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POR ONDE ANDAM ANTIGOS JOGADORES DO BRAGA
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POR ONDE ANDAM ANTIGOS JOGADORES DO BRAGA
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  Re: POR ONDE ANDAM ANTIGOS JOGADORES DO BRAGA
« Responder #4380 em: 07 de Abril de 2021, 15:23 »
(continuação)

Bola na Rede: Já que estamos a falar desse assunto, queria perguntar-te se sentes falta de mais momentos desses no futebol, ou seja, a partilha e a confluência entre jogadores e adeptos?

Artur Jorge: Sim, porque não? Agora não porque estamos num contexto completamente diferente e específico e não vale a pena estar aqui a repetir tudo o que já foi dito. Eu acho que está intimamente ligado o jogador, ou o jogo em si, ao adepto. Tanto é que agora vivemos a experiência de jogar sem adeptos e é horrível. Não acredito que haja algum jogador que goste disto ou que possa retirar algum prazer disto. Porque não essas iniciativas fora do campo? Um jogador sente-se valorizado porque existem pessoas a apreciar o seu trabalho, o adepto fica super realizado. Normalmente, nota-se que os clubes já começam a fazer esse tipo de coisas. Acho que é importante e benéfico para todas as partes!

Bola na Rede: No final da temporada transata, encerras mais um capítulo. Certo que da forma que menos querias e desejavas porque o Setúbal acabou por descer de divisão. Vi um post teu na internet acerca da despedida, onde é percetível o agradecimento que fazes a todos os que caminharam contigo, dos jogadores ao staff. Que momentos é que guardas com mais sentimento de pertença e carinho?

Artur Jorge: Imensos! Nos dois anos tivemos grupos muito bons, mas o staff que ali trabalha é muito bom. Não só a nível profissional, mas também pessoal. Eles trabalham ali quase por amor à camisola. São pessoas que estão ali todo o dia, de manhã à noite, que dão quase a vida pelo clube e nós sentimos muito isso. A parte da rouparia, as senhoras do pequeno-almoço. Tudo isso! Estavas ali dentro e sentias aquilo como uma família. O ambiente era muito propício a isso. por trás, o clube tem uma grandeza irreconhecível – Setúbal é uma cidade muito grande, muito mais o distrito então. Eu acredito que existam poucos clubes na Primeira Liga a ter a massa adepta que o Vitória tem e quantidade de pessoas que seguem e acarinham o clube. A gabarem-te tanto num restaurante, num café, numa simples saída.

Artur Jorge anuncia saída do Vitória de Setúbal. https://t.co/38IsnOMpDq

https://twitter.com/CabineSport/status/1301799747246854144?ref_src=twsrc%5Etfw

Bola na Rede: O Vitória SC, talvez…

Artur Jorge: Sim, sim. Mas se nos referirmos a mais de metade dos clubes da Primeira Liga – e eu não quero estar aqui a dizer nomes – nenhum tem este tipo de História que o Vitória de Setúbal tem. Seguramente! Infelizmente, o clube atravessava uma crise financeira desde há muitos anos atrás. Eu passei ali momentos muito simples com as pessoas, mas ao mesmo tempo muito agradáveis. Mesmo dentro do campo, nos dois anos, temos momentos incríveis. No meu primeiro ano, fomos a Chaves e selamos a manutenção. Quem perdesse, praticamente descia. Mobilizaram-se imensas pessoas de Setúbal para nos ver vencer o GD Chaves. Eles desceram nesse ano. No ano passado, vamos a Alvalade a precisar de pontuar. Empatamos e a receção na chegada ao aeroporto é fantástica! Digna de clube grande! Foram, sem dúvida, momentos que me fizeram ver a grandeza do clube! Foi devido a isso, de facto, que me de muito prazer jogar lá. Esquecendo todos os problemas administrativos. Não pensavas naquilo também. Esquecias-te de tudo.

Bola na Rede: À próxima pergunta; não sei se me vais responder. Fizeste a tua formação e cresceste no SC Braga; tiveste dois anos em Setúbal fantásticos, como me acabas de dizer. Pode dizer-se que os dois clubes ocupam o mesmo lugar no teu coração?

Artur Jorge: Ocupam os dois lugares no meu coração, apesar de estarem em sítios diferentes. Com o SC Braga, eu tenho uma relação distinta. A começar pela relação familiar. Aconteça o que acontecer, é uma ligação muito íntima. O trajeto do meu pai, a forma como cresci. Passei os meus anos todos dentro do clube. É diferente! Quanto a Setúbal, antes de lá chegar não me dizia rigorosamente nada. Mas, depois, considero ser a cidade que melhor me tratou, onde me reconheciam e reconheciam o que fazia, onde fui eleito 10/15 vezes para o onze da jornada. Isto faz-me gostar do clube! Ali consegui ter sucesso. Lugares diferentes, mas os dois no meu coração.

b] - Segunda aventura europeia, o futuro e uma brincadeira final

«Comecei logo a jogar desde que cheguei e conquistei um papel interessante na equipa»[/b]

Bola na Rede: Na presente época, foste transferido para o APOEL, no Chipre, embarcando assim na tua segunda aventura europeia. Como tem sido a tua adaptação ao clube? Vives aí sozinho, com a família, com amigos?

Artur Jorge: Estou a viver com a minha mulher e com o meu filho, que inclusive nasceu aqui no Chipre. Em relação à adaptação, foi pacífica. É um país fácil de viver, com bom clima, tem umas diferenças obviamente do nosso país. Mas adaptei-me de forma muito natural. Fui muito bem recebido no clube, as condições de trabalho são impecáveis! Sentes e sabes que estás num clube muito grande, era campeão há oito anos seguidos. Tens sempre essa pressão e nós sentimo-la. Comecei logo a jogar desde que cheguei e conquistei um papel interessante na equipa. As coisas foram correndo bem a nível individual e isso ajuda muito na adaptação.

Artur Jorge saiu do Vitória de Setúbal e é reforço do APOEL, de Chipre. Assinou por 2 anos. https://t.co/L8iA3DqjhW

https://twitter.com/CabineSport/status/1302263131524280321?ref_src=twsrc%5Etfw

Bola na Rede: Mais em cima, falamos da relação e interação adepto-jogador. Esse facto foi altamente prejudicado pela vinda da pandemia. Como te sentes a jogar constantemente em estádios vazios?

Artur Jorge: É muito, muito estranho! Não se retira prazer e adrenalina do próprio jogo. É completamente distinto! No que é que algumas crianças pensam quando crescerem? Elas querem ser jogadoras de futebol, jogar com o estádio cheio e em altos patamares. É isto! Se formos à essência do futebol, é isto: ter a claque a cantar, ter bandeiras ao vento, luzes, ver tudo isso! às vezes, dá a sensação de que aquilo é um treino ou um jogo de pré-época. Nós, este ano, já jogamos playoffs de acesso à Liga Europa e dérbis contra o Omonia. É completamente absurdo. Fora do estádio, não existe ninguém porque está a polícia a controlar tudo, porque há confinamento obrigatório, porque as pessoas não podem sair de casa. Dentro do estádio, ouves os jogadores a trocar ideias e a falar, como se fosse um treino! Eles mostram muitos vídeos de como era no passado. Sinto muita pena de não estar a desfrutar dos ambientes que se vivem aqui.

Bola na Rede: Sabemos que, provavelmente, não pensaste sobre o que te vou perguntar. Tens em mente um regresso a Portugal ou pensas continuar a traçar o trilho europeu?

Artur Jorge: Admitir, admito. É o meu país. Adoro a Liga. Agora, olhando para a minha carreira e para aquilo que pretendo, acredito que passarei os próximos anos fora pelo que muitos jogadores relatam. Mas sim, acredito num regresso a Portugal! Estou sempre aberto a ouvir as abordagens e nunca direi de forma prévia que não.

Bola na Rede: Atualmente, com 26 anos, já pensaste o que fazer quando pendurares as chuteiras? Sabemos que é um bocadinho cedo, mas podes já ter tudo alinhavado…

Artur Jorge: Repara, eu posso ter uma ideia e amanhã já não a ter. As coisas mudam rapidamente. Durante estes anos todos que ainda espero jogar, a verdade é que depois a vida se altera e tu até tens novos planos… neste momento, obviamente, é lógico que não me vejo a fazer outra coisa no trabalho, no meu dia a dia. Porque também já tenho outras áreas onde tenho investimentos. É o que fiz desde sempre, é o que amo e é o que quero fazer. Tenho este tempo todo para me preparar, para fazer tudo da melhor maneira e exercer a melhor função naquilo que fizer.

Bola na Rede: Vamos agora deixar estes momentos mais sérios. Para finalizar, o que achas de fazermos uma brincadeira?

Artur Jorge: Claro que sim!

Bola na Rede: Tem cuidado, porque isto está a ser gravado e, com as respostas que deres, podes ferir suscetibilidades. Pedia-te, assim muito rápido, um TOP 3 de jogadores mais engraçados/ peritos na arte de fazer partidas com quem partilhaste o balneário.

Artur Jorge: Tenho que fazer um exercício de memória (risos). Um TOP 3? (suspiro)… Pedro Santos, no SC Braga. A parte do engraçado e também das partidas. Ele tinha muitas partidas em SC Braga. Muito engraçado passar o dia com ele. Era um rapaz muito divertido. Depois, o Berto, do Vitória de Setúbal. Sempre muito engraçado, a dançar, a ouvir música muito alto, na maior parte dos dias. E o Mansilla, que joga agora no SC Farense.

Bola na Rede: Numeraste isso do 1.º para o 3.º ou do 3.º para o 1.º?

Artur Jorge: Não sei, não sei (risos). Os três à sua maneira, eram os três muito divertidos, com um certo grau de maluquice, positiva, obviamente. Posso estar a esquecer-me de alguém, mas foram os que me vieram logo à cabeça.

Bola na Rede: A segunda pergunta é outsider deste lote de quatro. Primeiro os cereais, o leite ou nenhum dos dois porque os teus cuidados alimentares não permitem isso?

Artur Jorge: Quando como leite com cereais, sempre primeiro o leite.

Bola na Rede: Imagina que ias fazer uma viagem e que só podias escolher um jogador e um treinador para te acompanhar, obrigatoriamente. Quem escolhias?

Artur Jorge: Jogador é o Nené, do CD Santa Clara, que é o meu melhor amigo, já desde infância. Um treinador (risos), não sei quem podia escolher… escolhia o meu pai, Artur Jorge, treinador dos sub-23 do SC Braga. Escolhia-o a ele! E era bom porque íamos todos em família.

Bola na Rede: Por último! Preferias apagar o teu perfil de Instagram ou aquele autogolo aos 14 segundos?

Artur Jorge: (risos). O autogolo, sem dúvida nenhuma. Era o único momento da minha carreira que apagava, caso tivesse oportunidade.

em: https://bolanarede.pt/internacional/restodomundo/anos-vitoriafc-desfrutei-jogar-entrevista-bnr-com-artur-jorge/
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  Re: POR ONDE ANDAM ANTIGOS JOGADORES DO BRAGA
« Responder #4381 em: 09 de Abril de 2021, 09:37 »
maisfutebol.iol.pt

A antiga promessa de Benfica, Vitória e Sp. Braga que brilha no Valadares

"Conto direto" é uma rubrica do Maisfutebol, que dá voz a protagonistas dos escalões inferiores do futebol português. As vivências, os sonhos e as rotinas, contados na primeira pessoa.

Didi, 27 anos, médio do Valadares Gaia:


«Comecei a jogar numa escola de futebol em Guimarães chamada Fair-Play com quatro anos. Joguei lá até aos 14 anos. Houve um momento, a partir dos dez anos, em que começámos a competir contra o Vitória e chamei a atenção do clube.

Quando tinha 14 anos, recebi um convite do Vitória e tive a oportunidade de disputar o campeonato nacional de iniciados. Fiquei lá até aos sub-19. Nos sub17, a equipa ficou-se pela segunda fase da zona Norte, não conseguindo o apuramento para fase de campeão. Então, acabei por ser convocado para a equipa de sub-19 do Vitória quando ainda era juvenil.

Na altura acho que fui o único da minha idade a ir fazer alguns jogos. É normal sentir que havia alguma confiança por parte do clube em mim, mas nunca de forma negativa. Nunca achei que era mais que ninguém por isso.

Os meus dois anos de júnior foram bons, joguei quase sempre. No primeiro ano falhei um jogo ou outro, mas no segundo ano joguei praticamente sempre. Foi uma experiência muito boa. Preparou-me para aquela transição difícil de júnior para sénior num contexto profissional. Passava-me pela cabeça ser profissional ainda antes de chegar aos sub-19 do Vitória. Esse sonho já estava dentro de mim há alguns anos. Com o avançar de patamares, fez-me acreditar que era possível.

No primeiro ano de sénior mudei-me para o Benfica B. Houve a hipótese de continuar no Vitória, mas escolhi ir para o Benfica. Na época, o Vitória tinha uma dívida para com o Benfica e o Benfica escolheu quatro jogadores da formação para saldar essa dívida. Eu fui um deles. Numa primeira fase estava de pé atrás e pensei que fosse melhor ficar no Vitória no entanto, acabei por ir.

A nível desportivo a época no Benfica não foi positiva. Como se costuma dizer, não contava para o Totobola. Ainda assim, foi uma aprendizagem tremenda. Cresci muito e aprendi a lidar com momentos adversos que uma carreira no futebol pode ter. Ganhei bagagem para o futuro, no fundo.

Atenção, essa geração do Benfica era muito forte. Foram os primeiros anos das equipas B e houve uma aposta muito forte nos jogadores crescidos no Seixal. O Bernardo era, sem dúvida, diferente. Tinha um toque especial, mas havia mais jogadores com potencial brutal como o Cancelo, o Cavaleiro, entre outros.

Se calhar não se esperava tanto do Semedo e ele alcançou um patamar tremendo. No início dessa  temporada, não era grande aposta, mas houve um momento de viragem e ele foi por lá cima. Todos fizeram carreira e estão, na generalidade, em bons patamares.  

No fim desse ano, os responsáveis do Benfica informaram-me que não contavam comigo e procurei um caminho diferente. Na altura, surgi o Sp. Braga com a ajuda do meu empresário. Sou de Guimarães e sou do Vitória, mas não se podem misturar as águas. Se queremos realmente isto, temos de aproveitar todas as oportunidades e não olhar com o coração.

O Sp. Braga foi a oportunidade ideal na hora certa. Passei quatro anos fantásticos no clube. Trabalhei com o Abel e já naquele tempo se sentia, não só eu mas várias pessoas, que ele tinha um potencial enorme e que iria conseguir o sucesso que conseguiu. Ainda hoje, do que vou vendo, ele continua a ser a mesma pessoa. É muito genuíno.

Nunca me estreei na equipa principal apesar de ter sido convocado várias vezes. Houve um momento em que pensei que isso iria acontecer. Quando saiu o Jorge Simão e o Abel assumiu a equipa A, comecei a treinar com eles. O Abel fez meia dúzia de jogos e convocou-me para os dois últimos jogos. Poderia ter jogado, mas não aconteceu.

Depois disso ainda fiz mais uma época no Sp. Braga. Fiz a pré-época na equipa principal, mas acabei por jogar pela B. Entretanto, acabei contrato. Os responsáveis do clube achavam que não estava preparado ou que não tinha capacidade suficiente, não sei. É daquelas coisas que nunca vamos saber. Acabei contrato e assinei pelo Arouca.

Foi uma experiência nova. Pela primeira vez fiz parte de um plantel principal. Vivi um ano complicado e acabámos por descer de divisão. Havia um projeto ambicioso, no qual o objetivo interno era lutar pela subida de divisão. Porém, logo no início as coisas começaram a correr mal e andámos sempre perto da linha de água. Vivemos várias situações de sufoco e as coisas não correram bem. No entanto, a nível individual não foi uma má época. Havia vários jogadores com bastante experiência para a minha posição como o Soares, o Ericson e o Bruno Alves e consegui jogar com regularidade e a um nível aceitável.

A época não foi má individualmente, mas como descemos de divisão acabei por pagar a fatura. Ainda tinha mais um ano de contrato com o Arouca, mas o clube entrou em incumprimento salarial e cheguei a acordo para rescindir. Acabei por voltar ao Vitória B, não era o que queria para a minha carreira porque estava a descer um patamar competitivo, mas dentro do que apareceu foi o que mais me agradou.

Agradeço ao Vitória por me ter formado e por me ter dado essa oportunidade numa fase em que poucas portas se abriram para mim. Fiz meio ano no Vitória, comecei a jogar, mas mais tarde deixei de ser opção e decidi procurar outro clube para jogar e ver se voltava a um patamar superior. O Quim Berto assumiu o comando técnico do Torreense e como ele já me conhecia, convidou-me para ir para lá. Fui por empréstimo do Vitória. Estive lá dois meses, porque houve a paragem devido à covid-19.

Assinei só por um ano com o Vitória e como tal, fiquei livre. Foi uma época complicada, jogou-se pouco e não houve grandes portas para mim. O mister Carlos Cunha, que começou a época no Valadares, ligou-me e com a ajuda do Bruno Alves, que jogou comigo em Arouca, convenceu-me. Achei que era uma boa solução até pelo projeto que os dirigentes têm para o Valadares.

A minha rotina é simples. Tomo o pequeno-almoço em casa, apesar de o clube oferecer. Porém, como faço a viagem de Guimarães para Gaia, prefiro tomar o pequeno-almoço em casa. Chego ao estádio por volta das 9h45. O treino dura no máximo duas horas e no final volto a Guimarães. De tarde, aproveito para fazer algumas coisas que gosto. Não tenho outra atividade, além do futebol.

Estou a fazer uma boa época. O começo do campeonato foi tremido para a equipa, manchando as prestações individuais. Na segunda volta recuperámos e agora estamos muito bem. À entrada para a última jornada temos possibilidades de ir à fase de apuramento para a terceira Liga. Esse era o principal objetivo do clube e acredito que vamos conseguir.

Vamos jogar contra o Beira-Mar na última jornada, vai ser complicado. Eles estão na luta pela manutenção, no entanto, estamos no nosso melhor momento e acredito que vamos ganhar. Estamos empatados pontualmente com a Sanjoanense, a única diferença é a diferença de golos. Há ainda o caso do São João de Ver que vai jogar contra o Lourosa, que não precisa do jogo, mas é um jogo entre rivais. O Lourosa já garantiu o acesso à fase de apuramento, mas não vai querer perder três jogos com o São de Ver na mesma época. É uma questão de honra.»

em: https://maisfutebol.iol.pt/conto-direto/didi/a-antiga-promessa-de-benfica-vitoria-e-sp-braga-que-brilha-no-valadares
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  Re: POR ONDE ANDAM ANTIGOS JOGADORES DO BRAGA
« Responder #4382 em: Hoje às 08:52 »




 

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