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Arbitragens e apitadeiros
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  Re: Arbitragens e apitadeiros
« Responder #480 em: 08 de Dezembro de 2020, 16:50 »
Nisto concordo com a APAF, o que se passa com os dirigentes em portugal é uma vergonha descomunal.
Mal perdem ou empatam mesmo com arbitragens normais é logo um escândalo, alguém tem que pôr travão nisto. Multas elevadas ou castigos de meses a ver se resolvem esta vergonha.
Na UEFA ninguém reclama...
Se fosse com a APAV concordava agora com a APAF não faz qualquer sentido. Os árbitros são os principais culpados disto. Andam há anos a favorecer 3 clubes de forma sistemática e, como é obvio, quando os benefícios não aparecem vem à choradeira.

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  Re: Arbitragens e apitadeiros
« Responder #481 em: 09 de Dezembro de 2020, 18:29 »
Sp. Braga: David Carmo suspenso dois jogos

David Carmo vai cumprir dois jogos de suspensão. O central foi expulso com vermelho direto, na sequência de uma entrada sobre Varela, na deslocação ao terreno do Belenenses, e viu agora o Conselho de Disciplina aplicar-lhe um castigo pesado.

O árbitro considerou que foi prática de jogo violento «por ter entrado em tacle, tendo atingido o seu adversário com forma excessiva», pode ler-se no mapa de castigos da Liga.

De resto, Gustavo Assunção (Famalicão), Pedro Gonçalves (Sporting), João Afonso (Gil Vicente), Matheus Uribe (FC Porto) e Milson (Marítimo) foram todos suspensos com um jogo.

em: https://maisfutebol.iol.pt/liga/matheus-uribe/sp-braga-david-carmo-suspenso-dois-jogos
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  Re: Arbitragens e apitadeiros
« Responder #482 em: 09 de Dezembro de 2020, 18:35 »
Estão a trabalhar bem e com o Carmo a ajudar ainda fica mais fácil para eles.
guerreiro1921 Equipa Principal
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  Re: Arbitragens e apitadeiros
« Responder #483 em: 09 de Dezembro de 2020, 18:37 »
Sp. Braga: David Carmo suspenso dois jogos

David Carmo vai cumprir dois jogos de suspensão. O central foi expulso com vermelho direto, na sequência de uma entrada sobre Varela, na deslocação ao terreno do Belenenses, e viu agora o Conselho de Disciplina aplicar-lhe um castigo pesado.

O árbitro considerou que foi prática de jogo violento «por ter entrado em tacle, tendo atingido o seu adversário com forma excessiva», pode ler-se no mapa de castigos da Liga.

De resto, Gustavo Assunção (Famalicão), Pedro Gonçalves (Sporting), João Afonso (Gil Vicente), Matheus Uribe (FC Porto) e Milson (Marítimo) foram todos suspensos com um jogo.

em: https://maisfutebol.iol.pt/liga/matheus-uribe/sp-braga-david-carmo-suspenso-dois-jogos
A revolta é tanta que um gajo já só se consegue rir...

Sei que há regras por ter sido vermelho direto, mas não deixa de ser caricato passarmos de um lance de cartão amarelo (alaranjado, vá), para uma suspensão de dois jogos.
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  Re: Arbitragens e apitadeiros
« Responder #484 em: 09 de Dezembro de 2020, 19:09 »

O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol sancionou nesta quarta-feira o SC Braga com dois jogos de interdição e uma multa superior a 13 mil euros. A sanção está relacionada com diversos jogos da equipa arsenalista a contar para Liga NOS e Taça da Liga em 2019 e é referente ao alegado apoio a grupos de adeptos não legalizados. O clube minhoto informou já que irá recorrer da sanção para o Tribunal Arbitral do Desporto, «por considerar este castigo extremamente injusto e nada factual» O SC Braga ficou também esta quarta-feira a saber que David Carmo recebeu um castigo válido por dois jogos, na sequência do vermelho direto no encontro frente ao Belenenses SAD.

Texto retirado do zerozero.pt
https://www.zerozero.pt/news.php?id=306109&fbclid=IwAR3y8PKlkqg-22vhshjil7ZA0Yq84tUGhkBYBk-deA4m7cl3vtl6HqumtVc

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  Re: Arbitragens e apitadeiros
« Responder #485 em: 09 de Dezembro de 2020, 19:28 »

O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol sancionou nesta quarta-feira o SC Braga com dois jogos de interdição e uma multa superior a 13 mil euros. A sanção está relacionada com diversos jogos da equipa arsenalista a contar para Liga NOS e Taça da Liga em 2019 e é referente ao alegado apoio a grupos de adeptos não legalizados. O clube minhoto informou já que irá recorrer da sanção para o Tribunal Arbitral do Desporto, «por considerar este castigo extremamente injusto e nada factual» O SC Braga ficou também esta quarta-feira a saber que David Carmo recebeu um castigo válido por dois jogos, na sequência do vermelho direto no encontro frente ao Belenenses SAD.

Texto retirado do zerozero.pt
https://www.zerozero.pt/news.php?id=306109&fbclid=IwAR3y8PKlkqg-22vhshjil7ZA0Yq84tUGhkBYBk-deA4m7cl3vtl6HqumtVc

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Só a UEFA para meter a mão nisto...ou quando algum responsável morrer...simplesmente ridículo....

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  Re: Arbitragens e apitadeiros
« Responder #486 em: 09 de Dezembro de 2020, 21:20 »

O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol sancionou nesta quarta-feira o SC Braga com dois jogos de interdição e uma multa superior a 13 mil euros. A sanção está relacionada com diversos jogos da equipa arsenalista a contar para Liga NOS e Taça da Liga em 2019 e é referente ao alegado apoio a grupos de adeptos não legalizados. O clube minhoto informou já que irá recorrer da sanção para o Tribunal Arbitral do Desporto, «por considerar este castigo extremamente injusto e nada factual» O SC Braga ficou também esta quarta-feira a saber que David Carmo recebeu um castigo válido por dois jogos, na sequência do vermelho direto no encontro frente ao Belenenses SAD.

Texto retirado do zerozero.pt
https://www.zerozero.pt/news.php?id=306109&fbclid=IwAR3y8PKlkqg-22vhshjil7ZA0Yq84tUGhkBYBk-deA4m7cl3vtl6HqumtVc

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Recurso contra interdição de dois jogos
(...)
em: https://www.abola.pt/Clubes/2020-12-09/sc-braga-recurso-contra-interdicao-de-dois-jogos/871071/471
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  Re: Arbitragens e apitadeiros
« Responder #487 em: 17 de Dezembro de 2020, 12:47 »
Finalmente, o futebol experimentará o uso de uma substituição extra no caso de suspeita de concussão

O IFAB, entidade que discute e define as regras do futebol, revelou esta quarta-feira que a partir de janeiro do próximo ano poderão começar a ser feitos testes à introdução de mais uma substituição, caso exista suspeita de um jogador ter sofrido uma concussão cerebral. Basta que as entidades organizadoras interessadas em fazê-lo peçam autorização à FIFA


Findas muitas reuniões que concordaram em serem precisas mais reuniões, para depois reunirem mais uma vez, o International Football Association Board, mais conhecido pela sigla IFAB e por ser a entidade que discute e regula as regras do futebol, por fim anunciou que algo de prático será feito em relação ao risco de concussão cerebral nos jogadores.

A partir de janeiro de 2021 será autorizado que se teste a introdução de uma substituição adicional para o caso de, a meio de um jogo, um futebolista ter de sair de campo para ser avaliado por médicos após ter sofrido uma pancada na cabeça. Ou seja, além das cinco substituições hoje permitidas - que o continuarão a ser até 31 de dezembro do próximo ano, confirmou também o IFAB -, cada equipa teria direito a uma sexta, para "prevenir que um jogador sofra outra concussão durante um encontro".

Em comunicado
( https://www.theifab.com/news/annual-business-meeting-2020 ), o IFAB explicou que qualquer federação ou associação de futebol pode pedir autorização à FIFA para testar a medida. "Os organizadores das competições têm de assegurar que os protocolos oficiais são utilizados na sua integridade e que o feedback requerido é submetido", lê-se.

Já esta quinta-feira, escreveu a "ESPN", realizar-se-á uma reunião da Football Association (FA) para introduzir a nova substituição na próxima ronda da Taça de Inglaterra, se possível.

A Tribuna Expresso questionou a Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e aguarda uma resposta sobre se irá requerer autorização à FIFA para testar a nova regras nas suas competições, seja a Taça de Portugal ou o Campeonato de Portugal (III Divisão).

O futebol, o choque de cabeças e o risco de concussão cerebral continuam numa relação complicada

Em dois dias, houve dois choques feios de cabeças na Premier League e na Liga NOS. Só Raúl Jiménez, o jogador que ficou inanimado e com uma fratura no crânio, abandonou o jogo. Os outros (Nicolás Otamendi, David Luiz e Rodrigo Pinho) foram remendados e regressaram ao campo nem 10 minutos depois, que é o tempo obrigatório no râguebi para um jogador permanecer fora, a ser examinado por médicos, enquanto um substituto provisório ocupa o seu lugar. Falta assim tanto para que as regras do futebol permitam algo parecido? O IFAB só começou a discuti-lo em outubro de 2019, em janeiro deste ano criou um grupo de trabalho dedicado à concussão cerebral e disse que "testes preliminares" das substituições temporárias poderão começar em 2021

em: https://tribunaexpresso.pt/futebol-internacional/2020-12-16-Finalmente-o-futebol-experimentara-o-uso-de-uma-substituicao-extra-no-caso-de-suspeita-de-concussao
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  Re: Arbitragens e apitadeiros
« Responder #488 em: 17 de Dezembro de 2020, 12:59 »
Eu sou de opinião que sempre que um jogador tivesse que abandonar o jogo por lesão causada directa ou indirectamente por um adversário o clube em causa devia poder substituir o jogador "de borla".  Acho extremamente injusto quando um jogador se lesiona por culpa de um adversário e tem que sair enquanto o responsável fica em campo.
« Última modificação: 17 de Dezembro de 2020, 13:01 por PEDRØ XVI »
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  Re: Arbitragens e apitadeiros
« Responder #489 em: 17 de Dezembro de 2020, 13:58 »
Eu sou de opinião que sempre que um jogador tivesse que abandonar o jogo por lesão causada directa ou indirectamente por um adversário o clube em causa devia poder substituir o jogador "de borla".  Acho extremamente injusto quando um jogador se lesiona por culpa de um adversário e tem que sair enquanto o responsável fica em campo.
Mas aí estás a entrar numa zona muito difícil de avaliar. Como é que determinas que um jogador foi lesionado pelo adversário? Como é que, em situações de contacto, impedes as equipas de fingir lesões para conseguir substituições "gratuitas"? Já estava mesmo a ver o Lito a meter o banco todo em campo nos jogos todos.
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  Re: Arbitragens e apitadeiros
« Responder #490 em: 17 de Dezembro de 2020, 14:03 »
Eu sou de opinião que sempre que um jogador tivesse que abandonar o jogo por lesão causada directa ou indirectamente por um adversário o clube em causa devia poder substituir o jogador "de borla".  Acho extremamente injusto quando um jogador se lesiona por culpa de um adversário e tem que sair enquanto o responsável fica em campo.
Mas aí estás a entrar numa zona muito difícil de avaliar. Como é que determinas que um jogador foi lesionado pelo adversário? Como é que, em situações de contacto, impedes as equipas de fingir lesões para conseguir substituições "gratuitas"? Já estava mesmo a ver o Lito a meter o banco todo em campo nos jogos todos.
Como é que impedes uma equipa de fingir uma concussão? É igual.
E sim os treinadores iam mesmo tirar 11 para meter outros 11 só porque lhes dava na gana, como se a equipa ganhasse muito com isso...
« Última modificação: 17 de Dezembro de 2020, 14:11 por PEDRØ XVI »
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  Re: Arbitragens e apitadeiros
« Responder #491 em: 17 de Dezembro de 2020, 14:17 »
Eu sou de opinião que sempre que um jogador tivesse que abandonar o jogo por lesão causada directa ou indirectamente por um adversário o clube em causa devia poder substituir o jogador "de borla".  Acho extremamente injusto quando um jogador se lesiona por culpa de um adversário e tem que sair enquanto o responsável fica em campo.
Mas aí estás a entrar numa zona muito difícil de avaliar. Como é que determinas que um jogador foi lesionado pelo adversário? Como é que, em situações de contacto, impedes as equipas de fingir lesões para conseguir substituições "gratuitas"? Já estava mesmo a ver o Lito a meter o banco todo em campo nos jogos todos.
Como é que impedes uma equipa de fingir uma concussão? É igual.
E sim os treinadores iam mesmo tirar 11 para meter outros 11 só porque lhes dava na gana, como se a equipa ganhasse muito com isso...
Uma concussão implica uma pancada na cabeça. Duvido que os jogadores estivessem dispostos a bater de propósito com a cabeça nos postes ou noutros adversários. Para além de que só se fala numa substituição e uma concussão tem sintomas claros, com um médico independente em stand by é possível em alguns minutos determinar se o jogar deve ou não ser substituído.

E é claro que há vantagens em ter mais substituições, principalmente quando a  substituição vem atrelada a um "lesionado". Porque é que se aumentou o número para 5 mas as paragens ficaram na mesma limitadas a 3?
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  Re: Arbitragens e apitadeiros
« Responder #492 em: 17 de Dezembro de 2020, 15:03 »
Eu sou de opinião que sempre que um jogador tivesse que abandonar o jogo por lesão causada directa ou indirectamente por um adversário o clube em causa devia poder substituir o jogador "de borla".  Acho extremamente injusto quando um jogador se lesiona por culpa de um adversário e tem que sair enquanto o responsável fica em campo.
Mas aí estás a entrar numa zona muito difícil de avaliar. Como é que determinas que um jogador foi lesionado pelo adversário? Como é que, em situações de contacto, impedes as equipas de fingir lesões para conseguir substituições "gratuitas"? Já estava mesmo a ver o Lito a meter o banco todo em campo nos jogos todos.
Como é que impedes uma equipa de fingir uma concussão? É igual.
E sim os treinadores iam mesmo tirar 11 para meter outros 11 só porque lhes dava na gana, como se a equipa ganhasse muito com isso...
Uma concussão implica uma pancada na cabeça. Duvido que os jogadores estivessem dispostos a bater de propósito com a cabeça nos postes ou noutros adversários. Para além de que só se fala numa substituição e uma concussão tem sintomas claros, com um médico independente em stand by é possível em alguns minutos determinar se o jogar deve ou não ser substituído.

E é claro que há vantagens em ter mais substituições, principalmente quando a  substituição vem atrelada a um "lesionado". Porque é que se aumentou o número para 5 mas as paragens ficaram na mesma limitadas a 3?
Tem sintomas claros mas isso não impede que não possam enganar um médico independente. Sintomas de concussão: confusão temporária, perda de memória, visão dupla, sensibilidade à luz, tontura, movimentos descoordenados e problemas de equilíbrio, dor de cabeça, náusea e vomito, zumbido nos ouvidos, perda do olfacto ou do paladar... tudo isto pode ser facilmente simulado por um jogador, até porque nenhum médio independente consegue provar em 10 minutos ou que seja que um jogador está a simular, muito menos num estádio de futebol sem equipamento próprio pois não conseguem ver se as estruturas cerebrais estão danificadas.
Além disso uma concussão ocorre quando o cérebro desliza para trás e para frente contra as paredes internas do crânio. Logo para se sofrer uma concussão não é preciso sofrer uma pancada na cabeça, um golpe no pescoço ou na parte superior do corpo também podem provocar uma concussão. Qualquer falta que implique uma queda por exemplo pode provocar uma concussão e como já sucede actualmente em situações de simulação de lesão o mesmo pode acontecer se um jogador simular uma concussão. Ninguém consegue provar o contrário na altura, logo se uma regra pode ser feita para uma situação também pode ser feita para a outra.
« Última modificação: 17 de Dezembro de 2020, 17:02 por PEDRØ XVI »
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  Re: Arbitragens e apitadeiros
« Responder #493 em: 17 de Dezembro de 2020, 16:40 »
Há coisas que são mais difíceis de simular que outras...uma qualquer lesão seria bastante mais fácil de simular que uma concussão cerebral, desde logo pela localização específica desta ultima.. não estou a ver os jogadores a atirarem-se de cabeça aos adversários, ou aos seus cotovelos para a poderem simular (com um bocadinho de azar a simulação pode correr mal e culminar mesmo em concussão cerebral).
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  Re: Arbitragens e apitadeiros
« Responder #494 em: 17 de Dezembro de 2020, 17:01 »
Há coisas que são mais difíceis de simular que outras...uma qualquer lesão seria bastante mais fácil de simular que uma concussão cerebral, desde logo pela localização específica desta ultima.. não estou a ver os jogadores a atirarem-se de cabeça aos adversários, ou aos seus cotovelos para a poderem simular (com um bocadinho de azar a simulação pode correr mal e culminar mesmo em concussão cerebral).
Aconselho-te a ler o meu post anterior (aparentemente não o fizeste).
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  Re: Arbitragens e apitadeiros
« Responder #495 em: 17 de Dezembro de 2020, 17:17 »
Eu sou de opinião que sempre que um jogador tivesse que abandonar o jogo por lesão causada directa ou indirectamente por um adversário o clube em causa devia poder substituir o jogador "de borla".  Acho extremamente injusto quando um jogador se lesiona por culpa de um adversário e tem que sair enquanto o responsável fica em campo.
Mas aí estás a entrar numa zona muito difícil de avaliar. Como é que determinas que um jogador foi lesionado pelo adversário? Como é que, em situações de contacto, impedes as equipas de fingir lesões para conseguir substituições "gratuitas"? Já estava mesmo a ver o Lito a meter o banco todo em campo nos jogos todos.
Como é que impedes uma equipa de fingir uma concussão? É igual.
E sim os treinadores iam mesmo tirar 11 para meter outros 11 só porque lhes dava na gana, como se a equipa ganhasse muito com isso...
Uma concussão implica uma pancada na cabeça. Duvido que os jogadores estivessem dispostos a bater de propósito com a cabeça nos postes ou noutros adversários. Para além de que só se fala numa substituição e uma concussão tem sintomas claros, com um médico independente em stand by é possível em alguns minutos determinar se o jogar deve ou não ser substituído.

E é claro que há vantagens em ter mais substituições, principalmente quando a  substituição vem atrelada a um "lesionado". Porque é que se aumentou o número para 5 mas as paragens ficaram na mesma limitadas a 3?
Tem sintomas claros mas isso não impede que não possam enganar um médico independente. Sintomas de concussão: confusão temporária, perda de memória, visão dupla, sensibilidade à luz, tontura, movimentos descoordenados e problemas de equilíbrio, dor de cabeça, náusea e vomito, zumbido nos ouvidos, perda do olfacto ou do paladar... tudo isto pode ser facilmente simulado por um jogador, até porque nenhum médio independente consegue provar em 10 minutos ou que seja que um jogador está a simular, muito menos num estádio de futebol sem equipamento próprio pois não conseguem ver se as estruturas cerebrais estão danificadas.
Além disso uma concussão ocorre quando o cérebro desliza para trás e para frente contra as paredes internas do crânio. Logo para se sofrer uma concussão não é preciso sofrer uma pancada na cabeça, um golpe no pescoço ou na parte superior do corpo também podem provocar uma concussão. Qualquer falta que implique uma queda por exemplo pode provocar uma concussão e como já sucede actualmente em situações de simulação de lesão o mesmo pode acontecer se um jogador simular uma concussão. Ninguém consegue provar o contrário na altura, logo se uma regra pode ser feita para uma situação também pode ser feita para a outra.

Acho complicado. Era preciso ser muito bom ator para conseguir simular de maneira satisfatória sintomas de uma concussão, estando com a adrenalina alta de um jogo de futebol competitivo. Os sintomas que referes são mais complexos do que dizer que está a doer. É possível? Claro que sim, mas não me parece que chegue a esse ponto.
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  Re: Arbitragens e apitadeiros
« Responder #496 em: 17 de Dezembro de 2020, 17:30 »
Eu sou de opinião que sempre que um jogador tivesse que abandonar o jogo por lesão causada directa ou indirectamente por um adversário o clube em causa devia poder substituir o jogador "de borla".  Acho extremamente injusto quando um jogador se lesiona por culpa de um adversário e tem que sair enquanto o responsável fica em campo.
Mas aí estás a entrar numa zona muito difícil de avaliar. Como é que determinas que um jogador foi lesionado pelo adversário? Como é que, em situações de contacto, impedes as equipas de fingir lesões para conseguir substituições "gratuitas"? Já estava mesmo a ver o Lito a meter o banco todo em campo nos jogos todos.
Como é que impedes uma equipa de fingir uma concussão? É igual.
E sim os treinadores iam mesmo tirar 11 para meter outros 11 só porque lhes dava na gana, como se a equipa ganhasse muito com isso...
Uma concussão implica uma pancada na cabeça. Duvido que os jogadores estivessem dispostos a bater de propósito com a cabeça nos postes ou noutros adversários. Para além de que só se fala numa substituição e uma concussão tem sintomas claros, com um médico independente em stand by é possível em alguns minutos determinar se o jogar deve ou não ser substituído.

E é claro que há vantagens em ter mais substituições, principalmente quando a  substituição vem atrelada a um "lesionado". Porque é que se aumentou o número para 5 mas as paragens ficaram na mesma limitadas a 3?
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Acho complicado. Era preciso ser muito bom ator para conseguir simular de maneira satisfatória sintomas de uma concussão, estando com a adrenalina alta de um jogo de futebol competitivo. Os sintomas que referes são mais complexos do que dizer que está a doer. É possível? Claro que sim, mas não me parece que chegue a esse ponto.
Não faltam bons actores no futebol  ;D
Eu nem é o caso de ser mais difícil simular estas situações é mais o facto de um jogador em sintonia com a equipa médica da sua equipa dizer que tem x sintomas e depois o tal médico independente não ter forma inequívoca de como o negar, porque certezas absolutas só mesmo num hospital com equipamentos próprios.
Entretanto li em qualquer lado que na Premier League voltaram a rejeitar as 5 substituições (ao contrário do que se sucede na maioria dos campeonatos) mas que aprovaram não umas mas duas substituições para situações de concussão.
Lipeste
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  Re: Arbitragens e apitadeiros
« Responder #497 em: 17 de Dezembro de 2020, 19:30 »
Há coisas que são mais difíceis de simular que outras...uma qualquer lesão seria bastante mais fácil de simular que uma concussão cerebral, desde logo pela localização específica desta ultima.. não estou a ver os jogadores a atirarem-se de cabeça aos adversários, ou aos seus cotovelos para a poderem simular (com um bocadinho de azar a simulação pode correr mal e culminar mesmo em concussão cerebral).
Aconselho-te a ler o meu post anterior (aparentemente não o fizeste).
Definitivamente li esse teu post e todos os outros, mas não consigo perceber este nem o porquê da dedução que levou a tal  aconlhemento.
« Última modificação: 17 de Dezembro de 2020, 19:52 por Lipeste »
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  Re: Arbitragens e apitadeiros
« Responder #498 em: 17 de Dezembro de 2020, 20:50 »
Uma concussão cerebral é algo particular, desde a forma como se dá, sintomas visíveis e possíveis consequências.
Alargar isso a toda e qualquer lesão era só abrir a porta ao chico espertismo e ao caos.

Era só procurar o contacto e dizer que tem algo no joelho ou tornozelo e não pode continuar.

Pela desvalorização dos sintomas e pela pressão as que os jogadores estão sujeitos, sobretudo os não profissionais, é uma medida que vale a pena testar (porque acho que para já é um teste).
Quem não sente não é filho de boa gente.
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  Re: Arbitragens e apitadeiros
« Responder #499 em: 21 de Dezembro de 2020, 16:28 »
Fontelas Gomes admite que «no futuro» comunicações entre árbitro e VAR sejam abertas em tempo real

O presidente do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), José Fontelas Gomes, admitiu abrir as comunicações entre árbitro e videoárbitro (VAR) em tempo real, mas não é passo que seja dado no imediato.

«Neste momento é muito difícil colocar em prática as comunicações em tempo real, mas no futuro esta é a forma de dar maior transparência e credibilidade ao VAR», admitiu durante a conferência «VAR Future Challenges (Futuros Desafios do VAR)», organizada pelo Sporting.

«Precisamos de tempo, treino e aprendizagem. No início [em 2017] colocámos uns ‘clips’ nos média, só para os adeptos perceberem que não havia ali quaisquer segredos, para perceberem como trabalhamos com o VAR. Temos muito trabalho para fazer nesta área», admitiu.

Por outro lado, o presidente partilhou outra preocupação - aí não seria o teor o assunto, mas sim o modo como os árbitros falam entre si: «[O tempo real] levaria as pessoas a criticar a forma como o árbitro e o VAR falaram e não a decisão.»

O tema surgiu depois de o antigo árbitro internacional de râguebi, Nigel Owens, referir que lhe fazia confusão não perceber os motivos das decisões tomadas pelo VAR. «Os treinadores, os jogadores e os espetadores não entendem o porquê da decisão. No râguebi o árbitro explica, as pessoas veem no ecrã e percebem, mas no futebol é difícil porque o árbitro não explica. O que têm de fazer é que os árbitros possam explicar porque tomam ou mudam uma decisão. Isso vai fazer as pessoas perceberem e retira muita pressão», referiu.

em: https://www.abola.pt/nnh/2020-12-21/arbitragem-ca-admite-abrir-comunicacoes-entre-arbitro-e-var/872459
 

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