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scouts/olheiros do SCBraga... para que servem?????
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scouts/olheiros do SCBraga... para que servem?????
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  Re: scouts do SCBraga... para que servem?????
« Responder #60 em: 06 de Março de 2021, 03:32 »
O que me parece é que estamos a olhar principalmente para que há dentro do país, quer na Primeira Liga, quer nos escalões de formação.
Por exemplo, os espanhóis que, cá dentro, poucas hipóteses tem de concorrer connosco e com os outros três (creio que até foi um dirigente deles que disse isto), criaram um "gabinete" em Paris e tem apostado em jogadores franceses.

Sinceramente também acho que o nosso scouting, em termos de equipa A e de mercado externo, tem funcionado muito mal.
Para nos tentarmos aproximar dos "grandes" temos de apostar no scouting, em conseguir talentos a "baixo" custo. Um pouco como está a fazer a Atalanta e outros clubes.
Assim, é natural que seja complicado sair disto... a gestão está longe de ser boa.

O Vitória SC tem sido destaque nos últimos dias, nos media e redes sociais, pelas contratações apresentadas. Uma política de contratações inovadora, diferenciada, assente em pressupostos pouco comuns no futebol português, chegou à cidade-berço. Neste artigo analisamos o trabalho realizado pelo Vitória SC e perceber a nova política de contratações do clube e as alterações feitas na área do scouting, mas também do treino.

Carlos Freitas – a peça-chave
Antes de progredirmos é importante recuar no tempo. Em julho de 2019, Miguel Pinto Lisboa tomou posse como o 23º presidente do Vitória SC. A sua chegada ao clube vitoriano trouxe consigo um nome importante neste processso, Carlos Freitas. Na tomada de posse, Miguel Pinto Lisboa referiu-se a Carlos Freitas, dizendo que “pela sua experiência, profissionalismo e competência será uma peça-chave”.

Depois de passagens por Sporting CP, SC Braga, Panathinaikos, Metz e Fiorentina, o diretor desportivo assumiu o cargo no Vitória SC e o seu impacto foi imediato, na construção do plantel, mas também em mudanças estruturais. Implementou um gabinete de scouting eficiente: em Portugal, capaz de encontrar jogadores da 1ª Liga até à última divisão distrital, e em França, um gabinete sediado em Paris com observações em vários pontos do globo.

Na primeira temporada de trabalho surgiram vários nomes:

Denis-Will Poha (emprestado pelo Rennes – opção de compra de 1,250 M€)
Marcus Edwards (chegou a custo zero do Tottenham, Vitória SC detém 50% do passe)
Abou Ouattara (emprestado pelo Lille até ao final da época 20/21 – opção de compra de 50% do passe por 3 M€)
Elias Abouchabaka (chegou a custo zero do RB Leipzig)
Easah Suliman (compra de 70% do passe ao Aston Villa)
Nico Janvier (chegou a custo zero do Rennes)

O perfil de jogador


Jovens, baratos, opções de compra vantajosas para o clube e pergaminhos nas seleções nacionais jovens dos seus países (só Abou Ouattara é internacional A pelo Burquina Faso). Esta política de contratações tem em mente os fatores referidos anteriormente. Todos estes jogadores participaram em Europeus ou Mundiais jovens, foram destaques nas suas seleções, mas não tiveram o devido espaço nos seus clubes, encontrando em Guimarães um refúgio e um espaço de crescimento e potencialização das suas capacidades.

É importante ainda focar a nossa análise num outro ponto. Com as contratações de Marcus Edwards e de Easah Suliman, o Vitória SC entrou no mercado inglês e, como é sabido, é um mercado que mexe com valores elevados todos os desfechos. Esta entrada no mercado britânico é ainda mais importante pelo contexto atual que se vive. Com o Brexit, os clubes ingleses terão entraves maiores na hora de contratar jogadores oriundos de outros países pela possibilidade de estes se tornarem extra-comunitários, tendo de virar as suas agulhas para jogadores de nacionalidade inglesa. Com a aposta em jovens como Marcus Edwards e Easah Suliman, o Vitória pode ter um retorno financeiro nunca antes visto em Guimarães.

França é mina de ouro
Em França foi criado um departamento de scouting, comandado por Carlos Freitas à distância e dirigido no local pelo scout Olivier Feliz (ex-scout do Paris Saint Germain). Segundo Olivier Feliz, Carlos Freitas “conhece muito bem os campeonatos franceses” e esta aposta deve-se à dificuldade de recrutar jogadores em Portugal.

Depois da chegada de Nico Janvier, que já renovou com o clube até 2024, ficando com uma cláusula de rescisão de 50 M€, os conquistadores continuaram a apostar em jovens jogadores franceses:

Vincent Marcel (compra de 50% do passe ao Nice por 100 mil €)
Jason Bahamboula (custo zero do SM Caen ‘B’)
Dayane Yessoufou (proveniente do Lens)
Jonathan Mutombo (emprestado pelo Paris Saint Germain)
Mamadou Tounkara (proveniente do JA Drancy)
Melvin Maboungou (proveniente do AC Boulogne-Billancourt)

Portugal com talento

Os holofotes do Vitória SC não estão apenas voltados para o estrangeiro e é importante frisar isso. Em Janeiro, chegou à cidade de berço João Santos, um ponta de lança que foi destaque na 2ª divisão distrital de Lisboa pelo Belenenses. Estar atento a todos os campeonatos é um fator preponderante para conseguir recrutar melhor.

Para a próxima temporada o Vitória SC contratou os dois melhores marcadores da zona Norte do Campeonato Nacional de Juniores: André Ramalho (ex-Rio Ave) e Duarte Moreira (ex-FC Porto). Dois perfis jovens, com um potencial assinalável e capacidade para crescer em Guimarães.

A equipa B do Vitória está a ser reforçada com jovens talentos do Campeonato de Portugal: Nuno Pereira, médio centro de 19 anos, ex-Cerveira; Diogo Castro, médio de 20 anos, ex-Sintrense; Abel Joshua, médio centro de 20 anos, ex-Amora.

Na equipa de U23, o Vitória SC contratou Mário Évora ao Águeda, guarda redes de 21 anos; Hugo Cardoso ao Aljustrelense, extremo de 21 anos; Diogo Ferreira, extremo de 18 anos, ex-Sacavenense; Bruno Amado à Sampdoria, avançado de 18 anos.

Hora de arrumar a casa


O trabalho do clube não tem sido apenas realizado dentro de campo. Mudanças na estrutura têm sido notadas nos últimos tempos. Luís Morais e Pedro Machado foram contratados ao Sporting CP. Luís Morais mudou-se para o Vitória SC para assumir o cargo de Coordenador de Scouting e Pedro Machado integra o departamento de scouting e prospeção do clube.

No comando técnico da equipa de U23, para a temporada 20/21, Tozé Mendes abandonou o cargo de treinador, dando lugar a Dominik Glawogger. É austríaco, tem 30 anos, treinou na Áustria a na Alemanha, mas não pertence à Red Bull. Dominik Glawogger foi contratado para a equipa de U23, após duas épocas no Holstein Kiel.

Scouting a carborar


Se até aqui se tem notado uma aposta do Vitória SC no scouting, essa aposta está a ser reforçada para a temporada 20/21. Sentido de oportunidade, aposta em jovens de valor e seguindo uma política e um perfil de jogador perfeitamente identificado.

Noah Holm

Ponta de lança de 19 anos, norueguês, que chega do RB Leipzig a custo zero. Assinou um contrato válido por quatro temporadas e ficou com uma cláusula de 50 M€. Um ano mais novo que o astro noruguês Erling Håland, Noah Holm foi o jogador mais jovem a assinar um contrato profissional com o Strømsgodset, com apenas 15 anos.

Esta temporada veio a Portugal defrontar o SL Benfica para a Youth League, onde apontou um golo. É um avançado forte fisicamente (186cm) e com boa capacidade técnica. É um jogador com poder de explosão e aceleração, capacidade de jogar de primeira, boa capacidade de finalização e forte no jogo aéreo.

Jung-Min Kim

Médio centro de 20 anos de idade. Contratado ao RB Salzburg, o médio sul coreano passa a ser uma das grandes promessas do clube. Internacional jovem pelo seu país, é mais um jogador que vai ao encontro da política de contratações do clube. Participou no Campeonato do Mundo U17 e U20.

Jogador que pode desempenhar várias posições no meio campo, seja a ‘8’ ou a ’10’, mas também pode descair para as alas. É bastante tecnicista, evoluído ao nível do passe e do controlo de bola. É rápido, ágil e dinâmico. Joga de cabeça de levantada e tem uma boa visão de jogo, aliando à sua capacidade de desequilíbrio com a bola nos pés.

Jonas Carls

Defesa esquerdo de 23 anos de idade, chega ao Vitória SC por empréstimo do Schalke 04, ficando o clube minhoto com uma opção de compra no valor de 800 mil €. Fez a sua formação no Bayer Leverkusen, passou depois pelo FC Nürnberg, antes de chegar ao Schalke 04. Na última temporada esteve emprestado ao FC Viktoria Köln onde fez 17 jogos e apontou 2 golos.

É um defesa esquerdo que se destaca pelo seu poder de explosão e aceleração. É um jogador com um bom posicionamento em campo e boa capacidade de desarme e marcação. Consegue recuperar bastantes bolas para a equipa. Ofensivamente consegue fazer o corredor todo com facilidade, chegando muitas vezes ao último terço. Boa capacidade de drible, passe e cruzamento.

@ https://www.proscout.pt/vitoria-sc-o-futuro-nas-maos-do-scouting/

tens ai a estrategia do bitorinha a nivel de scouting...

que ao que parece comparada com a do nosso SCB dá-nos 10 a zero...

mas atenção eles pelo que li aqui apostam no scounting para os sub-23 equipa B... e o nosso scouting apesar de muito fraco tem mais a vertente escolinhas...

mas acredito que se juntassem o scout senior ao das escolinhas eramos campeão nacional no máximo em 2 ou 3 temporadas
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joaoPC Juniores
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  Re: scouts/olheiros do SCBraga... para que servem?????
« Responder #61 em: 06 de Março de 2021, 03:44 »
A sério que acabaste de por este texto gigante para tentar de alguma forma provar que o Vitória está a trabalhar melhor que nós? A estupidez não tem limites
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  Re: scouts/olheiros do SCBraga... para que servem?????
« Responder #62 em: 06 de Março de 2021, 03:49 »
A sério que acabaste de por este texto gigante para tentar de alguma forma provar que o Vitória está a trabalhar melhor que nós? A estupidez não tem limites

podia por só o titulo e o link... mas como sei que personas como tu nem sequer o abriam...   ::) ::) ::) ::)
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joaoPC Juniores
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  Re: scouts/olheiros do SCBraga... para que servem?????
« Responder #63 em: 06 de Março de 2021, 03:54 »
Também não li, não te preocupes
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  Re: scouts/olheiros do SCBraga... para que servem?????
« Responder #64 em: 23 de Março de 2021, 16:58 »
e numa altura que começa de começar a silly season das transferências (para a comunicação social claro) com 15 dias sem jogos para o campeonato e a comunicação social a ter que durante esses 15 dias encher chouriças para ocupar as páginas dos jornais desportivos e tempos de antena nas TVs e rádios o que andarão os scouts/olheiros do nosso Braga a fazer??

isto se eles sequer existem... e se existem se fazem outra coisa a não ser coçar a micose...
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Hawk Juvenis
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  Re: scouts/olheiros do SCBraga... para que servem?????
« Responder #65 em: 23 de Março de 2021, 18:19 »
A sério que acabaste de por este texto gigante para tentar de alguma forma provar que o Vitória está a trabalhar melhor que nós? A estupidez não tem limites

podia por só o titulo e o link... mas como sei que personas como tu nem sequer o abriam...   ::) ::) ::) ::)
Incrível como não dizes nada de jeito publicação atrás de publicação em tópico atrás de tópico.. Enfim..

Enviado do meu IN2020 através do Tapatalk

Quim
Quim Juniores
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  Re: scouts/olheiros do SCBraga... para que servem?????
« Responder #66 em: 23 de Março de 2021, 18:30 »
A sério que acabaste de por este texto gigante para tentar de alguma forma provar que o Vitória está a trabalhar melhor que nós? A estupidez não tem limites

podia por só o titulo e o link... mas como sei que personas como tu nem sequer o abriam...   ::) ::) ::) ::)
Incrível como não dizes nada de jeito publicação atrás de publicação em tópico atrás de tópico.. Enfim..

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É ignorar. Se ninguém lhe passar cartão pode ser que se canse e se vá embora.
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  Re: scouts/olheiros do SCBraga... para que servem?????
« Responder #67 em: 30 de Março de 2021, 22:50 »




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  Re: scouts/olheiros do SCBraga... para que servem?????
« Responder #68 em: 07 de Abril de 2021, 01:33 »
Diretor de scouting do Shakhtar Donetsk lamenta realidade do Brasil: "Estão destruindo os talentos"

Homem forte do futebol do clube que tem 12 brasileiros, José Boto sente falta do "futebol que pressiona e quer ter a bola"
Não contrata, mas indica. Não escala, mas ajuda na montagem do elenco. Não faz gol, mas há quem diga que tem participação na jogada. Trabalhar como scout é ser fundamental na engrenagem de um clube, mas quase sempre longe dos holofotes. É o caso do português José Boto, que, depois de 11 anos de sucesso no Benfica, tem nesta temporada ajudado o Shakhtar Donestk a ser ainda mais brasileiro.

Visto por muitos como um dos melhores profissionais da área, o chief scout (diretor do departamento de scouting) do clube ucraniano participou diretamente das recentes contratações de, por exemplo, Marcos Antônio, o Bahia, ex-Athletico Paranaense, e Mateus Tetê, ex-Grêmio. Duas promessas (de 18 e 19 anos, respectivamente) que deixaram o país antes mesmo de terem jogado profissionalmente.

Lucas Paquetá poderia ter sido mais um na lista de aquisições do português. Não foi por falta de dinheiro que o ex-flamenguista acabou por preferir o Milan. Pelo contrário. O Shakhtar tem poder financeiro para brigar de frente com os grandes da Europa. Opta, no entanto, por uma estratégia diferente e até certo ponto arriscada: "jogar na antecipação" e buscar "jovens segundos jogadores", principalmente no futebol brasileiro.   

Boto, de 53 anos, reconhece que há talentos de sobra no Brasil, até por isso sonha um dia trabalhar no país. Por outro lado, não poupa críticas aos treinadores que têm "destruído" esses mesmos talentos com um futebol cada vez mais físico e defensivo - com as exceções de Renato Gaúcho, Fernando Diniz e Tiago Nunes.

Os atacantes costumam saber na ponta da língua quantos gols já marcaram na carreira. Você, como scout, sabe quantos jogadores indicados foram contratados?
Não tenho a mínima ideia [risos]. Foram oito agora no Shakhtar e talvez 25 ou 30 no Benfica. Digo isso por alto mesmo, porque nunca fiz essa conta.

O balanço é mais positivo ou negativo?
Olha, acho que é mais positivo.

O Shakhtar Donetsk há anos é conhecido por contratar muitos brasileiros. De uns meses para cá isso cresceu de forma ainda mais significativa, sendo que muitos dos reforços são jovens com menos de 20 anos. Por quê?
O Shakhtar, de fato, sempre teve a tradição de trabalhar forte no Brasil, temos uma ligação que já é histórica. Muitos brasileiros tiveram sucesso no clube, então a aposta no mercado brasileiro continua alta. O fato de agora termos contratado muitos jovens, sobretudo depois que cheguei, tem a ver com a necessidade que o clube sentiu de renovar um pouco a equipe. Não estamos pensando nessa temporada ou na próxima. Estamos pensando no futuro, projetando de dois a três anos. Temos contratado "segundos jogadores" para que em breve fiquem prontos para substituírem aqueles que têm hoje jogado com mais frequência.

Vocês já demonstraram que têm condições financeiras para contratar as principais promessas do Brasil. Mas por que esses jogadores ainda preferem os clubes mais tradicionais? Vinicius Junior, Rodrygo, Lucas Paquetá...
A nossa aposta tem sido em "segundos jogadores", jogadores mais jovens, todos com capacidade de crescer e evoluir. Apostamos neles. O problema é que os jogadores que estão mais feitos, como o Lucas Paquetá, Rodrygo... quando digo feitos, quero dizer que atuaram no time principal com regularidade. Esses, no caso, rapidamente atingem valores enormes de forma muito rápida, valores que nós não queremos pagar no momento.

Mas vocês têm o dinheiro para isso, certo?
Sim, temos. Mas essa não é a aposta do Shakhtar. Não vejo o nosso clube pagando 30 ou 40 milhões de euros por um jogador. Além disso, os jogadores que atingem esse patamar já têm clubes de campeonatos mais atrativos de olho, clubes que pagam o mesmo que nós. Um jogador como o Paquetá, por exemplo, se tiver que escolher entre a liga italiana e a liga ucraniana, vai preferir a liga italiana. É normal. Nós temos percebido cada vez mais isso, por isso estamos trabalhando na antecipação. Queremos contratá-los antes que alcancem esse patamar.

O que é um grande risco...
Sem dúvida. É sempre um risco, visto que estamos trabalhando com potencial, e não com um jogador que já deu provas no time principal de que pode ter um rendimento de alto nível.

O fato de o Shakhtar Donetsk investir tanto em jovens brasileiros se adequa ao seu perfil de trabalho?
O Brasil é o país que mais talento produz na atualidade e, se bobear, desde sempre. É um país que tem talentos em quase todas as posições. Se fizermos agora aqui um rápido exercício, seguramente vamos encontrar jogadores de todas as posições nos principais clubes da Europa. O país continua produzindo esse talento, e espero que nunca pare. O brasileiro é um jogador que, pelo perfil técnico, se encaixa muito naquilo que é o estilo de jogo do Shakhtar, que é um jogo muito ofensivo, de um time que joga com espaços reduzidos. O mercado brasileiro é uma prioridade para nós. Conheço muito bem as seleções de base do Brasil, da sub-16 à sub-20. Existem muitos jogadores ali que nos agradam, mas prefiro não revelar os nomes [risos].

Por que vocês apostam pouco ou quase nada em jogadores brasileiros que atuam na defesa? O clube, por exemplo, nunce teve um goleiro ou um zagueiro brasileiro...
Somos obrigados por regra a jogar com quatro ucranianos no time titular, e dentro do clube há anos também está instituído que esses quatro precisam ser preferencialmente jogadores de defesa. A criatividade e a ofensividade nós buscamos no estrangeiro. Mas isso também não quer dizer que no futuro o clube não possa contratar um goleiro ou zagueiro brasileiro, vai depender muito das nossas necessidades.

Hoje o treinador do Shakhtar é português [Paulo Fonseca], o que seguramente é uma grande vantagem para os jogadores brasileiros. Mas por que o clube ainda não teve um treinador brasileiro? Nunca pensaram nisso?
O Shakhtar, vale lembrar, teve um treinador que ficou no cargo durante muito tempo [de 2003 a 2015], o Mircea Lucescu, que teve muito sucesso. O Lucescu saiu e logo entrou o Paulo, que já está conosco há três temporadas e tem obtido sucesso também. O fato de não pensarmos num treinador brasileiro, e digo isso sem qualquer tipo de análise mais detalhada, até porque nunca conversamos sobre isso internamente, acho que tem muita a ver com a imagem ruim que o treinador brasileiro tem na Europa. Não há brasileiros na Europa hoje. Existe, sim, uma má imagem.

Acredita que a má imagem do treinador brasileiro na Europa é exagerada ou de fato é merecida?
Tenho uma opinião muito particular em relação a isso. Penso que há aqui várias nuances. A primeira delas é que nos últimos anos o treinador brasileiro desviou um pouco daquilo que é a identidade do futebol brasileiro. A visão do europeu é que no Brasil as equipes são ofensivas, que jogam bom futebol, que jogam para ganhar. Nos últimos anos, no entanto, tivemos um grande número de treinadores que passou a renegar a essência do futebol brasileiro. Treinadores muito defensivos, que pensam muito na organização defensiva e que acabam por deixar alguns talentos de lado. Hoje, no Brasil, tirando o Renato Gaúcho, o Fernando Diniz e o Tiago Nunes, não vemos treinadores que trabalham um futebol vistoso, um futebol moderno, que pressiona e quer ter a bola. Sabemos muito bem que tudo isso é o DNA do futebol brasileiro.

É quase como se o treinador brasileiro não merecesse o jogador brasileiro então...
É quase, é quase... Um pouco isso, sim.

Não faz muito tempo que o Shakhtar foi manchete negativa por causa do "grupinho mimado" que foi criado por alguns jogadores brasileiros, entre eles Fernando, Douglas Costa, Luiz Adriano e Taison. Houve muita crítica, até mesmo dos adversários. Os brasileiros que hoje integram o grupo têm o mesmo perfil ou são diferentes?
Sempre tive como ideia aquilo que foi uma frase criada pelo José Maria Pedroto [antigo treinador português]: "O brasileiro é bom, mas mais do que três juntos acaba virando uma escola de samba". Hoje, no Shakhtar, temos 12 jogadores brasileiros [Ismaily, Maycon, Alan Patrick, Dentinho, Marcos Antônio Bahia, Wellington Nem, Taison, Fernando, Mateus Tetê e Marquinhos Cipriano, além dos naturalizados ucranianos Marlos e Júnior Moraes]. Curiosamente ou não, não nos dão qualquer tipo de problema. São excelentes profissionais. Apesar de serem 12, não há um grupinho fechado. Todos os nossos jogadores estão bem integrados, sejam ucranianos ou estrangeiros. O nosso treinador felizmente sabe integrar toda a gente, o tratamento é igual para todos. A nossa grande preocupação é integrar o mais rápido possível o jogador que vem de fora. Temos um gabinete de apoio ao jogador com pessoas que falam português, por exemplo.

Dos brasileiros que hoje integram o grupo do Shakhtar, qual você vê com maior probabilidade de ser a próxima grande venda?
Todos os jovens brasileiros que temos, em termos de potencial, podem atingir o topo europeu. Mas é preciso ter paciência e tempo. Não quero individualizar, mas penso que temos dois ou três que vão chegar lá mais cedo. Pela forma que jogam, pela mentalidade... Repito: todos têm potencial. Lembro ainda que muitos deles ainda são juniores, como é o caso do Marcos Antônio, o Bahia, de 18 anos, e do Mateus Tetê, de 19. Ambos têm um potencial incrível, então estou confiante que eles vão mostrar isso nos próximos anos.

Chegou a ter alguma decepcção com algum jogador brasileiro? Algum jogador que observou, gostou, possivelmente indicou, mas que no fim nunca atingiu tamanha expectativa?
Também não quero individualizar, mas no Brasil há alguns casos. Vemos surgir com frequência jogadores muito bons tecnicamente, com talento brutal, mas que não se adaptam à realidade do futebol europeu. Vamos falar então de jogadores que são tops e que eu esperava que estivessem hoje num nível superior: Neymar e Philippe Coutinho. São jogadores tops, que têm condições de atingir um nível ainda maior, ou que já deveriam ter atingido esse nível.

Falta técnica ou mentalidade?
Não consigo explicar, até porque não trabalhei com eles. São dois jogadores que, do ponto de vista técnico e tático, têm tudo, tudo para estarem num nível de Messi, de Cristiano Ronaldo, ou talvez até num nível maior. Mas, infelizmente, não conseguiram atingir esse patamar.

Tem o desejo de trabalhar um dia no Brasil?
Foi algo que nunca havia antes pensado até ter voltado agora [começo do ano] para o Brasil. Se há uma coisa que me encanta muito no futebol é o talento, e acho que muitas vezes estão destruindo esse talento ao tornar o jogo mais físico, mais defensivo. Aquilo que vejo no Brasil, nas categorias de base, são tantos talentos, tantos... Gostaria muito de trabalhar ali, para aproveitar e valorizar esse talento. Gostaria também de ajudar a vender o talento brasileiro por valores mais altos.

O que você acha que poderia agregar ao futebol brasileiro?
Tem muito a ver com aproveitar melhor as características do jogador brasileiro, respeitar aquilo que é a identidade do futebol brasileiro, que sempre foi um futebol ofensivo e de muito talento. Não é difícil fazer isso. Tendo isso, pensando de forma mais ofensiva, o futebol brasileiro tem tudo para ser muito melhor. O que me dói é ver... Olha, vou dar um exemplo que me chocou muito: ver a seleção sub-16 do Brasil jogando um futebol que realmente não tem nada a ver com o Brasil. Conseguiu colocar a torcida estrangeira que normalmente está a favor do Brasil para torcer contra, tudo isso por causa da forma como estava jogando contra a Espanha. Se um ET chegasse na Terra para ver aquele jogo, um jogo que foi horrível por parte do Brasil, ele diria que a Espanha era o Brasil, enquanto o Brasil era uma equipe da quarta divisão que só dá pancada. A grande questão é: o que tem sido pedido para esses jogadores?

Dos clubes que conhece no Brasil, qual é o que mais se aproxima da sua forma de pensar e trabalhar?
Não tenho um conhecimento tão grande da realidade dos clubes brasileiros. Conheço alguns, tive a oportunidade de visitar alguns CTs. Mas existe sim um clube em especial, pela forma de jogar, pelas ideias das pessoas, que está num caminho muito bom, o Athletico Paranaense. O que o futebol brasileiro pode fazer de melhor é aquilo que o Athletico tem feito. Tem muitos bons jogadores e o time principal joga de uma forma que tem muito a ver com o que é o Brasil. Fiquei espantado também com as condições de trabalho, com o CT que é mesmo muito bom. Acho que, se todos os clubes brasileiros tivessem essa mentalidade, o futebol brasileiro ganharia muito.

Se enxerga trabalhando no Brasil mesmo diante de tantas falhas e diferenças?
Sim, sim... Gosto do país. Enquanto muitos querem sair, eu gostaria de entrar [risos]. Como disse antes, gosto de estar rodeado de talentos. Sou apaixonado por futebol, já fui treinador, então gosto mesmo de ter talentos por perto, o que no Brasil é muito fácil.

Existe muita briga de ego e inveja entre os scouts?
Não. Costumo dizer que, de todas as profissões dentro do futebol, a nossa é a mais unida. Viajamos sempre juntos, trocamos sempre ideias...

Eu, sinceramente, não tinha essa ideia...
Os treinadores, por exemplo, estão sempre espetando a faca uns nos outros, então a relação não é boa. Já a relação dos scouts não é assim. Tenho grandes amigos dentro da profissão, amigos que visitam frequentemente a minha casa. Passamos mesmo muito tempo juntos, acabamos por criar uma segunda família.

Geralmente quem trabalha muito com opinião acaba por passar a impressão de arrogante. Sente que são arrogantes?
Não. Mas é preciso ter presunção e convicção. Isso para alguns pode soar arrogância, é verdade, mas acho que o scout, na sua essência, não é arrogante. Pelo contrário. São pessoas bastante acessíveis, afáveis e, ao contrário do que muitos acham, escutam muito as opiniões dos outros. O nosso trabalho é opinar sobre potenciais jogadores e, consequentemente, lidar com milhões de euros. No fundo, somos os responsáveis pelos clubes gastarem milhões e milhões em contratações.

Foi passado para trás por algum scout que julgava ser amigo?
Não, nunca. Sei que isso é uma coisa normal no futebol, já vi acontecer em outras áreas, mas nunca aconteceu comigo no papel de scout. Não vejo ninguém como adversário, vejo todos como colegas de profissão. Felizmente, ninguém me desiludiu.

Fazem muitas apostas - de prever se um jogador vai dar certo ou errado?
Fazemos sempre apostas nos casos em que temos opiniões diferentes. Fazemos apostas, e cobramos. Cobramos mesmo [risos].

Mais ganhou ou perdeu até agora?
Já ganhei algumas vezes, mas também perdi outras [risos]. Tenho um caso, aliás, que envolve um brasileiro: o Dante. Nunca acreditei que o Dante, que na época jogava no Standard Liege, da Bélgica, fosse sair dali, muito menos chegar à seleção brasileira. Chegou à seleção, jogou um Mundial e defendeu o poderoso Bayern de Munique. Na altura, fiz uma aposta com um colega que achava que o Dante fosse chegar mais longe. Olha, veja que isso também não quer dizer que ele era um excelente zagueiro [risos]. Mas, de qualquer forma, perdi a aposta. Vi o Eden Hazard com 16 anos, e logo tive a certeza que seria top dos tops, enquanto alguns amigos tinham uma pequena desconfiança.

Muitos scouts colocam você como um dos melhores scouts do mundo. Concorda?
Sinceramente, não. Sem falsa modéstia, nunca me enxerguei assim. Mas se considerarmos que temos scouts tops, posso dizer que estou entre eles, porque tive a sorte de trabalhar em grandes clubes, principalmente clubes que apostam muito na área de scouting. É natural que o profissional ligado a um clube que aposta muito no scouting apareça mais no mercado e na mídia. O Benfica, por exemplo, sempre apostou muito em jogadores desconhecidos e que de repente viraram estrelas. Um dos meus melhores amigos na área é o Ben Manga, do Eintracht Frankfurt. Talvez o que seja pedido para ele, jogadores de um outro perfil, não seja pedido para mim. Ainda assim, reconheço nele tanta ou mais capacidade.

Já se irritou muito com uma opinião ou indicação que não foi aceita?
Não, não... As pessoas podem ter a ideia de que isso acontece, porque o nosso trabalho é opinar, dizer que determinado jogador é bom ou ruim, mas as pessoas que tomam as decisões e são responsáveis pelo dinheiro têm direito de opinar e podem não acreditar muito na nossa opinião. Nós temos que saber conviver com isso. Isso, sinceramente, não mexe comigo.

É difícil ouvir "não"?
Como tenho convicção daquilo que digo e vejo, quem sai a perder é... Bom, eu faço a minha parte.


@ https://www.goal.com/br/not%C3%ADcias/diretor-de-scouting-do-shakhtar-lamenta-realidade-do-brasil/1ovdjkun09bx21jf02l3ose0yy
« Última modificação: 07 de Abril de 2021, 01:35 por (S)oon(C)hampion(B)raga »
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  Re: scouts/olheiros do SCBraga... para que servem?????
« Responder #69 em: 07 de Abril de 2021, 01:33 »

Por que o futebol português é inundado com especulações envolvendo o mercado da bola?
Nós, em Portugal, vivemos um pouco uma fase em que as pessoas mais do que gostarem do futebol, gostam de tudo aquilo que gira no entorno do futebol. Os programas esportivos em Portugal falam apenas de arbitragem ou de mercado. Do jogo? Muito pouco. Sinto que os portugueses deixaram de gostar do jogo em si. Se olharmos as redes sociais, somos o país que tem mais de 9 milhões de árbitros e mais de 10 milhões de scouts e gestores de futebol. Todos têm opinião de tudo. A imprensa naturalmente vai atrás disso, vai atrás do que vende. Fizemos uma vez no Benfica uma contagem dos jogadores que a imprensa durante aquele ano colocou como potenciais reforços. Contamos cerca de mil nomes. Mil nomes dentro de uma única temporada. Desses mil, havia uma porcentagem muito pequena de jogadores que de fato nós tínhamos interesse. Contratados, então, muito menos.

Mas a culpa necessariamente não é apenas da imprensa. Os empresários e os dirigentes também têm parcela nisso...
Sim, também tem isso. Mas Portugal é um país interessante na colocação de jogadores, porque todos sabem que os clubes portugueses valorizam e vendem bem. O fato de um jogador ter o nome ligado ao Benfica, por exemplo, faz crescer muito a sua valorização. Porto e Benfica costumam ter muito sucesso na venda de jogadores, então isso é atrativo. O Sporting também.

Os clubes portugueses são os únicos, pelo menos que eu tenha conhecimento, que divulgam a lista de scouts e olheiros que estão no estádio. Podemos acreditar nessas listas? Eles estão mesmo ali?
Os scouts e olheiros, de fato, estão lá. As listas são verdadeiras. Já vi muito scout perguntar: "Por que os portugueses divulgam isso? Nunca vi isso em outro lugar". São os próprios clubes que fazem isso, mas desconheço os motivos. É interessante para os clubes que isso seja público, é óbvio. Mas há situações que são curiosas, e rimos disso com frequência. Às vezes temos a seguinte manchete: "O Manchester United está na Luz a observar o jogador X". O Manchester United, na verdade, tem três scouts em Portugal. Três. Um deles está presente em todos os jogos na Luz [risos]. Ele está ali porque é o trabalho dele, não quer dizer que está observando determinado jogador.

Qual foi o seu grande acerto como scout?
Acho que em termos de credibilidade dentro do clube [Benfica] foi o Witsel [hoje no Borussia Dortmund]. Dentro de apenas um ano teve uma valorização enorme de não sei quantos porcentos [foi vendido para o Zenit por 40 milhões de euros]. Isso traz credibilidade.

E o grande erro?
Já admiti isso várias vezes, e até hoje é difícil de aceitar. O meu grande erro foi o Djuricic [hoje no Sassuolo].

Por que ele não atingiu as expectativas?
Talvez questões mentais, o contexto... Às vezes jogadores que não dão certo em Portugal dão certo em outro clube. Há sempre uma espécie de consolo quando um jogador indicado por nós acaba por dar certo em outro lugar, pensamos logo que não nos enganamos. O Luka Jovic, que está muito bem agora no Eintracht Frankfurt, é um exemplo disso. É um consolo para mim saber que o jogador que não deu certo no Benfica acabou por dar certo na Alemanha. O Djuricic, no entanto, não deu certo aqui e em lugar algum. Tem um talento enorme, uma capacidade técnica acima da média, conhecimento grande de jogo... mas não deu.

Existe algum caso em que você precisou insistir para convencer o clube, no caso o Benfica, a contratar um jogador indicado? Um jogador, claro, que veio a dar certo depois...
O próprio Witsel foi um deles. Houve alguma resistência por parte de quem tinha de colocar o dinheiro, porque não conhecia o jogador, porque era bastante caro [foi comprado do Standard Liege por cerca de 8 milhões de euros]. Houve naquele momento alguma batalha para conseguir trazê-lo, mas nada também de outro mundo.

João Félix, a sensação do futebol português no momento, é mesmo acima da média?
João Félix é um dos maiores talentos do futebol português, e acho que muito dificilmente vai ficar em Portugal [no Benfica] por muito tempo. Existe no país, aliás, um efeito bola de neve quando se trata de um jovem talento que interessa a grandes clubes de fora. Ninguém quer perder o jogador, então a disputa acaba por ser muito grande. Às vezes um clube compra determinando jogador sem ter a necessidade absoluta de comprá-lo. Muitas vezes é uma questão de ego. Dito isso, o João Félix é sim um jogador acima da média. Mas também é preciso ter calma, porque é muito novo [19 anos] e precisa de sequência.

@ https://www.goal.com/br/not%C3%ADcias/diretor-de-scouting-do-shakhtar-lamenta-realidade-do-brasil/1ovdjkun09bx21jf02l3ose0yy
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  Re: scouts/olheiros do SCBraga... para que servem?????
« Responder #70 em: 07 de Abril de 2021, 12:01 »
Entrevista interessante, mas, já tem 3 ou 4 anos!!

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  Re: scouts/olheiros do SCBraga... para que servem?????
« Responder #71 em: 08 de Abril de 2021, 13:50 »
https://twitter.com/African_Insider/status/1379544503007256580

Se ao menos os olheiros do Braga usassem o mycujoo para observar a quarta divisão da Libéria...  ::) ::) ::) Agora, com esta onda mediática, já não vamos a tempo...
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  Re: scouts/olheiros do SCBraga... para que servem?????
« Responder #72 em: 09 de Abril de 2021, 07:58 »


só no nosso SCBraga é que não se sabe nada do que os nossos olheiros/scouts fazem... se é que fazem... se é sequer que existem...  ::) ::) ::) ::)
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  Re: scouts/olheiros do SCBraga... para que servem?????
« Responder #73 em: 10 de Abril de 2021, 18:44 »
Sporting: Flávio Costa reforça departamento de «scouting»

Deixa o Famalicão e assina pelo Sporting, embora tenha recebido também abordagens de Sp. Braga e Benfica

O Sporting vai reforçar o departamento de «scouting» com Flávio Costa (ao centro na imagem de capa do artigo).

O olheiro de 35 anos deixou recentemente o Famalicão, clube no qual liderava o departamento de prospeção, e vai agora mudar-se para o emblema leonino, iniciando funções já na próxima semana.


De acordo com informações recolhidas pelo Maisfutebol, Flávio Costa recebeu também abordagens de Sporting de Braga e Benfica, mas foi convencido pelo projeto leonino, apresentado pelo diretor desportivo, Hugo Viana, e pelo próprio treinador, Rúben Amorim, com os quais trabalhará diretamente.

O Famalicão volta assim a ver sair um elemento da prospeção do clube, depois de Vicente Portal ter assinado pelo Southampton, de Inglaterra.

@ https://maisfutebol.iol.pt/famalicao/10-04-2021/sporting-flavio-costa-reforca-departamento-de-scouting
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