernando-gomes-sem-concorrencia-sera-confirmado-no-terceiro-mandato-na-fpf/611331
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1070 em: 27 de Julho de 2020, 16:42 »
Só será um pequeno passo se não puserem lá 3 palhaços a fazer o mesmo que antes, sem clube, mas a fazer o mesmo circo.
Acho que o canal 11 deu uma ajuda a esta decisão.
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1071 em: 28 de Julho de 2020, 01:06 »
A título de curiosidade somos o quarto clube há mais tempo na Primeira Liga, 46 épocas consecutivas, só atrás dos estarolas mas com grande diferença para os outros,
Relativamente ao total de presenças somo o sexto com 65 atrás de estarolas, guimaraes e setúbal.

https://www.zerozero.pt/news.php?id=292044
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1072 em: 28 de Julho de 2020, 12:29 »
O Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) decidiu, esta segunda-feira à noite, decretar a providência cautelar de suspensão da eficácia da decisão de indicar os clubes Vizela e Arouca para ascender à Liga 2. [providencia cautelar interposta pelo Olhanense] A ação principal permanece em avaliação.

A FPF insiste na promoção de apenas estes 2 clubes e deve avançar com recurso.

Mais uma salganhada. Poderiam muito bem fazer um alargamento temporário da II Liga, para acomodar os 4 líderes de série, ou então ter feito o play-off de promoção. Assim, numa época de indefinição e de calendário apertado, vai se ter mais uma novela. Futebol português no seu melhor. Tudo que não sejam os grandes é mato.
Quem não sente não é filho de boa gente.
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1073 em: 28 de Julho de 2020, 15:40 »
O Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) decidiu, esta segunda-feira à noite, decretar a providência cautelar de suspensão da eficácia da decisão de indicar os clubes Vizela e Arouca para ascender à Liga 2. [providencia cautelar interposta pelo Olhanense] A ação principal permanece em avaliação.

A FPF insiste na promoção de apenas estes 2 clubes e deve avançar com recurso.

Mais uma salganhada. Poderiam muito bem fazer um alargamento temporário da II Liga, para acomodar os 4 líderes de série, ou então ter feito o play-off de promoção. Assim, numa época de indefinição e de calendário apertado, vai se ter mais uma novela. Futebol português no seu melhor. Tudo que não sejam os grandes é mato.

Decisão óbvia e esperada (embora esta é do Olhanense que penso nem seja dos que tem mais razão)
Ainda deve haver mais algumas dos clubes que não  subiram estando em 1º na série. Foi uma decisão ridícula da FPF. Tinham feito play off com os 4 primeiros na cidade do futebol e resolviam o assunto facilmente.
Lipeste
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1074 em: 03 de Agosto de 2020, 10:41 »
Liga permite dono de casa de apostas no futebol profissional
Paulo Curado

Empreendedor e político, Kunle Soname é dono de uma fortuna considerável na Nigéria. Entre as várias empresas que detém conta-se a Bet9ja, uma das mais conhecidas plataformas africanas de apostas desportivas online.

Em Outubro de 2015 adquiriu 70% da Sociedade Anónima Desportiva (SAD) do Feirense (II Liga), assumindo pouco depois o controlo do futebol profissional. Isto apesar de a lei portuguesa proibir expressamente, desde 2017, que elementos ligados a empresas de apostas desempenhem cargos (...)

em:
https://www.publico.pt/2020/08/03/desporto/noticia/liga-permite-dono-casa-apostas-futebol-profissional-1926810
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1075 em: 03 de Agosto de 2020, 12:28 »
Liga permite dono de casa de apostas no futebol profissional
Paulo Curado

Empreendedor e político, Kunle Soname é dono de uma fortuna considerável na Nigéria. Entre as várias empresas que detém conta-se a Bet9ja, uma das mais conhecidas plataformas africanas de apostas desportivas online.

Em Outubro de 2015 adquiriu 70% da Sociedade Anónima Desportiva (SAD) do Feirense (II Liga), assumindo pouco depois o controlo do futebol profissional. Isto apesar de a lei portuguesa proibir expressamente, desde 2017, que elementos ligados a empresas de apostas desempenhem cargos (...)

em:
https://www.publico.pt/2020/08/03/desporto/noticia/liga-permite-dono-casa-apostas-futebol-profissional-1926810
Inacreditável...

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Lipeste
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  Re: Futebol português em debate
« Responder #1076 em: 03 de Agosto de 2020, 16:41 »
Confederação do Desporto acha «urgente» Governo aprovar público nas competições
Eduíno Dias c/Lusa

A Confederação do Desporto de Portugal (CDP) desafiou hoje o Governo a aprovar a presença de público nos eventos desportivos, considerando, até pela «sustentabilidade dos clubes», ser «urgente» reverter a proibição.

“Autorizar a presença de público nos eventos desportivos é urgente. Não só pelo que eles representam no dia a dia da população (…) (e porque são) fonte fundamental para a sustentabilidade de clubes e federações que vivem dias economicamente difíceis”, alertou o organismo.

Enquanto nos eventos culturais é permitido ter público, casos de teatros, cinema e, mais recentemente, touradas, ao desporto continua a ser vedada a presença popular, exceção à Fórmula 1, que regressa este ano a Portugal, em tempos de covid-19.

“Tendo em conta que o país retoma a sua normalidade, a CDP apela ao Governo para que no próximo Conselho de Ministros tome a decisão de permitir a presença de público em todos os eventos desportivos, uma medida que peca por tardia e consideramos ser urgente implementar em nome da sustentabilidade do movimento associativo desportivo”, reforça a entidade.

A CDP aplaude a “abertura de espírito” demonstrada pela tutela em relação à cultura, contudo entende que a mesma deveria ser “extensível a um fenómeno que tem também muito a ver com a cultura dos povos como o são as competições desportivas”.

“Autorizar o regresso de público é também um voto de confiança por parte do Governo às federações, que estão mais que preparadas para assegurar todas as condições sanitárias no que diz respeito ao coronavírus”, completa.

Quinta-feira, o Governo aprovou a abertura das atividades desportivas que ainda estavam encerradas, confirmando a retoma competitiva das modalidades coletivas de pavilhão, sem a presença de público, em vigor desde 01 de agosto.

Em março, a pandemia ditou a paragem do desporto mundial, sendo que em Portugal as modalidades de pavilhão deram, prematuramente, por encerradas as suas épocas desportivas, ao contrário do futebol que voltou aos relvados e concluiu a temporada, com vários dirigentes a reclamar a presença de adeptos.

em: https://www.futebol365.pt/artigo/238482-confederacao-do-desporto-acha-urgente-governo-aprovar-publico-nas-competicoes/
 

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