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Viagem pela (Liga) Europa

Viagem pela (Liga) Europa

O sorteio da Liga Europa 2021/2022, realizado na cidade turca de Istambul, nem foi azarado, desta vez, para as cores dos Gverreiros do Minho, que terão como adversários as equipas do Estrela Vermelha (Fudbalski Klub Crvena zvezda) da Sérvia, do Ludogorets (Profesionalen Futbolen Klub Ludogorets) da Bulgária e do Midtjiylland (Football Club Midtjylland) da Dinamarca. Os nomes são complicados, mas em teoria o valor das equipas não será, pelo que se pode dizer que aparentemente a sorte não virou as costas aos bracarenses. Veremos se a prática confirma a teoria.

Pelo descrito, as deslocações arsenalistas incluirão visitas à cidade sérvia de Belgrado, à cidade dinamarquesa de Herning e à cidade búlgara de Razgrad. É só escolher a melhor altura e o melhor destino para conhecer, no acompanhamento de mais esta aventura europeia bracarense.

O SC Braga entrou no sorteio de Istambul com o estatuto de cabeça de série, sendo o único representante luso nas provas fora da Liga dos Campeões (LC), onde estão três equipas lusas, o que lhe permitiu evitar os nomes mais fortes da competição. Mesmo assim, nos restantes potes havia equipas bem mais fortes, que convinha evitar, o que foi conseguido graças à “amizade” do sorteio.

A simpatia do sorteio aumentou bastante as responsabilidades, estando na ambição de cada braguista o apuramento para a fase seguinte, a fase a eliminar. Note-se que o primeiro classificado se apura diretamente para os oitavos de final, ao passo que o segundo classificado disputa uma eliminatória de acesso a essa fase com uma equipa proveniente da Liga dos Campeões e o terceiro classificado desce para a Conference League, ou seja, na prática só o último classificado é excluído das provas europeias, o que aumenta o grau de exigência nas hostes brácaras. Mas o sorteio constituiu, também, verdadeiros grupos de Champions, onde a competição deverá ser elevada e mesmo o acessível grupo F contém três equipas que “caíram” da LC, além do conjunto arsenalista.

Este fim de semana existe um confronto triplo entre SC Braga e Vitória SC, tendo sido o primeiro confronto, entres as equipas B, disputado em Fão e tendo este terminado empatado a um golo. Se este jogo era o aperitivo para o que se joga entre as equipas principais, receio que possa ter sido algo indigesto, a aferir pela parca qualidade observada. O segundo confronto é em Sub-15 e disputa-se em Guimarães, ganhando realce por ser o dérbi que é e em fim de semana acrescido de confrontos entre as duas coletividades. Mas o prato maior dos duelos está marcado para domingo, na Pedreira, onde se irão defrontar duas equipas que vêm de duas vitórias importantes, pois se o SC Braga venceu, de modo esperado, no difícil reduto do Moreirense, mas apenas tendo chegado à vitória em período de descontos, o que provocou uma explosão global de alegria, o Vitória SC colocou fim a umas horas de jejum de golos e venceu, pela primeira vez, o vizinho Vizela por quatro golos sem resposta, num resultado que não retrata a diferença que existiu no terreno de jogo, cujos números obtidos nos últimos vinte minutos podem dar a ilusão de uma supremacia que nunca foi totalmente evidente. Com a lotação a crescer até metade da capacidade do estádio, os jogadores vão jogar um dérbi que é mesmo diferente, na presença dos seus adeptos, e deve ser visto como tal por cada um dos atletas.

Duas notas finais para as convocatórias das seleções. Se na seleção portuguesa começa a fugir à inteligibilidade de muita gente a constante exclusão de Ricardo Horta na seleção portuguesa, sem que ninguém questione o selecionador Fernando Santos sobre essa situação incompreensível, ficando uma nota muito negativa para a situação, na seleção espanhola Abel Ruiz viu o seu nome incluído por Luís Enrique, premiando a excelência do trabalho que vem fazendo em Braga e a sua notória evolução, além de mostrar que em Espanha o mérito é premiado, ao contrário do que se vê na nação valente. Aguardemos, pois, por outras convocatórias futuras na esperança de que a inenarrável situação de Ricardo Horta possa ser corrigida e o tempo mostre que as chamadas não se devem ao facto de pertencerem a determinado agente, como diz o “povo” de boca bem abastada. Resta ao 21, por enquanto, sentir o conforto dos seus adeptos, que o veem como um símbolo vivo do clube.

In zerozero

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